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Seta: use sem moderação

Imagine uma cidade, um estado ou o país inteiro sem carros, caminhões e ônibus


Cristina Baddini

29/07/2011 | 00:00


Imagine uma cidade, um estado ou o país inteiro sem carros, caminhões e ônibus. Ao contrário disso, o mundo já tem mais de 1 bilhão de veículos com seus respectivos motoristas. Em 25 de julho comemoramos o Dia de São Cristóvão. Uma data especial em que também homenageamos os profissionais do volante, pois 25 de julho também é o Dia do Motorista.

Sejam os motoristas de táxi, de ônibus ou caminhões, são eles que vivem tensos ante a possibilidade de assaltos; que enfrentam, no dia a dia, a imperícia daqueles que dirigem sem cuidado e tornam o trânsito cada vez mais problemático e estressante; que suportam os ruídos das ruas e a irritação de passageiros nervosos. São eles, os motoristas que ficam expostos às neuroses mas têm que manter a calma e a serenidade.

O caminhoneiro, em especial, enfrenta as suas jornadas pelas estradas cheias de surpresas e perigos, que escreve sobre o asfalto a história do nosso progresso; motorista das longas vigílias, que passa dias e dias distante da família, enfrentando estradas boas e más sob sol e chuva, à mercê dos defeitos mecânicos e também expostos à imprudência de alguns irresponsáveis que eventualmente dirigem pelos mesmos caminhos.

Motoristas que enfrentam os congestionamentos que crescem geometricamente em relação a um quadro já crítico nas principais cidades brasileiras.

Seja qual for o motorista desejo homenageá-lo. 

A DURA REALIDADE
Além de pagar um preço caro pelos nossos carros, nós, os motoristas brasileiros, estamos condenados, pelo menos por algum tempo, a comprar veículos já superados tecnicamente. Nossos carros são menos confortáveis, consomem e poluem mais e são menos seguros do que os lançados no exterior nos últimos cinco ou dez anos. A razão é que os grandes grupos internacionais têm políticas globais e o Brasil foi escolhido para ser um grande fabricante de carros baratos, para serem vendidos por aqui mesmo ou para países de baixa renda.

Além disto, a imprudência e o mau treinamento dos novos condutores são as causas principais do grande número de acidentes de trânsito no País. A fiscalização do Estado e a educação precisam ser intensificadas. 

MOTORISTA E PEDESTRES
O ponto de encontro entre motoristas e pedestres é quando estes cruzam a via. Quase nenhum motorista respeita o pedestre que deseja atravessar uma rua na faixa. As sociedades que conseguem respeitar a faixa de travessia terão dado um considerável salto de qualidade no tocante à proteção à vida no trânsito. Isto sem falar no descaso de motoristas que deixam de fazer o uso da seta para as mudanças de movimento ou de faixa e não percebem que assim procedendo, estão prejudicando e colocando em risco a vida de pedestres, ciclistas, motociclistas e até os demais motoristas.

Motorista, faça a sua parte. Diminua o uso do seu automóvel, reduza os impactos negativos ao nosso planeta tornando-o ainda mais belo e sem poluição. A ideia é incentivar a sociedade a adotar transportes alternativos, como a caminhada, a bicicleta ou a carona solidária. 

RECOMENDAÇÕES
Você que ‘pilota' uma bicicleta ou uma moto, um carro de passeio, uma caminhonete ou uma carreta de 35 toneladas: respeite as leis do trânsito, seja prudente, dê a seta, preserve a sua vida e a do próximo e volte para a sua família com alegria e a satisfação do dever cumprido. Que o seu trabalho seja sempre reconhecido e admirado no carro da família, no táxi que gira pela cidade agitada, no ônibus que vai e volta num repetido trajeto ou no caminhão que atravessa o Brasil por nossas longas estradas.

Esperamos que todos os motoristas profissionais e por extensão, também os amadores, encontrem no seu trabalho e ao lado da sua família, o seu progresso e a sua realização pessoal e profissional.



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Seta: use sem moderação

Imagine uma cidade, um estado ou o país inteiro sem carros, caminhões e ônibus

Cristina Baddini

29/07/2011 | 00:00


Imagine uma cidade, um estado ou o país inteiro sem carros, caminhões e ônibus. Ao contrário disso, o mundo já tem mais de 1 bilhão de veículos com seus respectivos motoristas. Em 25 de julho comemoramos o Dia de São Cristóvão. Uma data especial em que também homenageamos os profissionais do volante, pois 25 de julho também é o Dia do Motorista.

Sejam os motoristas de táxi, de ônibus ou caminhões, são eles que vivem tensos ante a possibilidade de assaltos; que enfrentam, no dia a dia, a imperícia daqueles que dirigem sem cuidado e tornam o trânsito cada vez mais problemático e estressante; que suportam os ruídos das ruas e a irritação de passageiros nervosos. São eles, os motoristas que ficam expostos às neuroses mas têm que manter a calma e a serenidade.

O caminhoneiro, em especial, enfrenta as suas jornadas pelas estradas cheias de surpresas e perigos, que escreve sobre o asfalto a história do nosso progresso; motorista das longas vigílias, que passa dias e dias distante da família, enfrentando estradas boas e más sob sol e chuva, à mercê dos defeitos mecânicos e também expostos à imprudência de alguns irresponsáveis que eventualmente dirigem pelos mesmos caminhos.

Motoristas que enfrentam os congestionamentos que crescem geometricamente em relação a um quadro já crítico nas principais cidades brasileiras.

Seja qual for o motorista desejo homenageá-lo. 

A DURA REALIDADE
Além de pagar um preço caro pelos nossos carros, nós, os motoristas brasileiros, estamos condenados, pelo menos por algum tempo, a comprar veículos já superados tecnicamente. Nossos carros são menos confortáveis, consomem e poluem mais e são menos seguros do que os lançados no exterior nos últimos cinco ou dez anos. A razão é que os grandes grupos internacionais têm políticas globais e o Brasil foi escolhido para ser um grande fabricante de carros baratos, para serem vendidos por aqui mesmo ou para países de baixa renda.

Além disto, a imprudência e o mau treinamento dos novos condutores são as causas principais do grande número de acidentes de trânsito no País. A fiscalização do Estado e a educação precisam ser intensificadas. 

MOTORISTA E PEDESTRES
O ponto de encontro entre motoristas e pedestres é quando estes cruzam a via. Quase nenhum motorista respeita o pedestre que deseja atravessar uma rua na faixa. As sociedades que conseguem respeitar a faixa de travessia terão dado um considerável salto de qualidade no tocante à proteção à vida no trânsito. Isto sem falar no descaso de motoristas que deixam de fazer o uso da seta para as mudanças de movimento ou de faixa e não percebem que assim procedendo, estão prejudicando e colocando em risco a vida de pedestres, ciclistas, motociclistas e até os demais motoristas.

Motorista, faça a sua parte. Diminua o uso do seu automóvel, reduza os impactos negativos ao nosso planeta tornando-o ainda mais belo e sem poluição. A ideia é incentivar a sociedade a adotar transportes alternativos, como a caminhada, a bicicleta ou a carona solidária. 

RECOMENDAÇÕES
Você que ‘pilota' uma bicicleta ou uma moto, um carro de passeio, uma caminhonete ou uma carreta de 35 toneladas: respeite as leis do trânsito, seja prudente, dê a seta, preserve a sua vida e a do próximo e volte para a sua família com alegria e a satisfação do dever cumprido. Que o seu trabalho seja sempre reconhecido e admirado no carro da família, no táxi que gira pela cidade agitada, no ônibus que vai e volta num repetido trajeto ou no caminhão que atravessa o Brasil por nossas longas estradas.

Esperamos que todos os motoristas profissionais e por extensão, também os amadores, encontrem no seu trabalho e ao lado da sua família, o seu progresso e a sua realização pessoal e profissional.

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