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Jornais dos EUA poderao ter classificados conjuntos na Internet


Do Diário do Grande ABC

29/09/1999 | 16:32


O próximo empreendimento dos jornais poderá ser um serviço conjunto de anúncios classificados na Internet. A proposta foi apresentada pelo presidente da Associaçao de Jornais dos Estados Unidos, William S. Morris, em um discurso no Clube Nacional de Imprensa. "Convoco a todos os donos e diretores de jornais. Ponhamos nossos classificados online e estaremos criando um mercado nacional de classificados".

"É nos anúncios classificados onde somos mais vulneráveis à nova competiçao e, por outro lado, onde estao as maiores oportunidades", disse Morris, presidente do Morris Communications Group, que publica 31 diários, 11 jornais nao diários e 13 revistas.

"Ofereçamos ao usuário de computador em Nova Jersey a oportunidade de ver quais casas estao à venda no Colorado", disse. "Permitamos ao metalúrgico desempregado em Flint, Michigan, analisar as oportunidades de emprego no sudoeste".

"Imaginemos o mercado comercial que criaremos ao combinar a nova tecnologia com nossas páginas tradicionais de anúncios classificados".

A associaçao representa mais de 2 mil jornais nos Estados Unidos e Canadá, 87 por cento dos que circulam diariamente. Mais e mais jornais aproveitam a informática. Milhares têm ediçoes eletrônicas e redatores dedicados a escrever essas notas.

Mais de 750 jornais publicam anúncios classificados em suas páginas individuais na rede, segundo Morris. Alguns formaram parcerias para competir em âmbito nacional. A associaçao registrou um símbolo para ajudar jornais e leitores a reconhecerem rapidamente um anúncio originado em um jornal.

Os norte-americanos saberao aproveitar um serviço nacional de anúncios classificados, disse Morris. "Temos os anúncios. Somos os portais. Temos a confiança do público e o reconhecimento da marca. Temos a tecnologia e os critérios técnicos", ressaltou.

Apesar dos progressos da Internet, Morris nao considera que o jornal impresso vá desaparecer. "Nao vejo nada na nova tecnologia que elimine a necessidade do jornal nem, por certo, de jornalistas formados, responsáveis, éticos e agressivos", afirmou.



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