Fechar
Publicidade

Sábado, 25 de Setembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Turismo

turismo@dgabc.com.br | 4435-8367

‘Monstro’ leva 1 milhão de turistas por ano ao Lago Ness

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

28/11/2019 | 07:00


Há quem jure de pés juntos que já tenha visto o temível monstro do Lago Ness. Seria um animal esguio, com enorme pescoço e semblante ameaçador, que vive nas profundezas das águas turvas. Mas tudo não passa de uma das lendas urbanas mais antigas que existem, que serviu ao menos para popularizar aquele cantinho da Escócia, que recebe mais de 1 milhão de turistas por ano apenas na expectativa de se deparar com a terrível criatura.

A lenda começou há muito tempo. O primeiro a denunciar a criatura foi o missionário irlandês São Columba, em 565 d.C.. De lá para cá, muitas outras aparições teriam ocorrido, mas a fama ganhou outra proporção na década de 1930, quando o cirurgião-dentista e coronel britânico Robert Wilson garantiu ter fotografado o monstro. A imagem, de animal que mais parecia o plesiossauro, extinto há 65,5 milhões de anos, estampou páginas dos jornais locais e até do The Daily Mail, um dos mais populares na Grã-Bretanha, causando curiosidade em várias partes do mundo. Apenas 60 anos depois o mistério foi desfeito e Robert Wilson assumiu que o retrato tinha sido produzido com um submarino de brinquedo.

Recentemente, em setembro, todas as chances de ter existido ali um monstro foram derrubadas por meio de estudo realizado por pesquisadores da Nova Zelândia. Eles catalogaram as espécies vivas no Lago Ness e extraíram amostras de DNA da água. O resultado mostrou que não foram encontradas evidências de répteis marinhos pré-históricos, ou peixes enormes como o esturjão, que chega a alcançar oito metros de comprimento, algumas das teorias relacionadas ao monstro.

Os pesquisadores acreditam que existam ali enguias europeias, já que foram encontrados DNAs desse animais na água. “Nossos dados não revelam o tamanho dessas enguias, mas a grande quantidade de material (genético) mostra que não podemos descartar a possibilidade de que haja enguias gigantes no Lago Ness”, comentou o geneticista da universidade neozelandesa de Otago, Neil Gemmell.

Mesmo sem monstro, o Lago Ness é belíssimo. São 230 metros de profundidade e serve como borda para o Castelo de Urquhart, construído no século XIII e que está em ruínas. Os visitantes conseguem conhecer cinco pavimentos até a Torre Grant, de onde se tem vista magnífica do lago. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;