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Líderes nas pesquisas, PSL, Rede e PDT sofrem na região

Wilson Dias / Agência Brasil   Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Siglas de Bolsonaro, Marina e Ciro têm raros filiados e pouca representatividade política


Daniel Tossato

22/07/2018 | 07:02


Apesar de liderarem as pesquisas de intenções de voto para o Palácio do Planalto quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), hoje preso, é retirado das sondagens, os partidos de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) ainda demonstram pouca expressividade no Grande ABC.

Dentre essas três legendas, o PDT é a que tem a maior número de filiados nas sete cidades e também conta com bancada de políticos de nomes mais conhecidos do eleitor da região. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), há 13.350 militantes pedetistas (veja quadro completo ao lado). Além disso, PDT tem cinco vereadores em quatro das sete cidades que formam o Grande ABC – Zezão Mendes (Santo André), Ramon Ramos (São Bernardo), Cincinato Freire e Fernando Rubinelli (Mauá), além de Silvio Meneses (Rio Grande da Serra). Em Mauá, aliás, é onde há maior número de filiados: 4.672. 

“Em 2012, fomos o segundo partido mais votado em Mauá, atingindo 37 mil votos (31,2 mil segundo a Justiça Eleitoral) nas eleições daquele ano”, frisa Cincinato. “Temos um relacionamento muito próximo com os principais diretórios do partido e até com o candidato Ciro Gomes”, pontuou. 

Ainda que recente, a Rede Sustentabilidade tem a presidenciável Marina Silva como maior expoente. A sigla teve início, de fato, em 2015, e participa de sua segunda eleição. O partido não elegeu político para atuar nas câmaras da região, porém seus representantes acreditam que no pleito deste ano isso pode mudar. 

“O partido surgiu em um período crítico para a política do País. Ainda vivemos a negação da política”, diz o ex-vereador de Mauá Rogério Santana, que saiu do PT para a Rede. “Queremos fazer a filiação de pessoas que realmente militam e que façam isso por vontade própria”, argumenta. A Rede conta com somente 211 filiados em todo o Grande ABC, tendo Mauá como a cidade com o maior número de integrantes, 67.

Formado em 1994, o PSL ficou por muito tempo na ala dos partidos nanicos e só retornou aos holofotes neste ano, quando o deputado federal Jair Bolsonaro escolheu a legenda para se lançar candidato ao Palácio do Planalto. 

Apesar do fenômeno Bolsonaro, o PSL foi o único desses partidos que apresentou queda no número de filiados entre 2016 e neste ano. “Estamos passando por uma reestruturação nacional. O partido também não está querendo (o dinheiro do) Fundo Partidário, por isso ainda somos pequenos”, explica a presidente do PSL em São Caetano, Rosângela Negrão. O auge do PSL na região foi em 2008, quando Alemão do Cruzado se elegeu vereador de Santo André, com 1.766 votos. “Nossa luta é contra o comunismo, o aborto e todo o viés de esquerda que toma conta do País”, comenta Rosângela. 



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Líderes nas pesquisas, PSL, Rede e PDT sofrem na região

Siglas de Bolsonaro, Marina e Ciro têm raros filiados e pouca representatividade política

Daniel Tossato

22/07/2018 | 07:02


Apesar de liderarem as pesquisas de intenções de voto para o Palácio do Planalto quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), hoje preso, é retirado das sondagens, os partidos de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) ainda demonstram pouca expressividade no Grande ABC.

Dentre essas três legendas, o PDT é a que tem a maior número de filiados nas sete cidades e também conta com bancada de políticos de nomes mais conhecidos do eleitor da região. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), há 13.350 militantes pedetistas (veja quadro completo ao lado). Além disso, PDT tem cinco vereadores em quatro das sete cidades que formam o Grande ABC – Zezão Mendes (Santo André), Ramon Ramos (São Bernardo), Cincinato Freire e Fernando Rubinelli (Mauá), além de Silvio Meneses (Rio Grande da Serra). Em Mauá, aliás, é onde há maior número de filiados: 4.672. 

“Em 2012, fomos o segundo partido mais votado em Mauá, atingindo 37 mil votos (31,2 mil segundo a Justiça Eleitoral) nas eleições daquele ano”, frisa Cincinato. “Temos um relacionamento muito próximo com os principais diretórios do partido e até com o candidato Ciro Gomes”, pontuou. 

Ainda que recente, a Rede Sustentabilidade tem a presidenciável Marina Silva como maior expoente. A sigla teve início, de fato, em 2015, e participa de sua segunda eleição. O partido não elegeu político para atuar nas câmaras da região, porém seus representantes acreditam que no pleito deste ano isso pode mudar. 

“O partido surgiu em um período crítico para a política do País. Ainda vivemos a negação da política”, diz o ex-vereador de Mauá Rogério Santana, que saiu do PT para a Rede. “Queremos fazer a filiação de pessoas que realmente militam e que façam isso por vontade própria”, argumenta. A Rede conta com somente 211 filiados em todo o Grande ABC, tendo Mauá como a cidade com o maior número de integrantes, 67.

Formado em 1994, o PSL ficou por muito tempo na ala dos partidos nanicos e só retornou aos holofotes neste ano, quando o deputado federal Jair Bolsonaro escolheu a legenda para se lançar candidato ao Palácio do Planalto. 

Apesar do fenômeno Bolsonaro, o PSL foi o único desses partidos que apresentou queda no número de filiados entre 2016 e neste ano. “Estamos passando por uma reestruturação nacional. O partido também não está querendo (o dinheiro do) Fundo Partidário, por isso ainda somos pequenos”, explica a presidente do PSL em São Caetano, Rosângela Negrão. O auge do PSL na região foi em 2008, quando Alemão do Cruzado se elegeu vereador de Santo André, com 1.766 votos. “Nossa luta é contra o comunismo, o aborto e todo o viés de esquerda que toma conta do País”, comenta Rosângela. 

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