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Guarda de Diadema está incomunicável


Luciana Yamashita
Do Diário do Grande ABC

08/02/2008 | 07:00


Quem precisar falar com a GCM (Guarda Civil Municipal) de Diadema não vai conseguir. Desde a mudança da sede, na semana passada, a corporação está instalada provisoriamente no subsolo da Fundação Florestan Fernandes. Até ontem à noite, os telefones ainda não tinham sido ligados.

A reportagem ligou para quatro números da Guarda durante dois dias para constatar a denúncia de guardas e as linhas só deram ocupado.

A secretária de Defesa Social, Regina Miki, assumiu o problema, mas disse que o 0800 da Central de Monitoramento da Defesa Social estava recebendo as ligações da população.

A reportagem do Diário ligou para o 0800-7705559 sem se identificar e o atendente informou que não dá para falar por telefone com a Guarda. Disse que “só é possível falar com a Guarda indo até a sede”. E que só poderia entrar em contato com a base se a ocorrência fosse “muito urgente” porque, segundo ele, a comunicação com a GCM “é difícil”.

O contato é feito, segundo ele, vem sendo feito por meio dos celulares pessoais dos guardas, que não podem ser passados aos munícipes. Eles repassam também as informações à Guarda por rádios.

ESTRUTURA

Guardas ouvidos pelo Diário, que preferem não ter a identidade revelada por medo de represálias, reclamam da falta de estrutura da sede provisória.

Eles dizem que desde que se mudaram, não foi ligado o sistema de alarme existente nos prédios públicos da cidade, Para funcionar, é preciso que as linhas de telefone estejam funcionando. Segundo eles, caso um alarme soe, o sinal não toca na GCM.

A antiga sede ficava no terreno onde será construído o Shopping Praça da Moça.

As obras começaram no dia 29 de janeiro, quando a Guarda teve de sair. A nova sede começou a ser construída no Parque dos Jesuítas e deverá ser entregue em cinco meses, segundo a Prefeitura.

“Ninguém deu satisfação para nós. É algo incompreensível. Não pensaram na Guarda nem na população”, afirma um guarda.


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