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Funcionários continuam sem trabalhar e receber salário


Vivian Costa
Do Diário do Grande ABC

12/12/2008 | 07:01


Os funcionários da indústria química SuperTainer, que fabrica bombones e peças plásticas em Diadema, continuam sem trabalho e sem receber. Eles estão desde o dia 4 de novembro sem trabalhar em virtude da falta de pagamento da conta de luz. O fornecimento de energia foi cortado pela Eletropaulo.

Segundo Rubens Oliveira do Nascimento, diretor do Sindicato dos Químicos do ABC, cerca de 30 funcionários já procuraram a entidade para saber como entrar com ação contra a empresa. "Eles estão desesperados porque a empresa não paga nem demite", explica. De acordo com Nascimento, se a SuperTainer demitisse os funcionários a vida deles se tornaria mais fácil, pois eles teriam seguro-desemprego e poderiam sacar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Ele ainda lembra que o FGTS não é depositado há dois anos. "Portanto, os trabalhadores mais novos não têm nada para para receber", afirma.

Na opinião do dirigente, a indústria não tem mais crédito no mercado e carrega inúmeros processos. A empresa foi procurada insistentemente, mas afirmou que não iria se manifestar.

Histórico - Segundo informações extra-oficiais obtidas na empresa, a SuperTainer tem uma dívida alta com a fornecedora de energia. Segundo os funcionários, não lhes é passada uma previsão de normalização da energia elétrica, da volta ao trabalho nem do pagamento do salário.

Há rumores de que a fábrica será fechada por não encontrar potenciais compradores, devido ao alto índice de endividamento.



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Funcionários continuam sem trabalhar e receber salário

Vivian Costa
Do Diário do Grande ABC

12/12/2008 | 07:01


Os funcionários da indústria química SuperTainer, que fabrica bombones e peças plásticas em Diadema, continuam sem trabalho e sem receber. Eles estão desde o dia 4 de novembro sem trabalhar em virtude da falta de pagamento da conta de luz. O fornecimento de energia foi cortado pela Eletropaulo.

Segundo Rubens Oliveira do Nascimento, diretor do Sindicato dos Químicos do ABC, cerca de 30 funcionários já procuraram a entidade para saber como entrar com ação contra a empresa. "Eles estão desesperados porque a empresa não paga nem demite", explica. De acordo com Nascimento, se a SuperTainer demitisse os funcionários a vida deles se tornaria mais fácil, pois eles teriam seguro-desemprego e poderiam sacar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Ele ainda lembra que o FGTS não é depositado há dois anos. "Portanto, os trabalhadores mais novos não têm nada para para receber", afirma.

Na opinião do dirigente, a indústria não tem mais crédito no mercado e carrega inúmeros processos. A empresa foi procurada insistentemente, mas afirmou que não iria se manifestar.

Histórico - Segundo informações extra-oficiais obtidas na empresa, a SuperTainer tem uma dívida alta com a fornecedora de energia. Segundo os funcionários, não lhes é passada uma previsão de normalização da energia elétrica, da volta ao trabalho nem do pagamento do salário.

Há rumores de que a fábrica será fechada por não encontrar potenciais compradores, devido ao alto índice de endividamento.

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