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Lula costura união na região por 2018

Estadão Conteúdo  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-presidente atuará pessoalmente para aparar arestas em diretórios petistas no Grande ABC


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

31/08/2015 | 07:00


A reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a bancada de vereadores do PT de São Bernardo e deputados do diretório local foi só a primeira ação do ex-chefe da Nação no processo de unificação de candidaturas a prefeito em 2016 como preparação de terreno para seu retorno às urnas em 2018. Na sexta-feira, a uma rádio de Minas Gerais, ele admitiu que pode brigar novamente pela Presidência da República.

Nos próximos meses, Lula entrará diretamente no jogo para aparar arestas em executivas do Grande ABC, principalmente naquelas em que haverá aposta de projeto de reeleição. Em Santo André e em Mauá, onde Carlos Grana e Donisete Braga, respectivamente, tentarão estender seus mandatos, ainda há ruídos com blocos internos.

Em avaliação interna, Lula vê possibilidade de perdas de cidades importantes que hoje estão sob comando de petistas, muito pelos reflexos da Operação Lava Jato, que levou à cadeia políticos graúdos do PT. O Grande ABC ainda é considerado região onde o petismo tem forte influência.

No território andreense, Grana convive com o ex-deputado federal Vanderlei Siraque (PT) à procura de destaque no governo. O ex-parlamentar já se colocou à disposição para assumir a FUABC (Fundação do ABC), em indicação de Santo André no rodízio da presidência, ou ocupar a vice na chapa de 2016. Em Mauá, Donisete lida com ameaças de dissidências – entre eles o vereador Wagner Rubinelli, o secretário de Serviços Urbanos, Rogério Santana e o ex-vice-prefeito Paulo Eugenio Pereira Júnior (que na semana passada criticou publicamente a escolha de Donisete para a Secretaria de Saúde).

A conversa com petistas de São Bernardo na segunda-feira foi feita justamente para jogar balde de água fria em militantes que defendem que o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira seja o nome do PT à sucessão do prefeito Luiz Marinho (PT). O chefe do Executivo escolheu que lançará o secretário de Serviços Urbanos, Tarcisio Secoli, mas não conseguiu ainda construir consenso em torno de seu afilhado, até porque Tarcisio sofre para decolar nas pesquisas. Por isso, recorreu ao cacique petista.

Outro movimento de Lula com vistas a 2018 já acontece em Diadema. Ele é fiador da campanha do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT), que neste mês foi exonerado da Secretaria de Saúde da Capital para iniciar diálogo em torno de plano de regresso ao comando do Paço diademense. Sem Filippi, o diretório se dividiu: parte queria os vereadores José Antônio da Silva ou Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e outro setor sustentava que o nome teria de ser o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho. 



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Lula costura união na região por 2018

Ex-presidente atuará pessoalmente para aparar arestas em diretórios petistas no Grande ABC

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

31/08/2015 | 07:00


A reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a bancada de vereadores do PT de São Bernardo e deputados do diretório local foi só a primeira ação do ex-chefe da Nação no processo de unificação de candidaturas a prefeito em 2016 como preparação de terreno para seu retorno às urnas em 2018. Na sexta-feira, a uma rádio de Minas Gerais, ele admitiu que pode brigar novamente pela Presidência da República.

Nos próximos meses, Lula entrará diretamente no jogo para aparar arestas em executivas do Grande ABC, principalmente naquelas em que haverá aposta de projeto de reeleição. Em Santo André e em Mauá, onde Carlos Grana e Donisete Braga, respectivamente, tentarão estender seus mandatos, ainda há ruídos com blocos internos.

Em avaliação interna, Lula vê possibilidade de perdas de cidades importantes que hoje estão sob comando de petistas, muito pelos reflexos da Operação Lava Jato, que levou à cadeia políticos graúdos do PT. O Grande ABC ainda é considerado região onde o petismo tem forte influência.

No território andreense, Grana convive com o ex-deputado federal Vanderlei Siraque (PT) à procura de destaque no governo. O ex-parlamentar já se colocou à disposição para assumir a FUABC (Fundação do ABC), em indicação de Santo André no rodízio da presidência, ou ocupar a vice na chapa de 2016. Em Mauá, Donisete lida com ameaças de dissidências – entre eles o vereador Wagner Rubinelli, o secretário de Serviços Urbanos, Rogério Santana e o ex-vice-prefeito Paulo Eugenio Pereira Júnior (que na semana passada criticou publicamente a escolha de Donisete para a Secretaria de Saúde).

A conversa com petistas de São Bernardo na segunda-feira foi feita justamente para jogar balde de água fria em militantes que defendem que o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira seja o nome do PT à sucessão do prefeito Luiz Marinho (PT). O chefe do Executivo escolheu que lançará o secretário de Serviços Urbanos, Tarcisio Secoli, mas não conseguiu ainda construir consenso em torno de seu afilhado, até porque Tarcisio sofre para decolar nas pesquisas. Por isso, recorreu ao cacique petista.

Outro movimento de Lula com vistas a 2018 já acontece em Diadema. Ele é fiador da campanha do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT), que neste mês foi exonerado da Secretaria de Saúde da Capital para iniciar diálogo em torno de plano de regresso ao comando do Paço diademense. Sem Filippi, o diretório se dividiu: parte queria os vereadores José Antônio da Silva ou Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e outro setor sustentava que o nome teria de ser o deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho. 

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