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Para Saulo, pesquisa
ajudará a corrigir gestão

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito com menor nota de avaliação diz que
reunirá secretários para discutir os resultados


Raphael Rocha
Bruno Coelho

10/06/2013 | 07:00


Prefeito com a pior nota de avaliação popular no levantamento divulgado ontem pelo Diário, Saulo Benevides (PMDB), de Ribeirão Pires, afirmou que utilizará o estudo feito pelo DGABC Pesquisas de análise dos cinco primeiros meses das administrações para aprimorar rotas de seu governo. O peemedebista recebeu nota média 4,6 dos eleitores.

“Vou sentar amanhã (hoje) com meu secretariado e avaliaremos os números. Já pensava em encomendar uma pesquisa (de avaliação da gestão). Agora vou me basear na do Diário”, afirmou o chefe do Executivo ribeirão-pirense, que foi aprovado por 21,5% da população e rejeitado por outros 26,5%. O peemedebista enalteceu o fato de ter índice de reprovação inferior a Clóvis Volpi (PTB) e afirmou que sua nota não fica distante das dos demais prefeitos.

Apesar de figurar na última colocação, Saulo não achou seu desempenho ruim. “Pela situação que herdamos a Prefeitura fui obrigado a tomar medidas impopulares, como enxugar gastos, economizar dinheiro em alguns setores e cortar servidores. Mas acho que partimos de um patamar interessante. Vejo com bons olhos.”

Primeiro prefeito fora das trincheiras petistas em Diadema em 30 anos, Lauro Michels (PV) afirmou que a nota 5,8 recebida não é a que ele espera e classificou o índice como baixo. “Minha intenção é fechar minha administração com nota 8 e trabalho para melhorar”, disse o verde, que justificou o resultado nos problemas financeiros herdados de Mário Reali (PT). “Esse ano tenho de botar a casa em ordem.”

Sobre a baixa avaliação da Saúde, Lauro concordou com a opinião popular, mas salientou que o problema é de “ordem nacional e não só de Diadema”. Ele garantiu que investimento na Pasta é uma de suas prioridades e já determinou ao secretário José Augusto da Silva Ramos (PSDB) a adoção de medidas para desenvolver atendimento humanizado nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). “Temos projeto para aumentar os salários dos médicos, mas o Mário me deixou uma folha salarial estourada”, alegou.

Vice-líder na listagem do DGABC Pesquisas com nota 6, Paulo Pinheiro (PMDB), de São Caetano, comemorou os números e creditou à compreensão da população o fato de estar na segunda colocação de avaliação dos prefeitos do Grande ABC, atrás apenas de Luiz Marinho (PT), de São Bernardo, que recebeu nota 6,1.

O peemedebista tornou a reclamar da dívida herdada do antecessor, José Auricchio Júnior (PTB), que, segundo a atual administração, foi de R$ 264,5 milhões. “Se tivesse investido o dinheiro no que já paguei de dívida, a cidade estaria melhor. Isso foi um ponto complicado.”

Pinheiro também questionou o fato de o petebista não ter deixado a CND (Certidão Negativa de Débitos) regularizada. Em sua avaliação, com a documentação em dia seria possível impulsionar investimentos em Saúde, Mobilidade Urbana, Educação e infraestrutura. Sobre a crítica à política habitacional de sua gestão, o peemedebista crê que a reclamação recai no alto índice de verticalização da cidade, que, segundo Pinheiro, “prejudicou a vida do morador e a construção de habitação popular.”

Com nota 5,3 dos entrevistados, Carlos Grana (PT), de Santo André, disse que preferiu interpretar a pesquisa com base nos índices de avaliação do governo. Nesse quesito, 26% dos andreenses aprovaram os primeiros cinco meses de seu trabalho, percentual superior ao índice obtido pelo seu antecessor, Aidan Ravin (PTB), no término de gestão. “Acho que ainda é pouco tempo para a população avaliar a administração, mas considerei o resultado positivo e satisfatório.”

A crítica ao trânsito do município, segundo Grana, foi natural e impulsionada pela queda da ponte na Avenida dos Estados que dava acesso ao Segundo Subdistrito. Para o petista, os números serão superiores quando houver a reparação da via e a adoção total do Bilhete Único, renovação da frota dos ônibus municipais e melhorias nos terminais da cidade.

Segundo pior no ranking do DGABC Pesquisas com nota 4,7, Donisete Braga (PT), de Mauá, afirmou não ter visto o levantamento e disse que não iria comentar os números.

Marinho e o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB), não retornaram aos contatos do Diário para avaliar o desempenho.



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Para Saulo, pesquisa
ajudará a corrigir gestão

Prefeito com menor nota de avaliação diz que
reunirá secretários para discutir os resultados

Raphael Rocha
Bruno Coelho

10/06/2013 | 07:00


Prefeito com a pior nota de avaliação popular no levantamento divulgado ontem pelo Diário, Saulo Benevides (PMDB), de Ribeirão Pires, afirmou que utilizará o estudo feito pelo DGABC Pesquisas de análise dos cinco primeiros meses das administrações para aprimorar rotas de seu governo. O peemedebista recebeu nota média 4,6 dos eleitores.

“Vou sentar amanhã (hoje) com meu secretariado e avaliaremos os números. Já pensava em encomendar uma pesquisa (de avaliação da gestão). Agora vou me basear na do Diário”, afirmou o chefe do Executivo ribeirão-pirense, que foi aprovado por 21,5% da população e rejeitado por outros 26,5%. O peemedebista enalteceu o fato de ter índice de reprovação inferior a Clóvis Volpi (PTB) e afirmou que sua nota não fica distante das dos demais prefeitos.

Apesar de figurar na última colocação, Saulo não achou seu desempenho ruim. “Pela situação que herdamos a Prefeitura fui obrigado a tomar medidas impopulares, como enxugar gastos, economizar dinheiro em alguns setores e cortar servidores. Mas acho que partimos de um patamar interessante. Vejo com bons olhos.”

Primeiro prefeito fora das trincheiras petistas em Diadema em 30 anos, Lauro Michels (PV) afirmou que a nota 5,8 recebida não é a que ele espera e classificou o índice como baixo. “Minha intenção é fechar minha administração com nota 8 e trabalho para melhorar”, disse o verde, que justificou o resultado nos problemas financeiros herdados de Mário Reali (PT). “Esse ano tenho de botar a casa em ordem.”

Sobre a baixa avaliação da Saúde, Lauro concordou com a opinião popular, mas salientou que o problema é de “ordem nacional e não só de Diadema”. Ele garantiu que investimento na Pasta é uma de suas prioridades e já determinou ao secretário José Augusto da Silva Ramos (PSDB) a adoção de medidas para desenvolver atendimento humanizado nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). “Temos projeto para aumentar os salários dos médicos, mas o Mário me deixou uma folha salarial estourada”, alegou.

Vice-líder na listagem do DGABC Pesquisas com nota 6, Paulo Pinheiro (PMDB), de São Caetano, comemorou os números e creditou à compreensão da população o fato de estar na segunda colocação de avaliação dos prefeitos do Grande ABC, atrás apenas de Luiz Marinho (PT), de São Bernardo, que recebeu nota 6,1.

O peemedebista tornou a reclamar da dívida herdada do antecessor, José Auricchio Júnior (PTB), que, segundo a atual administração, foi de R$ 264,5 milhões. “Se tivesse investido o dinheiro no que já paguei de dívida, a cidade estaria melhor. Isso foi um ponto complicado.”

Pinheiro também questionou o fato de o petebista não ter deixado a CND (Certidão Negativa de Débitos) regularizada. Em sua avaliação, com a documentação em dia seria possível impulsionar investimentos em Saúde, Mobilidade Urbana, Educação e infraestrutura. Sobre a crítica à política habitacional de sua gestão, o peemedebista crê que a reclamação recai no alto índice de verticalização da cidade, que, segundo Pinheiro, “prejudicou a vida do morador e a construção de habitação popular.”

Com nota 5,3 dos entrevistados, Carlos Grana (PT), de Santo André, disse que preferiu interpretar a pesquisa com base nos índices de avaliação do governo. Nesse quesito, 26% dos andreenses aprovaram os primeiros cinco meses de seu trabalho, percentual superior ao índice obtido pelo seu antecessor, Aidan Ravin (PTB), no término de gestão. “Acho que ainda é pouco tempo para a população avaliar a administração, mas considerei o resultado positivo e satisfatório.”

A crítica ao trânsito do município, segundo Grana, foi natural e impulsionada pela queda da ponte na Avenida dos Estados que dava acesso ao Segundo Subdistrito. Para o petista, os números serão superiores quando houver a reparação da via e a adoção total do Bilhete Único, renovação da frota dos ônibus municipais e melhorias nos terminais da cidade.

Segundo pior no ranking do DGABC Pesquisas com nota 4,7, Donisete Braga (PT), de Mauá, afirmou não ter visto o levantamento e disse que não iria comentar os números.

Marinho e o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB), não retornaram aos contatos do Diário para avaliar o desempenho.

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