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Figueira

cartas


Dgabc

29/04/2011 | 00:00


Meu falecido pai sempre me dizia que a preservação das florestas era a preservação da própria raça humana, mas, em momento algum, uma árvore deveria valer mais que uma vida humana. Não vou aqui defender a remoção ou o tratamento da velha figueira, no Parque Celso Daniel, em Santo André, pois não tenho embasamento técnico para tanto, vou sim defender agilidade na decisão, pois o descaso dos órgãos competentes, aliado ao radicalismo de ecologistas de butique, fará com que nossa velha amiga faça novas vítimas em breve.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Consequências

Nos meus áureos tempos de criança, quando íamos para a escola, ficávamos em um pátio à espera do toque de uma sineta indicando para que os alunos se organizassem em filas. Em seguida, todos em silêncio, adentravam às suas respectivas salas de aula, entoando o Hino Nacional. Quando da visita de alguém, todos imediatamente se punham em pé. Havia ordem, disciplina, civismo, educação, respeito. Mas o tempo foi passando. Hoje, alunos não respeitam professores, estes não conseguem se impor com autoridade sobre seus alunos, os pais se enganam pensando que seus filhos vão receber educação na escola quando, na verdade, a educação deve ou deveria vir de casa. A visita chega na escola, entra na sala sem pedir licença e dispara suas armas matando 12 inocentes crianças. Eis o progresso que chega e atua a seu bel-prazer sem nenhuma estrutura com visão para o futuro e suas consequências. Bom ou ruim, que cada um responda de acordo com sua maneira de pensar, julgar.

Américo Del Corto

Ribeirão Pires

Cartões

De um lado o consumidor, o mais fraco, de outro os comerciantes, e na outra ponta os grandes conglomerados bancários e donos das bandeiras de cartões de débito, crédito ou qualquer outro tipo de transação. Nos comércios são normais placas com os avisos que só aceitam cartões de débito se forem consumidos mais de R$ 5. Para cartões de crédito, então, já vi placas avisando sobre consumo de até R$ 30. Comerciantes e bancos brigam sobre as taxas cobradas pelas maquininhas, mas a conta quem paga somos nós. Associações comerciais, federação de bancos, órgãos de defesa do consumidor emitem um silêncio tendencioso. A lei então é mero detalhe. Quem nos ajudará?

Roberto Gomes da Silva

Santo André

Mentira

Ao afirmar que a gasolina não iria subir, se de Pinóquio tivesse o nariz, Dilma Rousseff estaria infeliz.

Roberto Twiaschor

Capital

Resposta

Fui citado injustamente por um leitor nesta coluna. Exceto pela injusta e incorreta inclusão de meu nome entre os vereadores que, segundo o leitor Lúcio Marques (Vergonha!, dia 16), ‘barganharam' a rejeição do desconto do IPTU, devo parabenizá-lo porque está atento no exercício da cidadania. Foi lamentável o que ocorreu. Era de minha autoria o projeto que tentava recuperar o desconto de 10% do IPTU para pagamento à vista e mais 5% com a quitação em dia do carnê do ano anterior. Consegui assinatura de 12 vereadores. Porém, depois que o prefeito vetou, quatro deles voltaram atrás e se aliaram à bancada do PT para derrubar o projeto. Naturalmente, votei pela derrubada do veto. Perderam, mais uma vez, população de São Bernardo e, em especial, contribuintes do IPTU.

Admir Ferro, vereador

pelo PSDB de São Bernardo

]Ética

Descendo ladeira abaixo lá vão o decoro e a ética dos políticos brasileiros. A última notícia, que seria hilária se não fosse indecente, é que Renan Calheiros e um grupo indicado por José Sarney formarão o Conselho de Ética do Senado. Pergunto: de que ‘ética' estarão tratando

Leila E. Leitão

Capital



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Dgabc

29/04/2011 | 00:00


Meu falecido pai sempre me dizia que a preservação das florestas era a preservação da própria raça humana, mas, em momento algum, uma árvore deveria valer mais que uma vida humana. Não vou aqui defender a remoção ou o tratamento da velha figueira, no Parque Celso Daniel, em Santo André, pois não tenho embasamento técnico para tanto, vou sim defender agilidade na decisão, pois o descaso dos órgãos competentes, aliado ao radicalismo de ecologistas de butique, fará com que nossa velha amiga faça novas vítimas em breve.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Consequências

Nos meus áureos tempos de criança, quando íamos para a escola, ficávamos em um pátio à espera do toque de uma sineta indicando para que os alunos se organizassem em filas. Em seguida, todos em silêncio, adentravam às suas respectivas salas de aula, entoando o Hino Nacional. Quando da visita de alguém, todos imediatamente se punham em pé. Havia ordem, disciplina, civismo, educação, respeito. Mas o tempo foi passando. Hoje, alunos não respeitam professores, estes não conseguem se impor com autoridade sobre seus alunos, os pais se enganam pensando que seus filhos vão receber educação na escola quando, na verdade, a educação deve ou deveria vir de casa. A visita chega na escola, entra na sala sem pedir licença e dispara suas armas matando 12 inocentes crianças. Eis o progresso que chega e atua a seu bel-prazer sem nenhuma estrutura com visão para o futuro e suas consequências. Bom ou ruim, que cada um responda de acordo com sua maneira de pensar, julgar.

Américo Del Corto

Ribeirão Pires

Cartões

De um lado o consumidor, o mais fraco, de outro os comerciantes, e na outra ponta os grandes conglomerados bancários e donos das bandeiras de cartões de débito, crédito ou qualquer outro tipo de transação. Nos comércios são normais placas com os avisos que só aceitam cartões de débito se forem consumidos mais de R$ 5. Para cartões de crédito, então, já vi placas avisando sobre consumo de até R$ 30. Comerciantes e bancos brigam sobre as taxas cobradas pelas maquininhas, mas a conta quem paga somos nós. Associações comerciais, federação de bancos, órgãos de defesa do consumidor emitem um silêncio tendencioso. A lei então é mero detalhe. Quem nos ajudará?

Roberto Gomes da Silva

Santo André

Mentira

Ao afirmar que a gasolina não iria subir, se de Pinóquio tivesse o nariz, Dilma Rousseff estaria infeliz.

Roberto Twiaschor

Capital

Resposta

Fui citado injustamente por um leitor nesta coluna. Exceto pela injusta e incorreta inclusão de meu nome entre os vereadores que, segundo o leitor Lúcio Marques (Vergonha!, dia 16), ‘barganharam' a rejeição do desconto do IPTU, devo parabenizá-lo porque está atento no exercício da cidadania. Foi lamentável o que ocorreu. Era de minha autoria o projeto que tentava recuperar o desconto de 10% do IPTU para pagamento à vista e mais 5% com a quitação em dia do carnê do ano anterior. Consegui assinatura de 12 vereadores. Porém, depois que o prefeito vetou, quatro deles voltaram atrás e se aliaram à bancada do PT para derrubar o projeto. Naturalmente, votei pela derrubada do veto. Perderam, mais uma vez, população de São Bernardo e, em especial, contribuintes do IPTU.

Admir Ferro, vereador

pelo PSDB de São Bernardo

]Ética

Descendo ladeira abaixo lá vão o decoro e a ética dos políticos brasileiros. A última notícia, que seria hilária se não fosse indecente, é que Renan Calheiros e um grupo indicado por José Sarney formarão o Conselho de Ética do Senado. Pergunto: de que ‘ética' estarão tratando

Leila E. Leitão

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