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Escola orienta alunos sobre lixo eletrônico

Marina Brandão/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Yago Delbuoni
especial para o Diário

31/08/2015 | 07:07


Atualizada em 3 de setembro, às 16h04

A Escola Municipal Arquiteto Oscar Niemeyer, no bairro Oswaldo Cruz, em São Caetano, arrecadou 204,5 quilos de materiais eletrônicos, em uma campanha que visa de conscientização ao meio ambiente.

O objetivo é seguir angariando materiais como computadores e celulares e repassar às empresas direcionadas a lidar com cada item descartado, proporcionando processamento correto, antes da destinação a reciclagem. 

A escola não recebe apenas pilhas, lâmpadas (por uma questão de segurança dos alunos), toners, cartuchos e aparelhos muito grandes, como fogões ou geladeiras.

A campanha foi iniciada em 3 de julho e contou com a participação de alunos e professores da instituição.

No material distribuído pela escola, é explicado também que equipamentos eletrônicos, quando deixados em casa depositados ou manipulados de maneira incorreta, prejudicam o meio ambiente, podendo trazer riscos à saúde.

O montante recolhido já foi encaminhado às empresas para o processo de adequações, sendo enviada a reciclagem. A passagem correta dos materiais eletrônicos proporcionou economia de 84 m³ de água, o correspondente a 84 mil litros do recurso natural que deixaram de ser utilizados no processo de reciclagem. Outro benefício da ação é que 1,1 tonelada de gás carbônico (CO²), que prejudica o ar, deixou de ser emitida.

Um dos que motivaram a iniciativa foi o professor de Matemática Armando Pereira, 42 anos. Ele disse que o projeto tem uma função pedagógica.“A iniciativa não é apenas dar o caminho correto. O importante é propagar a mensagem do destino correto dos materiais.”

Para o professor, o maior desafio da campanha é lidar com apego com o aparato eletrônico. “Quando se compra um computador, ou qualquer aparelho e o antigo fica em desuso, a pessoa cria um apreço por causa do valor gasto. Nossa meta é ajudar na destinação correta”.

Uma das alunas que pratica a iniciativa é a Beatriz dos Santos Marciano, 15. Ela acredita que é importante a escola ter um ponto fixo de descarte de material deste tipo. “Se colocar o lixo eletrônico junto ao comum, aumenta a quantidade de resíduo e contamina o solo”,

O material pode ser entregue na unidade, que fica na Avenida Paraíso, 600, Bairro Oswaldo Cruz de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
 



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Escola orienta alunos sobre lixo eletrônico

Yago Delbuoni
especial para o Diário

31/08/2015 | 07:07


Atualizada em 3 de setembro, às 16h04

A Escola Municipal Arquiteto Oscar Niemeyer, no bairro Oswaldo Cruz, em São Caetano, arrecadou 204,5 quilos de materiais eletrônicos, em uma campanha que visa de conscientização ao meio ambiente.

O objetivo é seguir angariando materiais como computadores e celulares e repassar às empresas direcionadas a lidar com cada item descartado, proporcionando processamento correto, antes da destinação a reciclagem. 

A escola não recebe apenas pilhas, lâmpadas (por uma questão de segurança dos alunos), toners, cartuchos e aparelhos muito grandes, como fogões ou geladeiras.

A campanha foi iniciada em 3 de julho e contou com a participação de alunos e professores da instituição.

No material distribuído pela escola, é explicado também que equipamentos eletrônicos, quando deixados em casa depositados ou manipulados de maneira incorreta, prejudicam o meio ambiente, podendo trazer riscos à saúde.

O montante recolhido já foi encaminhado às empresas para o processo de adequações, sendo enviada a reciclagem. A passagem correta dos materiais eletrônicos proporcionou economia de 84 m³ de água, o correspondente a 84 mil litros do recurso natural que deixaram de ser utilizados no processo de reciclagem. Outro benefício da ação é que 1,1 tonelada de gás carbônico (CO²), que prejudica o ar, deixou de ser emitida.

Um dos que motivaram a iniciativa foi o professor de Matemática Armando Pereira, 42 anos. Ele disse que o projeto tem uma função pedagógica.“A iniciativa não é apenas dar o caminho correto. O importante é propagar a mensagem do destino correto dos materiais.”

Para o professor, o maior desafio da campanha é lidar com apego com o aparato eletrônico. “Quando se compra um computador, ou qualquer aparelho e o antigo fica em desuso, a pessoa cria um apreço por causa do valor gasto. Nossa meta é ajudar na destinação correta”.

Uma das alunas que pratica a iniciativa é a Beatriz dos Santos Marciano, 15. Ela acredita que é importante a escola ter um ponto fixo de descarte de material deste tipo. “Se colocar o lixo eletrônico junto ao comum, aumenta a quantidade de resíduo e contamina o solo”,

O material pode ser entregue na unidade, que fica na Avenida Paraíso, 600, Bairro Oswaldo Cruz de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
 

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