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OIT diz que globalização não criou empregos


Das Agências

10/06/2002 | 13:28


O maior fracasso da globalização é não ter criado empregos suficientes, declarou nesta segunda-feira em Genebra o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavía.

Mais de um milhão de homens e mulheres estão atualmente sem emprego, subempregados ou recebendo salários irrisórios, afirmou o Somavía na assembléia anual da OIT.

“Uma consequência direta desta situação é a decisão de 120 milhões de trabalhadores imigrantes e suas famílias de abandonarem seus países com a esperança de encontrar trabalho em outro lugar”, explicou.

O diretor continuou seu discurso afirmando que durante a próxima década será necessária a criação de “500 milhões de novos empregos, quase todos nos países em desenvolvimento, para absorver os recém-chegados ao mercado de trabalho”.

Mortes- Somavía comparou as mortes em acidentes de trabalho, dois milhões em 2000, ao terrorismo. “Para os trabalhadores dos setores mais arriscados, todo dia é um 11 de setembro. Suas famílias nunca estão seguras de que voltem para casa”.

A conferência anual da OIT, na qual participam três mil delegados que representam os governos dos 175 estados membros, assim como organizações patronais e de empregados, termina no dia 20 de junho.



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OIT diz que globalização não criou empregos

Das Agências

10/06/2002 | 13:28


O maior fracasso da globalização é não ter criado empregos suficientes, declarou nesta segunda-feira em Genebra o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavía.

Mais de um milhão de homens e mulheres estão atualmente sem emprego, subempregados ou recebendo salários irrisórios, afirmou o Somavía na assembléia anual da OIT.

“Uma consequência direta desta situação é a decisão de 120 milhões de trabalhadores imigrantes e suas famílias de abandonarem seus países com a esperança de encontrar trabalho em outro lugar”, explicou.

O diretor continuou seu discurso afirmando que durante a próxima década será necessária a criação de “500 milhões de novos empregos, quase todos nos países em desenvolvimento, para absorver os recém-chegados ao mercado de trabalho”.

Mortes- Somavía comparou as mortes em acidentes de trabalho, dois milhões em 2000, ao terrorismo. “Para os trabalhadores dos setores mais arriscados, todo dia é um 11 de setembro. Suas famílias nunca estão seguras de que voltem para casa”.

A conferência anual da OIT, na qual participam três mil delegados que representam os governos dos 175 estados membros, assim como organizações patronais e de empregados, termina no dia 20 de junho.

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