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PT de Mauá rejeita Sandra como vice de Donisete

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Vereadora virou alternativa a Betão, mas petismo não vê escolha com bons olhos


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

13/07/2016 | 07:00


Mal surgiu nos bastidores como possível candidata a vice na chapa à reeleição do prefeito de Mauá, Donisete Braga (PT), o nome da vereadora Sandra Regina Vieira (PTdoB) já sofre resistência internamente. Nos bastidores, a escolha da parlamentar como alternativa ao vereador Alberto Betão Pereira Justino (PTB) não tem agradado o PT mauaense.

Depois que Betão sofreu revés na Justiça em processo em que pede a anulação da rejeição de suas contas de 2008, como presidente da Câmara, o nome de Sandra passou a ser ventilado para substituí-lo caso, até às vésperas da convenção – agendada para o dia 30 –, o petebista não consiga reverter o quadro, que o deixa inelegível pela Lei da Ficha Limpa.

O histórico político de atuação de Sandra em campo antiPT e sua aproximação com o clã Damo são os principais argumentos utilizados internamente por petistas para frear sua indicação. Além disso, militantes também veem como negativo para a campanha o polêmico caso envolvendo Sandra quando era secretária de Saúde do governo de Leonel Damo (PMDB 2005-2008). Enquanto chefe do setor, em 2007, Sandra assinou contrato de quase R$ 80 milhões com o Instituto Sorrindo para Vida, cujo endereço oficial da firma abrigava um sex shop. Há época, alegou desconhecer o caso e sustentou que a localização da ONG estava desatualizada.

Em 2012, Sandra apoiou Vanessa Damo (PMDB) na disputa contra Donisete. No início do ano, porém, rompeu com a peemedebista, trocou o PMDB pelo PTdoB, indicou nome para Secretaria de Administração e hoje assume que subirá no palanque do petista. Mas despista sobre a possibilidade de ser indicada como vice. “Fico lisonjeada em ter meu nome ventilado como possível (candidata a) vice. Qualquer um ficaria feliz em ser vice-prefeito de Mauá ou ser vice de um prefeito como o Donisete. Mas até agora nunca conversei nada com ele e existem outros nomes”, desconversou.

No processo de possível substituição ao nome de Betão, petistas negociam indicação de figuras de fora da política. Avaliam nomes como o do empresário Cleber Broch (PTB), genro do vereador e presidente do PTB municipal, Eugênio Rufino. “O que precisamos é de nome que agregue. A discussão não está superada. Talvez seja nome que não esteja inserido no meio político. Tem de estar filiado, mas não necessariamente ser vereador, secretário. Vamos olhar com bastante carinho sobre isso”, discorreu o secretário de Governo, Edílson de Paula (PT), um dos articuladores da pré-campanha de Donisete. 



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