Fechar
Publicidade

Sábado, 11 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Ao Sindserv, Prefeitura alega perda de R$ 300 milhões com receita para justificar proposta parcelada

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Administração viu rejeição no plano de 7,68%, dividido em duas vezes


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

26/05/2015 | 07:00


Atualizada às 11h10

Os funcionários públicos de São Bernardo, em greve há 14 dias, marcharam em direção ao hotel onde estava hospedado Luiz Marinho (PT) na manhã desta terça-feira. A intenção da categoria era chegar a um acordo, porém, o prefeito de São Bernardo não apareceu para a conversa e o movimento retornou ao paço.

Lideradas pelo Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos), as caminhadas seguiram pelas ruas do Centro da cidade, partindo da Praça Santa Filomena, desde às 6h.

O presidente do Sindserv de São Bernardo, Giovani Chagas, afirmou que a insistência do governo de Marinho, com a proposta de reajuste salarial de 7,68%, dividido em duas vezes é rejeitada pela categoria e foi motivada por uma projeção de perda em R$ 300 milhões com receita para este ano.

Segundo Chagas, a estimativa em torno da greve atingiu 50% dos 13 mil servidores ativos. “Essa é uma paralisação crescente. Estamos cada vez mais concentrados em realizar mutirões de convencimento, que consiste em diálogo e panfletos a servidores que ainda não aderiram”, acrescentou.

O dirigente contou que os números foram apresentados na reunião de domingo, ocorrida na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em nova tentativa da administração petista de encerrar a greve, que completa hoje seu 14º dia.

Na sexta-feira, a proposta foi levada à categoria pelos secretários de Administração, Augusto Pereira, e de Finanças, Paulo José Almeida.

“Tivemos esse novo encontro, mas o governo não tratou por melhorar o aumento, justificando essa perda com receita. Não podemos aceitar, porque essa redução ficará nas costas dos servidores”, atacou Chagas. O dirigente revelou que rebateu os argumentos quanto à propositura, proferindo críticas à condução por parte da administração petista.

“No momento em que eles abordaram as dificuldades, colocamos em questão as possibilidades em relação a possível contingenciamento do Orçamento, o que não teve resposta. Isso mostra que esse governo não está priorizando a valorização do funcionalismo”, adicionou Chagas.

Cerca de 40 grevistas permanecem acampados desde quinta-feira dentro do plenário da Câmara e no estacionamento do Paço. A estratégia, segundo o Sindicato, é continuar até o encerramento da greve.
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Ao Sindserv, Prefeitura alega perda de R$ 300 milhões com receita para justificar proposta parcelada

Administração viu rejeição no plano de 7,68%, dividido em duas vezes

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

26/05/2015 | 07:00


Atualizada às 11h10

Os funcionários públicos de São Bernardo, em greve há 14 dias, marcharam em direção ao hotel onde estava hospedado Luiz Marinho (PT) na manhã desta terça-feira. A intenção da categoria era chegar a um acordo, porém, o prefeito de São Bernardo não apareceu para a conversa e o movimento retornou ao paço.

Lideradas pelo Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos), as caminhadas seguiram pelas ruas do Centro da cidade, partindo da Praça Santa Filomena, desde às 6h.

O presidente do Sindserv de São Bernardo, Giovani Chagas, afirmou que a insistência do governo de Marinho, com a proposta de reajuste salarial de 7,68%, dividido em duas vezes é rejeitada pela categoria e foi motivada por uma projeção de perda em R$ 300 milhões com receita para este ano.

Segundo Chagas, a estimativa em torno da greve atingiu 50% dos 13 mil servidores ativos. “Essa é uma paralisação crescente. Estamos cada vez mais concentrados em realizar mutirões de convencimento, que consiste em diálogo e panfletos a servidores que ainda não aderiram”, acrescentou.

O dirigente contou que os números foram apresentados na reunião de domingo, ocorrida na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em nova tentativa da administração petista de encerrar a greve, que completa hoje seu 14º dia.

Na sexta-feira, a proposta foi levada à categoria pelos secretários de Administração, Augusto Pereira, e de Finanças, Paulo José Almeida.

“Tivemos esse novo encontro, mas o governo não tratou por melhorar o aumento, justificando essa perda com receita. Não podemos aceitar, porque essa redução ficará nas costas dos servidores”, atacou Chagas. O dirigente revelou que rebateu os argumentos quanto à propositura, proferindo críticas à condução por parte da administração petista.

“No momento em que eles abordaram as dificuldades, colocamos em questão as possibilidades em relação a possível contingenciamento do Orçamento, o que não teve resposta. Isso mostra que esse governo não está priorizando a valorização do funcionalismo”, adicionou Chagas.

Cerca de 40 grevistas permanecem acampados desde quinta-feira dentro do plenário da Câmara e no estacionamento do Paço. A estratégia, segundo o Sindicato, é continuar até o encerramento da greve.
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;