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Padilha diz ser absurdo fazer associação do PT com PCC

Ao falar sobre envolvimento de correligionários em casos de corrupção, petista defende expulsão


Júnior Carvalho
Especial para o Diário

27/08/2014 | 07:00


Candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha disse ser “absurdo falar que o PT está aliado” ao grupo criminoso PCC. A declaração foi dada ontem, durante a sabatina do jornal O Globo. Ao responder sobre envolvimento de correligionários em casos de corrupção, como o esquema do Mensalão e a suposta ligação do ex-deputado petista Luiz Moura com a facção criminosa, Padilha declarou que o partido “foi rápido” ao expulsar o suspeito da legenda.

“A maior prova de que não vamos tolerar (a corrupção) é a decisão rápida que o partido teve de expulsar esse deputado (Luiz Moura) que levantou suspeita de ligação criminosa. No PT que eu defendo, que eu lidero, não existe espaço (a criminosos)”, afiançou o petista.

Apesar de assegurar que a legenda não tolera casos de corrupção, Padilha não explicou o porquê de o partido não ter punido os ex-dirigentes do PT condenados por envolvimento no Mensalão, como o ex-ministro José Dirceu e os ex-deputados José Genoino e João Paulo Cunha. Ambos seguem presos, porém filiados à legenda.

“O PT foi rápido, muito diferente do atual governo do Estado, que indicou o Robson Marinho, que está envolvido no escândalo do Metrô, para ser conselheiro do Tribunal de Contas. (O PSDB) Colocou a raposa para cuidar do galinheiro”, atacou o petista, ao citar a decisão da Justiça em pedir afastamento de Robson Marinho da Corte de contas estadual – onde é conselheiro – por ter supostamente recebido propina da multinacional francesa Alston quando era secretário da Casa Civil, em 1998.

Questionado sobre corte de leitos no SUS (Sistema Único de Saúde) durante sua gestão no Ministério da Saúde, Padilha denunciou fraude por parte de clínicas que, segundo ele, registravam internações que não existiam.

“Eu fechei esses leitos, fechei manicômios para mudar esse modelo de atendimento psiquiátrico. Estamos mudando o modelo de gestão da Saúde”, pontuou o petista.



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