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Sem maioria na Câmara, Lauro segura projetos do governo

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

11/02/2017 | 07:00


O governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ainda não enviou projetos à Câmara. A avaliação de parlamentares é que há temor de derrota do Paço no Legislativo, já que o verde não tem apoio da maioria dos vereadores – apenas nove dos 21 parlamentares integram a base de sustentação do verde.

Pelo menos duas propostas do Executivo já estariam prontas, mas nenhuma delas chegou nas mesas dos vereadores. Uma diz respeito à reforma administrativa projetada por Lauro, com o intuito de alterar a estrutura de alguns setores administrativos do Paço, como secretarias e departamentos subordinados às Pastas. Em visita ao Legislativo há uma semana, o verde não deu previsão de quando enviará a proposta. “Quero enviar ainda neste ano”, sintetizou, na ocasião, alegando que não tem pressa em realizar as mudanças.

Outro projeto que estaria parado na mesa do prefeito seria nova edição do Refis (Programa de Recuperação Fiscal). Mesmo em meio à queda na arrecadação e à necessidade de ações que deem fôlego financeiro para o caixa da Prefeitura, a gestão Lauro ainda não encaminhou a proposta.

Líder do governo na Câmara, Célio Boi (PSB) disse desconhecer que o governo Lauro tenha projetos prontos para enviar à Casa, mas que não tenha encaminhado com receio de derrota. “Eu acredito que não há nenhum receio. Até porque os projetos que forem para a Câmara vamos fazer a discussão e tenho certeza que o que ir ao encontro da realidade da nossa cidade, não vai haver dificuldades para aprovar”, despistou.

Para o oposicionista Josa Queiroz (PT), que encabeça o chamado G-12 (grupo de parlamentares da oposição), o governo Lauro não envia propostas ao Legislativo porque “não tem certeza de vitória”. “O governo subestima o grupo, mas ao mesmo tempo não quer medir o tamanho do seu apoio”, avalia.

O G-12 impôs derrota ao governo Lauro já na primeira sessão do ano, no dia 2, quando emplacou maioria nas comissões da Casa.  



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Sem maioria na Câmara, Lauro segura projetos do governo

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

11/02/2017 | 07:00


O governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ainda não enviou projetos à Câmara. A avaliação de parlamentares é que há temor de derrota do Paço no Legislativo, já que o verde não tem apoio da maioria dos vereadores – apenas nove dos 21 parlamentares integram a base de sustentação do verde.

Pelo menos duas propostas do Executivo já estariam prontas, mas nenhuma delas chegou nas mesas dos vereadores. Uma diz respeito à reforma administrativa projetada por Lauro, com o intuito de alterar a estrutura de alguns setores administrativos do Paço, como secretarias e departamentos subordinados às Pastas. Em visita ao Legislativo há uma semana, o verde não deu previsão de quando enviará a proposta. “Quero enviar ainda neste ano”, sintetizou, na ocasião, alegando que não tem pressa em realizar as mudanças.

Outro projeto que estaria parado na mesa do prefeito seria nova edição do Refis (Programa de Recuperação Fiscal). Mesmo em meio à queda na arrecadação e à necessidade de ações que deem fôlego financeiro para o caixa da Prefeitura, a gestão Lauro ainda não encaminhou a proposta.

Líder do governo na Câmara, Célio Boi (PSB) disse desconhecer que o governo Lauro tenha projetos prontos para enviar à Casa, mas que não tenha encaminhado com receio de derrota. “Eu acredito que não há nenhum receio. Até porque os projetos que forem para a Câmara vamos fazer a discussão e tenho certeza que o que ir ao encontro da realidade da nossa cidade, não vai haver dificuldades para aprovar”, despistou.

Para o oposicionista Josa Queiroz (PT), que encabeça o chamado G-12 (grupo de parlamentares da oposição), o governo Lauro não envia propostas ao Legislativo porque “não tem certeza de vitória”. “O governo subestima o grupo, mas ao mesmo tempo não quer medir o tamanho do seu apoio”, avalia.

O G-12 impôs derrota ao governo Lauro já na primeira sessão do ano, no dia 2, quando emplacou maioria nas comissões da Casa.  

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