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Estudante seqüestrado no Rio é encontrado morto


Do Diário do Grande ABC

19/09/1999 | 17:07


O estudante Rodrigo Acri, 19 anos, que havia sido seqüestrado em junho, foi encontrado morto na noite deste sábado por policiais da Divisao Anti-Seqüestro (DAS), num terreno próximo à Praia de Mauá, em Magé (Regiao das Baixadas Litorâneas), no Rio de Janeiro. O local foi indicado por um dos seqüestradores, o ex-Policial Militar Vinícius Esteves de Magalhaes, 33 anos, que, segundo os policiais da DAS, teria assumido a autoria do assassinato do estudante. O pai de Rodrigo o empresário Rodolfo Acri, havia pago o resgate.

Rodrigo foi seqüestrado na Vila da Penha, na zona norte, no dia 9 de junho. Rodolfo Acri pagou o resgate de R$ 56 mil em 7 de julho e, desde entao, nao vinha recebendo notícias do filho. Rodolfo ofereceu R$ 20 mil de recompensa por informaçoes sobre o paradeiro de Rodrigo.

Magalhaes foi encontrado pela DAS, em Sao Paulo. Segundo a mae de Rodrigo, Tânia Acri, informaçoes enviadas pelo Disque-Denúncia permitiram a descoberta do endereço do pai do seqüestrador, que mora em Visconde de Mauá, na regiao Serrana. Magalhaes resolveu, entao, fugir para Sao Paulo, mas, a partir do relato do pai dado à polícia, ele foi localizado. Neste sábado, o empresário acompanhou os agentes do DAS e o seqüestrador até a casa que serviu de cativeiro para o filho, em Magé.

Magalhaes teria dito à polícia que matou Rodrigo com um tiro na cabeça, um dia após o pagamento do resgate. Os restos mortais do estudante estavam enterrados num terreno da casa.



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Estudante seqüestrado no Rio é encontrado morto

Do Diário do Grande ABC

19/09/1999 | 17:07


O estudante Rodrigo Acri, 19 anos, que havia sido seqüestrado em junho, foi encontrado morto na noite deste sábado por policiais da Divisao Anti-Seqüestro (DAS), num terreno próximo à Praia de Mauá, em Magé (Regiao das Baixadas Litorâneas), no Rio de Janeiro. O local foi indicado por um dos seqüestradores, o ex-Policial Militar Vinícius Esteves de Magalhaes, 33 anos, que, segundo os policiais da DAS, teria assumido a autoria do assassinato do estudante. O pai de Rodrigo o empresário Rodolfo Acri, havia pago o resgate.

Rodrigo foi seqüestrado na Vila da Penha, na zona norte, no dia 9 de junho. Rodolfo Acri pagou o resgate de R$ 56 mil em 7 de julho e, desde entao, nao vinha recebendo notícias do filho. Rodolfo ofereceu R$ 20 mil de recompensa por informaçoes sobre o paradeiro de Rodrigo.

Magalhaes foi encontrado pela DAS, em Sao Paulo. Segundo a mae de Rodrigo, Tânia Acri, informaçoes enviadas pelo Disque-Denúncia permitiram a descoberta do endereço do pai do seqüestrador, que mora em Visconde de Mauá, na regiao Serrana. Magalhaes resolveu, entao, fugir para Sao Paulo, mas, a partir do relato do pai dado à polícia, ele foi localizado. Neste sábado, o empresário acompanhou os agentes do DAS e o seqüestrador até a casa que serviu de cativeiro para o filho, em Magé.

Magalhaes teria dito à polícia que matou Rodrigo com um tiro na cabeça, um dia após o pagamento do resgate. Os restos mortais do estudante estavam enterrados num terreno da casa.

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