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Impugnado, Vladão afirma que juiz eleitoral foi 'ingênuo'


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

28/07/2012 | 07:12


O prefeiturável do PCB em Diadema, Vladão Trombini, disse que o juiz eleitoral André Mattos Soares foi "ingênuo" ao impugnar sua candidatura ao Paço.

Soares elencou dois problemas para indeferir o registro do comunista. O magistrado alegou que Vladão não encaminhou prestação de contas de 2008, quando concorreu à Prefeitura, e 2010, na tentativa por uma cadeira na Câmara dos Deputados. Além disso, justificou que o candidato a vice na chapa do PCB, Marcos Antônio da Silva, o Marcão, estava filiado no PPS desde de dezembro 1997 e, portanto, possuía dupla filiação.

"Foi ingenuidade do juiz que quis se pegar nesse tipo de confusão", reclamou Vladão, dizendo que já trocou seu vice (agora será Adílio Osmar de Oliveira) e que protocolou a prestação de contas pedida por Soares. "Não protocolei na China ou em Santos. Protocolei no cartório eleitoral mesmo, na zona 222ª (onde atua o magistrado)."

Vladão teve a contabilidade de campanha de 2008 rejeitada pelo então juiz eleitoral de Diadema Helmer Augusto Toqueton Amaral. A reprovação foi baseada na ausência de movimentação financeira, falta de comprovação e questionamentos de recibos não declarados pelo prefeiturável. As notas fiscais citadas pelo juiz se referem a R$ 4 de sobra de campanha e a um lançamento duplo de R$ 80 - há quatro anos, o comunista investiu R$ 800 na empreitada rumo ao Paço.

Juridicamente, o comunista teria de ser isentado no processo, por conta do princípio da insignificância financeira, principalmente em comparação aos gastos do prefeito Mário Reali (PT) e do ex-deputado estadual José Augusto da Silva Ramos (PSDB), que polarizaram o pleito de 2008. O petista investiu R$ 1.398.955,03, na corrida eleitoral, enquanto o tucano declarou R$ 1.414.784,07.

Vladão já recorreu no cartório da decisão da Justiça Eleitoral.



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Impugnado, Vladão afirma que juiz eleitoral foi 'ingênuo'

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

28/07/2012 | 07:12


O prefeiturável do PCB em Diadema, Vladão Trombini, disse que o juiz eleitoral André Mattos Soares foi "ingênuo" ao impugnar sua candidatura ao Paço.

Soares elencou dois problemas para indeferir o registro do comunista. O magistrado alegou que Vladão não encaminhou prestação de contas de 2008, quando concorreu à Prefeitura, e 2010, na tentativa por uma cadeira na Câmara dos Deputados. Além disso, justificou que o candidato a vice na chapa do PCB, Marcos Antônio da Silva, o Marcão, estava filiado no PPS desde de dezembro 1997 e, portanto, possuía dupla filiação.

"Foi ingenuidade do juiz que quis se pegar nesse tipo de confusão", reclamou Vladão, dizendo que já trocou seu vice (agora será Adílio Osmar de Oliveira) e que protocolou a prestação de contas pedida por Soares. "Não protocolei na China ou em Santos. Protocolei no cartório eleitoral mesmo, na zona 222ª (onde atua o magistrado)."

Vladão teve a contabilidade de campanha de 2008 rejeitada pelo então juiz eleitoral de Diadema Helmer Augusto Toqueton Amaral. A reprovação foi baseada na ausência de movimentação financeira, falta de comprovação e questionamentos de recibos não declarados pelo prefeiturável. As notas fiscais citadas pelo juiz se referem a R$ 4 de sobra de campanha e a um lançamento duplo de R$ 80 - há quatro anos, o comunista investiu R$ 800 na empreitada rumo ao Paço.

Juridicamente, o comunista teria de ser isentado no processo, por conta do princípio da insignificância financeira, principalmente em comparação aos gastos do prefeito Mário Reali (PT) e do ex-deputado estadual José Augusto da Silva Ramos (PSDB), que polarizaram o pleito de 2008. O petista investiu R$ 1.398.955,03, na corrida eleitoral, enquanto o tucano declarou R$ 1.414.784,07.

Vladão já recorreu no cartório da decisão da Justiça Eleitoral.

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