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Futuro de Irmão Ozelito depende de posição do PSDB


Beto Silva
do Diário do Grande ABC

09/05/2012 | 00:03


O vereador Ozelito José Benedito (PTB) admite que seu futuro eleitoral depende da posição que o PSDB tomará no pleito. O caso é simples: se os tucanos apoiarem a pré-candidata do PMDB, Vanessa Damo, ou lançarem candidato próprio ao Paço, o petebista repensará seu projeto de conquistar o governo municipal e pode até ser vice do prefeito Oswaldo Dias (PT), que tentará a reeleição.

"O PSDB pode ser o fiel da balança. Se for com a Vanessa, pende para o outro lado. E aí, de repente, outras forças políticas da cidade podem entender isso e ver no Ozelito a figura para desequilibrar esse jogo", analisa o pré-candidato, referindo-se ao possível convite que o PT pode fazer para tê-lo como vice do prefeito Oswaldo Dias (PT), que tentará a reeleição.

Apesar do quadro, Ozelito ainda nutre a esperança de ter o PSDB como vice, representado pelo vereador Edimar da Reciclagem. "O sonho é ter uma chapa 100% inovadora (com dois nomes, de prefeito e vice), quem sabe com o PSDB na dobrada. Ozelito e Edimar seria dupla para ganhar a eleição", afirma Ozelito.

As conversas, porém, estão sendo tratadas em nível estadual. Se de um lado Vanessa conversa com tucanos do comando paulista, o mesmo acontece com o PTB, cujo mandatário no Estado, Campos Machado, tem ótimo trânsito com o tucanato de alta plumagem.

"A gente tem conversado com o Edimar porque temos uma parceria de vereador. Mas o Campos está tratando disso em nível estadual. Estou confiante porque nosso partido tem histórico de apoio ao PSDB", avalia o pré-candidato.

Ozelito ainda detalha o quadro eleitoral de 2014 para justificar seu otimismo em atrair o PSDB. Em dois anos, PT e PMDB podem estar juntos para tentar tomar o comando do Palácio dos Bandeirantes das mãos de Geraldo Alckmin (PSDB).

"Se o PSDB tem projeto de em 2014 não fortalecer nem o PT nem o PMDB, que têm probabilidade muito grande de estarem juntos, isso (a parceria entre PTB e PSDB) é um prato cheio para a reeleição do Geraldo", avalia.

Sobre ser vice do PT, não descarta, mas acha difícil. "Em política não podemos descartar nada. Mas assinei a ficha no PTB (no ano passado) para disputar a Prefeitura. Há anseio da população por mudança. E nosso projeto é apresentar algo novo", finaliza.



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Futuro de Irmão Ozelito depende de posição do PSDB

Beto Silva
do Diário do Grande ABC

09/05/2012 | 00:03


O vereador Ozelito José Benedito (PTB) admite que seu futuro eleitoral depende da posição que o PSDB tomará no pleito. O caso é simples: se os tucanos apoiarem a pré-candidata do PMDB, Vanessa Damo, ou lançarem candidato próprio ao Paço, o petebista repensará seu projeto de conquistar o governo municipal e pode até ser vice do prefeito Oswaldo Dias (PT), que tentará a reeleição.

"O PSDB pode ser o fiel da balança. Se for com a Vanessa, pende para o outro lado. E aí, de repente, outras forças políticas da cidade podem entender isso e ver no Ozelito a figura para desequilibrar esse jogo", analisa o pré-candidato, referindo-se ao possível convite que o PT pode fazer para tê-lo como vice do prefeito Oswaldo Dias (PT), que tentará a reeleição.

Apesar do quadro, Ozelito ainda nutre a esperança de ter o PSDB como vice, representado pelo vereador Edimar da Reciclagem. "O sonho é ter uma chapa 100% inovadora (com dois nomes, de prefeito e vice), quem sabe com o PSDB na dobrada. Ozelito e Edimar seria dupla para ganhar a eleição", afirma Ozelito.

As conversas, porém, estão sendo tratadas em nível estadual. Se de um lado Vanessa conversa com tucanos do comando paulista, o mesmo acontece com o PTB, cujo mandatário no Estado, Campos Machado, tem ótimo trânsito com o tucanato de alta plumagem.

"A gente tem conversado com o Edimar porque temos uma parceria de vereador. Mas o Campos está tratando disso em nível estadual. Estou confiante porque nosso partido tem histórico de apoio ao PSDB", avalia o pré-candidato.

Ozelito ainda detalha o quadro eleitoral de 2014 para justificar seu otimismo em atrair o PSDB. Em dois anos, PT e PMDB podem estar juntos para tentar tomar o comando do Palácio dos Bandeirantes das mãos de Geraldo Alckmin (PSDB).

"Se o PSDB tem projeto de em 2014 não fortalecer nem o PT nem o PMDB, que têm probabilidade muito grande de estarem juntos, isso (a parceria entre PTB e PSDB) é um prato cheio para a reeleição do Geraldo", avalia.

Sobre ser vice do PT, não descarta, mas acha difícil. "Em política não podemos descartar nada. Mas assinei a ficha no PTB (no ano passado) para disputar a Prefeitura. Há anseio da população por mudança. E nosso projeto é apresentar algo novo", finaliza.

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