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Humor do bem


Sara Saar
Do Diário do Grande ABC

09/04/2011 | 07:00


Destinado ao entretenimento, o programa "Legendários" faz o seu primeiro aniversário na Rede Record. "É muito bom ver os nossos números (em média de audiência, são sete pontos no Brasil e oito na Grande São Paulo), completar um ano em segundo lugar absoluto, chegar ao primeiro algumas vezes em tão pouco tempo", comemora o apresentador Marcos Mion, que se descreve como um homem jovem, moderno, alto-astral e, às vezes, contestador.

Sem edição especial de aniversário, a atração exibirá hoje, a partir das 23h, a visita de João Gordo à casa de Luciano Szafir; o dia de paparazzi vivido pela histérica Teena (Miá Mello) em Los Angeles, onde encontrou a atriz Lindsay Lohan; entre outros quadros.

BALANÇO
Desde a estreia, o programa recebeu muitas adaptações. "Quando achar que não temos mais nada para desenvolver, estarei dando o primeiro passo para trás", afirma Mion.

Sem formato definido, "Legendários" é criado diariamente. "Isto gera uma liberdade tremenda e apresenta um delicioso desafio, mas ao mesmo tempo nos escraviza de forma positiva, pois temos de buscar sempre algo melhor do que já fizemos", compara o também diretor artístico.

A proposta de Mion é desenvolver conteúdos divertidos, sem a obrigação de serem engraçados. "Temos de ser interessantes. Prender quem está assistindo, seja pelo riso, pela tensão ou pela emoção".

COMUNICADOR DE MASSA
Depois de ser visto como Enfant Terrible pela mídia brasileira, Mion afirma que não tem mais nada para provar no underground do humor e da TV. O desafio é se tornar um comunicador de massa, tendo como premissa a comédia do bem. "Não há espaço para ofensas, colocações de mau gosto. É necessário falar com uma multidão de trabalhadores que querem aliviar a tensão do dia a dia. A vida já é dura o suficiente", defende. Ele quer distância da graça ofensiva, capaz de apontar o dedo na cara de alguém que está sofrendo e rir desta pessoa.

Criticado por defender este ponto de vista, rebate: "Vejo estes iniciantes influenciados pelo humor norte-americano, mas eu já citava estes grandes humoristas em 2001. Passei desta fase de autoprovação, de querer chocar. Hoje quero ser mais Adam Sandler!".

Para Mion, ninguém pode sair impune. "Já vi muito humorista de Twitter rir da desgraça dos outros e ficar bravo quando riram da dele, o que mostra muita imaturidade".



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Humor do bem

Sara Saar
Do Diário do Grande ABC

09/04/2011 | 07:00


Destinado ao entretenimento, o programa "Legendários" faz o seu primeiro aniversário na Rede Record. "É muito bom ver os nossos números (em média de audiência, são sete pontos no Brasil e oito na Grande São Paulo), completar um ano em segundo lugar absoluto, chegar ao primeiro algumas vezes em tão pouco tempo", comemora o apresentador Marcos Mion, que se descreve como um homem jovem, moderno, alto-astral e, às vezes, contestador.

Sem edição especial de aniversário, a atração exibirá hoje, a partir das 23h, a visita de João Gordo à casa de Luciano Szafir; o dia de paparazzi vivido pela histérica Teena (Miá Mello) em Los Angeles, onde encontrou a atriz Lindsay Lohan; entre outros quadros.

BALANÇO
Desde a estreia, o programa recebeu muitas adaptações. "Quando achar que não temos mais nada para desenvolver, estarei dando o primeiro passo para trás", afirma Mion.

Sem formato definido, "Legendários" é criado diariamente. "Isto gera uma liberdade tremenda e apresenta um delicioso desafio, mas ao mesmo tempo nos escraviza de forma positiva, pois temos de buscar sempre algo melhor do que já fizemos", compara o também diretor artístico.

A proposta de Mion é desenvolver conteúdos divertidos, sem a obrigação de serem engraçados. "Temos de ser interessantes. Prender quem está assistindo, seja pelo riso, pela tensão ou pela emoção".

COMUNICADOR DE MASSA
Depois de ser visto como Enfant Terrible pela mídia brasileira, Mion afirma que não tem mais nada para provar no underground do humor e da TV. O desafio é se tornar um comunicador de massa, tendo como premissa a comédia do bem. "Não há espaço para ofensas, colocações de mau gosto. É necessário falar com uma multidão de trabalhadores que querem aliviar a tensão do dia a dia. A vida já é dura o suficiente", defende. Ele quer distância da graça ofensiva, capaz de apontar o dedo na cara de alguém que está sofrendo e rir desta pessoa.

Criticado por defender este ponto de vista, rebate: "Vejo estes iniciantes influenciados pelo humor norte-americano, mas eu já citava estes grandes humoristas em 2001. Passei desta fase de autoprovação, de querer chocar. Hoje quero ser mais Adam Sandler!".

Para Mion, ninguém pode sair impune. "Já vi muito humorista de Twitter rir da desgraça dos outros e ficar bravo quando riram da dele, o que mostra muita imaturidade".

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