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Alunos convivem com ratos e morcegos


Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

09/05/2008 | 07:03


O mato alto e a sujeira jogada nos arredores da Escola Estadual Professor Waldomiro Guimarães, em Santo André, leva ratos, pombos e até morcegos para dentro do pátio do colégio. Alunos e funcionários são obrigados a conviver com os bichos diante da falta de limpeza constante no local.

O terreno toma conta de um quarteirão inteiro na Rua Dom Henrique, na Vila João Ramalho. E, como se trata de propriedade do Estado, o local não recebe limpeza do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). Representante do Grêmio Estudantil, Sandro Rodrigues dos Santos, 29 anos, faz supletivo na escola à noite e reclama da falta de cuidados.

"Durante a noite, a quantidade de ratos e morcegos no pátio é impressionante. Todo mundo comenta e pede providências, mas o Estado e a Prefeitura ficam fazendo jogo de empurra. Um joga a responsabilidade para o outro e ninguém resolve nada", conta.

O funcionário José Pascoal, que cuida da limpeza externa, afirma que já teve de matar alguns ratos. "Eles estão em todo lugar, mas principalmente onde há bastante sujeira. Precisa cortar o mato, não tem jeito", diz.

A diretora Zuleide Valento reconhece o problema e afirma que já acionou a Diretoria de Ensino de Santo André, por meio de ofício. "Não temos como fazer este tipo de trabalho, que exige equipamento específico. Nosso orçamento não dá conta, precisamos de verba extra para contratação do serviço", diz.

A responsável ainda pondera que o local está perto de área de manancial (nas margens da Represa Billings), que tem maior presença de bichos. "Eu nunca vi morcego aqui, mas acredito que possa ter por causa das características da região."

PRAZO
Procurada, a Secretaria da Educação do Estado garantiu que uma equipe será enviada ao local para iniciar os trabalhos de limpeza no terreno. A expectativa é finalizar o serviço até o início da próxima semana. De acordo com o governo, a demora no atendimento solicitado pela diretora aconteceu porque o ofício encaminhado apresentava erros, que tiveram de ser corrigidos.



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Alunos convivem com ratos e morcegos

Adriana Ferraz
Do Diário do Grande ABC

09/05/2008 | 07:03


O mato alto e a sujeira jogada nos arredores da Escola Estadual Professor Waldomiro Guimarães, em Santo André, leva ratos, pombos e até morcegos para dentro do pátio do colégio. Alunos e funcionários são obrigados a conviver com os bichos diante da falta de limpeza constante no local.

O terreno toma conta de um quarteirão inteiro na Rua Dom Henrique, na Vila João Ramalho. E, como se trata de propriedade do Estado, o local não recebe limpeza do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André). Representante do Grêmio Estudantil, Sandro Rodrigues dos Santos, 29 anos, faz supletivo na escola à noite e reclama da falta de cuidados.

"Durante a noite, a quantidade de ratos e morcegos no pátio é impressionante. Todo mundo comenta e pede providências, mas o Estado e a Prefeitura ficam fazendo jogo de empurra. Um joga a responsabilidade para o outro e ninguém resolve nada", conta.

O funcionário José Pascoal, que cuida da limpeza externa, afirma que já teve de matar alguns ratos. "Eles estão em todo lugar, mas principalmente onde há bastante sujeira. Precisa cortar o mato, não tem jeito", diz.

A diretora Zuleide Valento reconhece o problema e afirma que já acionou a Diretoria de Ensino de Santo André, por meio de ofício. "Não temos como fazer este tipo de trabalho, que exige equipamento específico. Nosso orçamento não dá conta, precisamos de verba extra para contratação do serviço", diz.

A responsável ainda pondera que o local está perto de área de manancial (nas margens da Represa Billings), que tem maior presença de bichos. "Eu nunca vi morcego aqui, mas acredito que possa ter por causa das características da região."

PRAZO
Procurada, a Secretaria da Educação do Estado garantiu que uma equipe será enviada ao local para iniciar os trabalhos de limpeza no terreno. A expectativa é finalizar o serviço até o início da próxima semana. De acordo com o governo, a demora no atendimento solicitado pela diretora aconteceu porque o ofício encaminhado apresentava erros, que tiveram de ser corrigidos.

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