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Documentário de Bárbara Paz, Babenco é indicado para o Oscar 2021

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


18/11/2020 | 15:11


O documentário Babenco � Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, dirigido por Bárbara Paz, foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2021! � a primeira vez que um documentário é selecionado para representar o país na premiação. A trama entrelaça a arte e a doença do diretor Hector Babenco, revelando ansiedades, medos, memórias, reflexões e fabulações da vida do artista. O longa também mostra que Babenco vivia um confronto interno com o seu vigor intelectual e sua fragilidade física. O documentário chega aos cinemas brasileiros já na próxima quinta-feira, dia 26.

- � uma maravilha isso, é o primeiro documentário a ser escolhido pelo Brasil a competir. � uma surpresa maravilhosa, o Hector merecia muito isso. Eu acho que o amor venceu, comentou Bárbara Paz.

Babenco � Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D�Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente). No início de 2020, o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O documentário também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina, Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

- Recebemos com enorme alegria a escolha do Babenco para representar o Brasil na corrida pelo Oscar. Ao mesmo tempo que é uma enorme alegria, é uma enorme responsabilidade. � uma disputa com os melhores 80, 90 filmes do ano... Faremos essa campanha com muita dedicação e orgulho. Temos um filme lindo e muito especial nas mãos, afirmou o coprodutor Fabiano Gullane.

Hector Babenco foi um cineasta argentino naturalizado brasileiro. Em 1994, o artista se submeteu a um transplante de medula óssea para tratar um câncer linfático. Ele morreu em 2016 após ser internado para tratar de uma sinusite. Na ocasião, o diretor sofreu uma parada cardiorrespiratória e não sobreviveu.

Babenco foi casado com Bárbara Paz de 2010 até sua morte, em julho de 2016.

A seguir, confira a sinopse do documentário:

Â"Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre elaÂ" Â? disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que naÌ?o lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missaÌ?o e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte. Nesta imersaÌ?o amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situaçoÌ?es íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexoÌ?es e fabulaçoÌ?es, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida. Do primeiro caÌ?ncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die é o primeiro filme de Bárbara Paz mas, também, de certa forma, a última obra de Hector - um filme sobre filmar para naÌ?o morrer jamais.



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Documentário de Bárbara Paz, Babenco é indicado para o Oscar 2021


18/11/2020 | 15:11


O documentário Babenco � Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, dirigido por Bárbara Paz, foi escolhido para representar o Brasil no Oscar 2021! � a primeira vez que um documentário é selecionado para representar o país na premiação. A trama entrelaça a arte e a doença do diretor Hector Babenco, revelando ansiedades, medos, memórias, reflexões e fabulações da vida do artista. O longa também mostra que Babenco vivia um confronto interno com o seu vigor intelectual e sua fragilidade física. O documentário chega aos cinemas brasileiros já na próxima quinta-feira, dia 26.

- � uma maravilha isso, é o primeiro documentário a ser escolhido pelo Brasil a competir. � uma surpresa maravilhosa, o Hector merecia muito isso. Eu acho que o amor venceu, comentou Bárbara Paz.

Babenco � Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D�Oro 2019 (Prêmio Paralelo ao 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza dado pela crítica Independente). No início de 2020, o filme conquistou o prêmio de Melhor Documentário no Festival internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O documentário também já foi selecionado para o festival do Cairo, Festival de Havana, Festival de Mar del Plata, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, Festival de Aruanda, FIDBA (Festival Internacional de Cinema Documental), na Argentina, Baltic Sea Docs, na Letônia e para o Mill Valley Film Festival, nos Estados Unidos.

- Recebemos com enorme alegria a escolha do Babenco para representar o Brasil na corrida pelo Oscar. Ao mesmo tempo que é uma enorme alegria, é uma enorme responsabilidade. � uma disputa com os melhores 80, 90 filmes do ano... Faremos essa campanha com muita dedicação e orgulho. Temos um filme lindo e muito especial nas mãos, afirmou o coprodutor Fabiano Gullane.

Hector Babenco foi um cineasta argentino naturalizado brasileiro. Em 1994, o artista se submeteu a um transplante de medula óssea para tratar um câncer linfático. Ele morreu em 2016 após ser internado para tratar de uma sinusite. Na ocasião, o diretor sofreu uma parada cardiorrespiratória e não sobreviveu.

Babenco foi casado com Bárbara Paz de 2010 até sua morte, em julho de 2016.

A seguir, confira a sinopse do documentário:

Â"Eu já vivi minha morte, agora só falta fazer um filme sobre elaÂ" Â? disse o cineasta Hector Babenco a Bárbara Paz, ao perceber que naÌ?o lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missaÌ?o e realizou o último desejo do companheiro: ser protagonista de sua própria morte. Nesta imersaÌ?o amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situaçoÌ?es íntimas e dolorosas. Revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexoÌ?es e fabulaçoÌ?es, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade física que marcou sua vida. Do primeiro caÌ?ncer, aos 38 até a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema remédio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die é o primeiro filme de Bárbara Paz mas, também, de certa forma, a última obra de Hector - um filme sobre filmar para naÌ?o morrer jamais.

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