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Primavera impulsiona venda de sorvete


Mariana Maziero
Do Diário do Grande ABC

23/09/2008 | 07:00


A primavera começou segunda-feira e a data ficou marcada para os produtores de sorvete. Isso porque a Abis (Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes), há seis anos, associa a temporada das maiores temperaturas do ano a melhor fase de produção para as indústrias, já que 70% de toda a produção anual é feita nessa época. Dia 23 de setembro, portanto, é comemorado o Dia Nacional do Sorvete.

Segundo o presidente da Abis, Eduardo Weisberg, em 2007 foram 900 milhões de litros de sorvete produzidos no Brasil e as previsões para os próximos dez anos são ainda mais otimistas em termos de crescimento do mercado. "Muitas empresas estão investindo em suas expansões e em maquinários modernos para uma produção mais qualitativa".

Dentro desse investimento está a máquina italiana de sorvete tipo soft, que pode ser servido em casquinha ou copinho e já significa 8% do mercado e um total de 72 milhões de litros. "Hoje, existem 10 mil máquinas dessas em todo o País e pelo potencial de consumo, esse número deve aumentar", explica Weisberg.

Os picolés, no entanto, representam 20% deste mercado, ou seja, aproximadamente 182 milhões de litros, o que significa cerca de 2 bilhões e 550 milhões de unidades ao ano. Os sorvetes de massa são responsáveis por um volume estimado de 653 milhões de litros.

A Abis confirma que a produção e o consumo de sorvete são crescentes com a divulgação de que, em 2006, foram 760 milhões de litros consumidos no País. Isso representa 18% menos que em 2007, quando o consumo de sorvete chegou a 897 milhões de litros.

Para ampliar ainda mais esse mercado, a Abis faz projetos que implicam na mudança cultural do consumo do sorvete. "As pessoas vêem o sorvete como uma guloseima e esquecem-se que é feito com ingredientes saudáveis e nutritivos, como frutas ricas em vitaminas A, C, D, B1, e têm a base de leite, com cálcio e fósforo", explica.

Essa balança cultural coloca o Brasil em 10º lugar no ranking mundial de produção, atrás da Suíça. Em primeiro lugar ficam os Estados Unidos, seguidos da China e do Canadá. O brasileiro consome em média 4,7 litros anuais, menos de um terço do consumo per capita em alguns países nórdicos, como a Dinamarca e a Finlândia que estão em 11º e 12º lugares, mas lucram mais de U$ 1,3 milhão.



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