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Solto acusado de participar do assassinato de ex-prefeito


Michelly Cyrillo
Do Diário do Grande ABC

28/08/2010 | 07:04


Ademir Miranda de Almeida, acusado de intermediar o assassinato do ex-prefeito de Rio Grande da Serra José Carlos Arruda em março de 1998, está em liberdade provisória desde quarta-feira. Almeida, conhecido como Brinquinho iria a júri popular novamente ontem, mas a pedido do promotor de Justiça de Santo André, Antonio Nobre Folgado, o acusado foi solto.

No início do processo, Brinquinho era testemunha do caso. Mas, a partir de depoimentos, foi considerado suspeito pela promotoria de Justiça de Ribeirão Pires.

Segundo um dos advogados de Brinquinho, Roberto Soares, o caso corre em segredo de Justiça e por isso os nomes não podem ser divulgados. "Existem depoimentos que revelam a participação do meu cliente, mas a defesa acredita na inocência dele. Da mesma forma que o incriminaram, podem surgir outros depoimentos e provas que o absolvam."

Brinquinho foi a júri popular em 2006 e foi absolvido. O Ministério Público de Ribeirão Pires recorreu da decisão e a defesa conseguiu transferir o novo julgamento para Santo André. "Acredito que em um município neutro a decisão será mais justa", afirmou Soares.

O acusado teve a prisão temporária decretada há cinco anos, passou por quatro penitenciárias do Estado e agora está em liberdade.

"Fui preso injustamente, não cometi esse crime. A verdade virá a tona, eu e o Zito (condenado por ser um dos autores do crime) não temos nada haver com a história. Colocaram a gente porque precisavam culpar alguém. Eu sei quem matou, ele estava preso por outros crimes."

O promotor de Santo André adiou o julgamento para que avalie com mais tempo novos documentos anexos recentemente ao processo. E concedeu a liberdade provisória. Antonio Nobre Folgado não quis comentar detalhes do procedimento. A data do novo julgamento ainda não foi definida.

O CASO
O ex-prefeito desapareceu após ser rendido na porta de casa. O corpo só foi localizado três dias depois, em um barranco, em Suzano, com seis tiros.



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Solto acusado de participar do assassinato de ex-prefeito

Michelly Cyrillo
Do Diário do Grande ABC

28/08/2010 | 07:04


Ademir Miranda de Almeida, acusado de intermediar o assassinato do ex-prefeito de Rio Grande da Serra José Carlos Arruda em março de 1998, está em liberdade provisória desde quarta-feira. Almeida, conhecido como Brinquinho iria a júri popular novamente ontem, mas a pedido do promotor de Justiça de Santo André, Antonio Nobre Folgado, o acusado foi solto.

No início do processo, Brinquinho era testemunha do caso. Mas, a partir de depoimentos, foi considerado suspeito pela promotoria de Justiça de Ribeirão Pires.

Segundo um dos advogados de Brinquinho, Roberto Soares, o caso corre em segredo de Justiça e por isso os nomes não podem ser divulgados. "Existem depoimentos que revelam a participação do meu cliente, mas a defesa acredita na inocência dele. Da mesma forma que o incriminaram, podem surgir outros depoimentos e provas que o absolvam."

Brinquinho foi a júri popular em 2006 e foi absolvido. O Ministério Público de Ribeirão Pires recorreu da decisão e a defesa conseguiu transferir o novo julgamento para Santo André. "Acredito que em um município neutro a decisão será mais justa", afirmou Soares.

O acusado teve a prisão temporária decretada há cinco anos, passou por quatro penitenciárias do Estado e agora está em liberdade.

"Fui preso injustamente, não cometi esse crime. A verdade virá a tona, eu e o Zito (condenado por ser um dos autores do crime) não temos nada haver com a história. Colocaram a gente porque precisavam culpar alguém. Eu sei quem matou, ele estava preso por outros crimes."

O promotor de Santo André adiou o julgamento para que avalie com mais tempo novos documentos anexos recentemente ao processo. E concedeu a liberdade provisória. Antonio Nobre Folgado não quis comentar detalhes do procedimento. A data do novo julgamento ainda não foi definida.

O CASO
O ex-prefeito desapareceu após ser rendido na porta de casa. O corpo só foi localizado três dias depois, em um barranco, em Suzano, com seis tiros.

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