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Ozelito diz que há algo obscuro na terceirização do esgoto


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

05/09/2012 | 06:49


Os funcionários da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) finalizaram ontem suas sabatinas aos candidatos a prefeito de Mauá. O último político a conversar com a comissão foi Irmão Ozelito (PTB), que recebeu o grupo à noite no escritório do partido, na região central da cidade. O petebista garantiu que, se eleito, a autarquia dará sequência a seus serviços e criticou o acordo firmado em 2003 pela terceirização da coleta e do tratamento do esgoto.

"Quando se acertou a concessão para a então Ecosama (Empresa Concessionária de Saneamento de Mauá) e depois a empresa foi comprada pela Odebrecht e surgiu a Foz do Brasil, algo meio obscuro ficou pelo caminho. Vou passar um pente-fino em toda essa história complicada. Até onde sei, quando você pega uma concessão, você não pode simplesmente passar para outra pessoa", afirmou o vereador, que pensa em fazer uma auditoria do caso.

Ozelito prometeu que o contrato terá algumas cláusulas revistas e planeja fazer com que a Sama aumente suas receitas ao incentivar a regularização fundiária das casas de moradores de diversos pontos do município, sendo que os "milhares de gatos" feitos para otimizar a chegada da água nas residências deixariam de existir.

Ele também se mostrou motivado a rediscutir o quanto antes a dívida reivindicada ao Executivo pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). "A multa é enorme, mas precisamos readequá-la à situação financeira do município. Temos de nos antecipar porque a bomba vai estourar a qualquer momento", disse.

Na conversa, Ozelito aproveitou para tirar algumas dúvidas com os funcionários, como a viabilidade da criação de reservatórios em bairros que se expandiram nos últimos anos, casos do Parque São Vicente e da Vila Assis. O grupo avaliou que os projetos são possíveis de serem realizados, desde que a Sabesp se comprometa a enviar mais água para Mauá.



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