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Crítico em 2012, Lauro afaga Gilson

Celso Luiz 25/7/16 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Diadema disse que hoje aliado havia feito pior gestão


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

17/09/2016 | 07:00


A campanha eleitoral na busca pela reeleição do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ficou marcada pela mudança drástica de comportamento em relação à figura do ex- chefe do Executivo Gilson Menezes (PDT). Crítico no passado de Gilson, o colocando como “o pior gestor da história”, Lauro tem afagado constantemente o legado do pedetista em discursos pela campanha. O ex-prefeito é hoje candidato a vereador no arco de aliados que apoia reeleição do verde.

A mudança na fala de Lauro ocorreu logo na convenção do partido, ocorrida em julho, quando teve o nome homologado para disputar a reeleição. Na ocasião, Gilson tinha acabado de anunciar candidatura à vereança e que apoiaria novo mandato do verde – o ex-prefeito chegou a dialogar adesão aos projetos do PT (representado pelo vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho) e do PRB (encabeçado pelo parlamentar Vaguinho do Conselho).

“Tive a oportunidade de conversar com o Gilson e entender muito do seu trabalho e esforço. Não tenho problema em reconhecer equívocos e me desculpei com ele”, afirmou Lauro.
Gilson surgiu no cenário político de Diadema em 1982, quando foi protagonista da primeira vitória do PT em uma eleição. Na época, se tornou o principal rival de Lauro Michels (tio-avô do atual prefeito) e líder de grupo contra o PT. Anos depois, mesmo fora do petismo, Gilson apoiou formalmente a sigla em outros pleitos, contrariando posicionamento de Lauro, criado no PSDB.

Na eleição passada, a rivalidade entre ambos se aflorou. O hoje pedetista era o vice-prefeito e concorria à reeleição em chapa liderada pelo então prefeito Mário Reali (PT), enquanto o verde disputava pela primeira vez o Paço. O ápice do atrito foi registrado durante debate promovido pelo Diário no segundo turno daquela eleição, quando os ataques de Lauro transtornaram o ex-chefe do Executivo, que precisou ser retirado do local.

No fim do ano passado, quando anunciou pretensão de disputar novamente comando do Paço, Gilson criticou a atual gestão, citando falhas na Saúde, Educação e Cultura. “Tivemos muito diálogo para construir esse apoio. Ele entendeu meus pontos de vistas e trabalho, assim como eu busquei entendê-lo. Hoje, nas ruas, tenho recebido muito carinho e apoio para eleição a vereador e vejo muitas mensagens boas ao prefeito”, argumentou Gilson. 



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Crítico em 2012, Lauro afaga Gilson

Prefeito de Diadema disse que hoje aliado havia feito pior gestão

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

17/09/2016 | 07:00


A campanha eleitoral na busca pela reeleição do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ficou marcada pela mudança drástica de comportamento em relação à figura do ex- chefe do Executivo Gilson Menezes (PDT). Crítico no passado de Gilson, o colocando como “o pior gestor da história”, Lauro tem afagado constantemente o legado do pedetista em discursos pela campanha. O ex-prefeito é hoje candidato a vereador no arco de aliados que apoia reeleição do verde.

A mudança na fala de Lauro ocorreu logo na convenção do partido, ocorrida em julho, quando teve o nome homologado para disputar a reeleição. Na ocasião, Gilson tinha acabado de anunciar candidatura à vereança e que apoiaria novo mandato do verde – o ex-prefeito chegou a dialogar adesão aos projetos do PT (representado pelo vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho) e do PRB (encabeçado pelo parlamentar Vaguinho do Conselho).

“Tive a oportunidade de conversar com o Gilson e entender muito do seu trabalho e esforço. Não tenho problema em reconhecer equívocos e me desculpei com ele”, afirmou Lauro.
Gilson surgiu no cenário político de Diadema em 1982, quando foi protagonista da primeira vitória do PT em uma eleição. Na época, se tornou o principal rival de Lauro Michels (tio-avô do atual prefeito) e líder de grupo contra o PT. Anos depois, mesmo fora do petismo, Gilson apoiou formalmente a sigla em outros pleitos, contrariando posicionamento de Lauro, criado no PSDB.

Na eleição passada, a rivalidade entre ambos se aflorou. O hoje pedetista era o vice-prefeito e concorria à reeleição em chapa liderada pelo então prefeito Mário Reali (PT), enquanto o verde disputava pela primeira vez o Paço. O ápice do atrito foi registrado durante debate promovido pelo Diário no segundo turno daquela eleição, quando os ataques de Lauro transtornaram o ex-chefe do Executivo, que precisou ser retirado do local.

No fim do ano passado, quando anunciou pretensão de disputar novamente comando do Paço, Gilson criticou a atual gestão, citando falhas na Saúde, Educação e Cultura. “Tivemos muito diálogo para construir esse apoio. Ele entendeu meus pontos de vistas e trabalho, assim como eu busquei entendê-lo. Hoje, nas ruas, tenho recebido muito carinho e apoio para eleição a vereador e vejo muitas mensagens boas ao prefeito”, argumentou Gilson. 

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