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BNDES estuda alongar as dívidas do setor elétrico



09/07/2003 | 00:34


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) está estudando a criação de mecanismos para alongar e reduzir as dívidas do setor elétrico, afirmou na terça-feira o superintendente da Área de Infra-estrutura do banco, João Carlos Cavalcanti. O executivo, que participava do 3º Fórum Brasileiro de Energia Elétrica, estimou em um a dois meses o prazo para a definição dos instrumentos a serem utilizados para renegociar a situação dos grupos em atuação no país, “caso a caso”.

Até o fim de maio, o débito do setor chegava a R$ 56,8 bilhões, segundo levantamento da consultoria Economática com 26 empresas. “A busca desse alongamento atende tanto aos anseios do setor quanto a preocupações do próprio governo”, disse Cavalcanti. O superintendente do BNDES evitou detalhar o que vem sendo estudado pelo banco, mas adiantou que poderão ser utilizados para o alongamento das dívidas o lançamento de debêntures conversíveis em ações, entre outras alternativas. “Não pensamos em usar simplesmente títulos de dívida”, explicou.

A AES Eletropaulo, que está inadimplente junto ao BNDES, não está entre as empresas a serem atendidas pelo mecanismo, adiantou o executivo.

Estatais – Outro assunto sobre o qual o banco “está debruçado”, segundo Cavalcanti, é o estudo de maneiras para assegurar que as estatais do setor possam ser contempladas com financiamentos. “Temos de fazer com que os projetos do setor elétrico sejam viabilizados se quisermos evitar uma escassez de energia a partir de 2007”, disse ele, em referência ao cenário de crise de oferta apresentado na véspera pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, no caso de o país retomar uma trajetória de crescimento econômico. “Queremos apoiar os investimentos estratégicos para o país, como os projetos de Belo Monte e do Rio Madeira.”



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BNDES estuda alongar as dívidas do setor elétrico


09/07/2003 | 00:34


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) está estudando a criação de mecanismos para alongar e reduzir as dívidas do setor elétrico, afirmou na terça-feira o superintendente da Área de Infra-estrutura do banco, João Carlos Cavalcanti. O executivo, que participava do 3º Fórum Brasileiro de Energia Elétrica, estimou em um a dois meses o prazo para a definição dos instrumentos a serem utilizados para renegociar a situação dos grupos em atuação no país, “caso a caso”.

Até o fim de maio, o débito do setor chegava a R$ 56,8 bilhões, segundo levantamento da consultoria Economática com 26 empresas. “A busca desse alongamento atende tanto aos anseios do setor quanto a preocupações do próprio governo”, disse Cavalcanti. O superintendente do BNDES evitou detalhar o que vem sendo estudado pelo banco, mas adiantou que poderão ser utilizados para o alongamento das dívidas o lançamento de debêntures conversíveis em ações, entre outras alternativas. “Não pensamos em usar simplesmente títulos de dívida”, explicou.

A AES Eletropaulo, que está inadimplente junto ao BNDES, não está entre as empresas a serem atendidas pelo mecanismo, adiantou o executivo.

Estatais – Outro assunto sobre o qual o banco “está debruçado”, segundo Cavalcanti, é o estudo de maneiras para assegurar que as estatais do setor possam ser contempladas com financiamentos. “Temos de fazer com que os projetos do setor elétrico sejam viabilizados se quisermos evitar uma escassez de energia a partir de 2007”, disse ele, em referência ao cenário de crise de oferta apresentado na véspera pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, no caso de o país retomar uma trajetória de crescimento econômico. “Queremos apoiar os investimentos estratégicos para o país, como os projetos de Belo Monte e do Rio Madeira.”

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