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Navegadores estão em constante evolução


Marcelo Monegato
Do Diário do Grande ABC

28/04/2010 | 07:00


Os aparelhos GPS são relativamente novos no mercado brasileiro, onde, algum tempo atrás, os pesados e quadradões pagers (lembram-se?) representavam a última palavra em tecnologia da comunicação. No entanto, apesar de jovens, os navegadores estão em constante e meteórica evolução em termos de acessibilidade e conectividade.

"A tecnologia avançou incrivelmente durante esse tempo. Por exemplo: há dez anos, o mercado de navegadores automotivos simplesmente não existia. Há cinco anos, ninguém havia pensado em colocar um GPS em um relógio esportivo", revela Eduardo Cortez, gerente de vendas da Garmin no Brasil, que admite não saber quais são as fronteiras do navegador do futuro.

"O mercado de navegadores automotivos já viu modelos com mais funções do que os disponíveis hoje em dia. Produtos lançados no passado tinham as mais diversas funções como tocador de MP3, audio-books, visualizador de filmes, dicionários e transmissores FM. A experiência tem mostrado que muitas dessas funções não eram aproveitadas pelos usuários e agora vemos navegadores equipados com as funções mais importantes, ou seja, navegar de ‘A' para ‘B', exibir pontos de interesse próximos e funcionar como um viva-voz para o celular", analisa.

E para entregar um equipamento de qualidade e, principalmente, confiável, cada vez mais pessoas estão envolvidas no processo de desenvolvimento de tecnologias. "As inovações dos produtos são constantes graças à ênfase em pesquisa e desenvolvimento. Temos quase 2.000 pessoas trabalhando. São cartógrafos, engenheiros de software, engenheiros industriais, mecânicos e elétricos", revela Cortez.

De acordo com Wagner Pacífico, diretor de marketing da Multispectral - especializada na configuração de mapas - o amanhã da navegação já acontece na Europa. "A tendência é a chegada de equipamentos com mapas em 3D (três dimensões) e comunicação de trânsito em tempo real. Mas isso vai demorar um pouco para chegar aqui", completa.



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Navegadores estão em constante evolução

Marcelo Monegato
Do Diário do Grande ABC

28/04/2010 | 07:00


Os aparelhos GPS são relativamente novos no mercado brasileiro, onde, algum tempo atrás, os pesados e quadradões pagers (lembram-se?) representavam a última palavra em tecnologia da comunicação. No entanto, apesar de jovens, os navegadores estão em constante e meteórica evolução em termos de acessibilidade e conectividade.

"A tecnologia avançou incrivelmente durante esse tempo. Por exemplo: há dez anos, o mercado de navegadores automotivos simplesmente não existia. Há cinco anos, ninguém havia pensado em colocar um GPS em um relógio esportivo", revela Eduardo Cortez, gerente de vendas da Garmin no Brasil, que admite não saber quais são as fronteiras do navegador do futuro.

"O mercado de navegadores automotivos já viu modelos com mais funções do que os disponíveis hoje em dia. Produtos lançados no passado tinham as mais diversas funções como tocador de MP3, audio-books, visualizador de filmes, dicionários e transmissores FM. A experiência tem mostrado que muitas dessas funções não eram aproveitadas pelos usuários e agora vemos navegadores equipados com as funções mais importantes, ou seja, navegar de ‘A' para ‘B', exibir pontos de interesse próximos e funcionar como um viva-voz para o celular", analisa.

E para entregar um equipamento de qualidade e, principalmente, confiável, cada vez mais pessoas estão envolvidas no processo de desenvolvimento de tecnologias. "As inovações dos produtos são constantes graças à ênfase em pesquisa e desenvolvimento. Temos quase 2.000 pessoas trabalhando. São cartógrafos, engenheiros de software, engenheiros industriais, mecânicos e elétricos", revela Cortez.

De acordo com Wagner Pacífico, diretor de marketing da Multispectral - especializada na configuração de mapas - o amanhã da navegação já acontece na Europa. "A tendência é a chegada de equipamentos com mapas em 3D (três dimensões) e comunicação de trânsito em tempo real. Mas isso vai demorar um pouco para chegar aqui", completa.

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