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Batoré vai para o PRB, de Russomanno

Vereador de Mauá visa candidatura a federal no ano que vem; ele deixou o PP por ‘perseguição’


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

09/10/2013 | 07:00


Após flertar com a cúpula do PMDB, o vereador de Mauá Ivan Gomes, o Batoré, oficializou ingresso no PRB para disputar cadeira de deputado federal no ano que vem. O parlamentar deixou o PP na semana passada alegando perseguição política.

O partido terá como puxador de votos o jornalista e advogado Celso Russomanno, que no ano passado ficou na terceira colocação na corrida pela prefeitura paulistana. Ficou na ponta durante quase toda a campanha, mas no fim angariou 21,6% dos votos no primeiro turno, ou 1.324.021 eleitores.

Os republicanos terão outros nomes importantes, como os dos atuais deputados que buscarão a reeleição, Antônio Bulhões e Otoniel Lima, pastores da Igreja Universal, além de Beto Mansur, que deixou o PP e assinou ficha na agremiação no fim de semana.

Além deles, buscarão vaga em Brasília pelo PRB figuras conhecidas da população, como o estilista Ronaldo Esper, o ex-Big Brother Kleber Bambam e o cantor sertanejo Sérgio Reis.

A expectativa de Batoré é de que o partido eleja até sete deputados federais. “Com 50 mil votos podemos conquistar as últimas vagas”, analisa confiante o vereador, que tratou da filiação com o presidente nacional da sigla, Marcos Pereira.

O parlamentar mauaense diz que a cidade “precisa” de um representante no Congresso para trazer recursos e ajudar no seu desenvolvimento. Ao fazer a ponderação, critica o vice-prefeito, Hélcio Silva (PT), que é o atual primeiro suplente do PT à Câmara Federal, foi chamado para substituir José Genoino (se recupera de operação na aorta), mas recusou. “Ele tinha a possibilidade de enviar R$ 12 milhões em emendas para Mauá, mas abriu mão. Pensou no projeto pessoal e deixou a população de lado”, enfatiza Batoré.

INFIDELIDADE?

Batoré frisa que tem todos os elementos comprobatórios para se defender de possível processo por infidelidade partidária. O vereador diz que sofreu perseguição política. O comando municipal do PP vai avaliar a situação para pedir o mandato na Justiça – o primeiro suplente da legenda é Adelto Cachorrão.

O humorista era vice-presidente do PP local quando o diretório foi dissolvido pela executiva estadual. “Não era provisório, fomos eleitos”, argumenta. Batoré ressalta ainda que foi eleito por uma chapa contrária à gestão petista do prefeito Donisete Braga e que a atual direção progressista queria que ele fosse governista. “É contraditório. Mudaram a ideologia.”



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Batoré vai para o PRB, de Russomanno

Vereador de Mauá visa candidatura a federal no ano que vem; ele deixou o PP por ‘perseguição’

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

09/10/2013 | 07:00


Após flertar com a cúpula do PMDB, o vereador de Mauá Ivan Gomes, o Batoré, oficializou ingresso no PRB para disputar cadeira de deputado federal no ano que vem. O parlamentar deixou o PP na semana passada alegando perseguição política.

O partido terá como puxador de votos o jornalista e advogado Celso Russomanno, que no ano passado ficou na terceira colocação na corrida pela prefeitura paulistana. Ficou na ponta durante quase toda a campanha, mas no fim angariou 21,6% dos votos no primeiro turno, ou 1.324.021 eleitores.

Os republicanos terão outros nomes importantes, como os dos atuais deputados que buscarão a reeleição, Antônio Bulhões e Otoniel Lima, pastores da Igreja Universal, além de Beto Mansur, que deixou o PP e assinou ficha na agremiação no fim de semana.

Além deles, buscarão vaga em Brasília pelo PRB figuras conhecidas da população, como o estilista Ronaldo Esper, o ex-Big Brother Kleber Bambam e o cantor sertanejo Sérgio Reis.

A expectativa de Batoré é de que o partido eleja até sete deputados federais. “Com 50 mil votos podemos conquistar as últimas vagas”, analisa confiante o vereador, que tratou da filiação com o presidente nacional da sigla, Marcos Pereira.

O parlamentar mauaense diz que a cidade “precisa” de um representante no Congresso para trazer recursos e ajudar no seu desenvolvimento. Ao fazer a ponderação, critica o vice-prefeito, Hélcio Silva (PT), que é o atual primeiro suplente do PT à Câmara Federal, foi chamado para substituir José Genoino (se recupera de operação na aorta), mas recusou. “Ele tinha a possibilidade de enviar R$ 12 milhões em emendas para Mauá, mas abriu mão. Pensou no projeto pessoal e deixou a população de lado”, enfatiza Batoré.

INFIDELIDADE?

Batoré frisa que tem todos os elementos comprobatórios para se defender de possível processo por infidelidade partidária. O vereador diz que sofreu perseguição política. O comando municipal do PP vai avaliar a situação para pedir o mandato na Justiça – o primeiro suplente da legenda é Adelto Cachorrão.

O humorista era vice-presidente do PP local quando o diretório foi dissolvido pela executiva estadual. “Não era provisório, fomos eleitos”, argumenta. Batoré ressalta ainda que foi eleito por uma chapa contrária à gestão petista do prefeito Donisete Braga e que a atual direção progressista queria que ele fosse governista. “É contraditório. Mudaram a ideologia.”

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