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Mãe lança campanha para que Carol ganhe o mundo

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Moradora de São Caetano tem 8 anos e precisa de
R$ 180 mil para passar por cirurgia contra paralisia


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

21/11/2014 | 07:00


Ana Carolina Di Bernardo Ribeiro tem 8 anos e é moradora do bairro Santa Maria, em São Caetano. Cursa o 2º ano do Ensino Fundamental e é uma menina alegre, doce e especial. Carol ficou com uma sequela pós parto que fez com que seus movimentos sejam reduzidos. “Minha filha nasceu prematura de 32 semanas e teve uma paralisia cerebral espática. Descobri o problema quando ela era um bebê de 8 meses e não sentava nem rolava. A paralisia trouxe um atraso motor para ela, mas não mexeu em nada no cognitivo”, explicou a mãe, Joana Ferreira Di Bernardo, 44.

Hoje a menina consegue andar com dificuldades e apenas se estiver apoiada em alguém. “Isso acontece por causa desse enrijecimento muscular, ela perde o equilíbrio e cai”, explicou Joana.

Atualmente, Carol faz equoterapia, terapia ocupacional e fisioterapia. Após muita pesquisa e o encaminhamento de vários profissionais, Joana viu nascer a esperança de a filha voltar a andar por meio de uma cirurgia chamada rizotomia dorsal seletiva. “A Carol está avançando muito porque a gente nunca parou o tratamento. Faz mais de um ano que pesquisamos e, no Missouri, nos Estados Unidos, tem um médico que é referência no procedimento. Aqui no Brasil não encontramos neurocirurgião que operasse o caso dela.”

Conforme explicou a pediatra e imunologista do Ambulatório de Infecções de Repetição da Faculdade de Medicina do ABC Anete Sevciovic Grumach, a fisioterapia não reverte a lesão. “Ela não evolui, está instalada, mas a terapia pode ajudar a melhorar e desenvolver. Já a cirurgia depende do grau de comprometimento.”

Após o envio de exames, fotos e vídeos, o médico T. S. Park concordou em operar a pequena Carol. Um dos requisitos para tal era que o cognitivo não estivesse afetado. Desde então, há dois meses a mãe e familiares lançaram a campanha Ajude Ana Carolina ganhar o mundo, através do site www.todosporcarol.com.br e da página do Facebook, que tinha 4.139 curtidas até o fechamento desta edição.

O valor que precisa ser arrecadado para hospedagem, cirurgia e tratamento é de R$ 180 mil. “Não tínhamos a intenção de chegar na proporção a que chegou hoje. Cada dia pinga um pouquinho, mas ainda não chegamos na metade do valor. Mesmo assim, o resultado me surpreendeu muito”, disse a mãe.

Carol, que adora dançar com os amigos da escola, não hesita ao contar seu maior sonho. “É correr e brincar de pega-pega com os meus amigos.”

Colégio Singular realiza espetáculo de dança em prol de arrecadação

O Colégio Singular de São Caetano, onde Carol é aluna, promove na terça-feira espetáculo de dança beneficente. O evento acontece às 20h, no Teatro Paulo Machado de Carvalho.

O tema do espetáculo é Circo Singular – O Fantástico Mundo da Dança, que neste ano chega à oitava edição e celebra o encerramento das aulas, envolvendo alunas dos ensinos Fundamental ao Médio.

O ingresso para o espetáculo é opcional e os convidados poderão doar qualquer valor, que será revertido para a campanha Ajude Ana Carolina ganhar o mundo.

Uma das atrações é a própria Carol, que vai ser a estrela de um dos números junto com a mãe, Joana. Ela adiantou que interpretará um leãozinho e a mãe, a domadora.

“Ano passado eu e minhas amigas fomos as rosas e a minha mãe o pequeno príncipe. Mas não posso dar muitos detalhes deste ano porque é surpresa. Tem que ver na hora mesmo”, respondeu a pequena.  



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Mãe lança campanha para que Carol ganhe o mundo

Moradora de São Caetano tem 8 anos e precisa de
R$ 180 mil para passar por cirurgia contra paralisia

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

21/11/2014 | 07:00


Ana Carolina Di Bernardo Ribeiro tem 8 anos e é moradora do bairro Santa Maria, em São Caetano. Cursa o 2º ano do Ensino Fundamental e é uma menina alegre, doce e especial. Carol ficou com uma sequela pós parto que fez com que seus movimentos sejam reduzidos. “Minha filha nasceu prematura de 32 semanas e teve uma paralisia cerebral espática. Descobri o problema quando ela era um bebê de 8 meses e não sentava nem rolava. A paralisia trouxe um atraso motor para ela, mas não mexeu em nada no cognitivo”, explicou a mãe, Joana Ferreira Di Bernardo, 44.

Hoje a menina consegue andar com dificuldades e apenas se estiver apoiada em alguém. “Isso acontece por causa desse enrijecimento muscular, ela perde o equilíbrio e cai”, explicou Joana.

Atualmente, Carol faz equoterapia, terapia ocupacional e fisioterapia. Após muita pesquisa e o encaminhamento de vários profissionais, Joana viu nascer a esperança de a filha voltar a andar por meio de uma cirurgia chamada rizotomia dorsal seletiva. “A Carol está avançando muito porque a gente nunca parou o tratamento. Faz mais de um ano que pesquisamos e, no Missouri, nos Estados Unidos, tem um médico que é referência no procedimento. Aqui no Brasil não encontramos neurocirurgião que operasse o caso dela.”

Conforme explicou a pediatra e imunologista do Ambulatório de Infecções de Repetição da Faculdade de Medicina do ABC Anete Sevciovic Grumach, a fisioterapia não reverte a lesão. “Ela não evolui, está instalada, mas a terapia pode ajudar a melhorar e desenvolver. Já a cirurgia depende do grau de comprometimento.”

Após o envio de exames, fotos e vídeos, o médico T. S. Park concordou em operar a pequena Carol. Um dos requisitos para tal era que o cognitivo não estivesse afetado. Desde então, há dois meses a mãe e familiares lançaram a campanha Ajude Ana Carolina ganhar o mundo, através do site www.todosporcarol.com.br e da página do Facebook, que tinha 4.139 curtidas até o fechamento desta edição.

O valor que precisa ser arrecadado para hospedagem, cirurgia e tratamento é de R$ 180 mil. “Não tínhamos a intenção de chegar na proporção a que chegou hoje. Cada dia pinga um pouquinho, mas ainda não chegamos na metade do valor. Mesmo assim, o resultado me surpreendeu muito”, disse a mãe.

Carol, que adora dançar com os amigos da escola, não hesita ao contar seu maior sonho. “É correr e brincar de pega-pega com os meus amigos.”

Colégio Singular realiza espetáculo de dança em prol de arrecadação

O Colégio Singular de São Caetano, onde Carol é aluna, promove na terça-feira espetáculo de dança beneficente. O evento acontece às 20h, no Teatro Paulo Machado de Carvalho.

O tema do espetáculo é Circo Singular – O Fantástico Mundo da Dança, que neste ano chega à oitava edição e celebra o encerramento das aulas, envolvendo alunas dos ensinos Fundamental ao Médio.

O ingresso para o espetáculo é opcional e os convidados poderão doar qualquer valor, que será revertido para a campanha Ajude Ana Carolina ganhar o mundo.

Uma das atrações é a própria Carol, que vai ser a estrela de um dos números junto com a mãe, Joana. Ela adiantou que interpretará um leãozinho e a mãe, a domadora.

“Ano passado eu e minhas amigas fomos as rosas e a minha mãe o pequeno príncipe. Mas não posso dar muitos detalhes deste ano porque é surpresa. Tem que ver na hora mesmo”, respondeu a pequena.  

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