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Depois do orçamento é hora de pensar em aplicar


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

21/03/2010 | 07:11


Depois de calculado o orçamento familiar e reconhecido o saldo positivo, o consumidor deve ter em mente que investimento é um instrumento totalmente diferente da poupança. Isso pelo simples fato da existência do risco, enquanto a rentabilidade da poupança é garantida.

Todo investimento pode não dar certo, ou não retornar como o esperado. Um imóvel, por exemplo, que custou R$ 100 mil há dois anos, hoje pode valer R$ 70 mil porque a região desvalorizou. Em contrapartida, o preço do terreno pode dobrar se o comércio do local se desenvolver.

E é assim que acontece no mercado de capitais, no qual são negociados ‘pedacinhos' de empresas, instituições financeiras e até do Tesouro Nacional.

De acordo com o superintendente de proteção e orientação aos investidores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), José Alexandre Vasco, o primeiro passo para o novo investidor é a análise da própria condição financeira e aprendizagem sobre o assunto. É interessante que a pessoa trace o seu perfil de investidor, levantando quanto tem para investir, quanto tempo pretende deixar o dinheiro aplicado e quais são expectativas de lucro e de perda.

Depois da autoanálise e aceita às hipóteses de lucro e prejuízo, Vasco indica a escolha da modalidade de investimento. Ele informa que, no caso de pequenos valores, os clubes e os fundos de investimentos são as melhores opções.

Os clubes são grupos de pessoas, normalmente de organização civil, famílias ou funcionários de empresa, que se juntam, procuram uma corretora para gerir e investir seus recursos.

O gestor de recursos, que pode ser banco ou corretora, aplica o dinheiro do grupo de modo mais rentável possível e cobrando taxas de administração. As aplicações devem ser, no mínimo, 51% em ações.

Essas são ‘partes' de uma empresa. Portanto quando alguém investe nestes papéis, está comprando uma parcela da companhia e se torna um dos sócios. Automaticamente, lucros e prejuízos são repassados para os acionistas.

Já os fundos de investimentos são como reservatórios de dinheiro, administrados por gestores, com valores mínimos de aplicação provenientes tanto das pessoas, quanto das empresas. Eles podem ter período de vida determinado.

Para Vasco, "a verdade é que ninguém sabe o futuro. Você pode ter valorização de 500% do seu investimento, como pode perder boa parte dele. O importante é traçar o seu perfil de investidor e procurar uma corretora ideal par o seu estilo".

No site Portal do Investidor (www.portaldoinvestidor.gov.br), da CVM, estão informações para aplicadores desde o nível básico até o avançado.



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Depois do orçamento é hora de pensar em aplicar

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

21/03/2010 | 07:11


Depois de calculado o orçamento familiar e reconhecido o saldo positivo, o consumidor deve ter em mente que investimento é um instrumento totalmente diferente da poupança. Isso pelo simples fato da existência do risco, enquanto a rentabilidade da poupança é garantida.

Todo investimento pode não dar certo, ou não retornar como o esperado. Um imóvel, por exemplo, que custou R$ 100 mil há dois anos, hoje pode valer R$ 70 mil porque a região desvalorizou. Em contrapartida, o preço do terreno pode dobrar se o comércio do local se desenvolver.

E é assim que acontece no mercado de capitais, no qual são negociados ‘pedacinhos' de empresas, instituições financeiras e até do Tesouro Nacional.

De acordo com o superintendente de proteção e orientação aos investidores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), José Alexandre Vasco, o primeiro passo para o novo investidor é a análise da própria condição financeira e aprendizagem sobre o assunto. É interessante que a pessoa trace o seu perfil de investidor, levantando quanto tem para investir, quanto tempo pretende deixar o dinheiro aplicado e quais são expectativas de lucro e de perda.

Depois da autoanálise e aceita às hipóteses de lucro e prejuízo, Vasco indica a escolha da modalidade de investimento. Ele informa que, no caso de pequenos valores, os clubes e os fundos de investimentos são as melhores opções.

Os clubes são grupos de pessoas, normalmente de organização civil, famílias ou funcionários de empresa, que se juntam, procuram uma corretora para gerir e investir seus recursos.

O gestor de recursos, que pode ser banco ou corretora, aplica o dinheiro do grupo de modo mais rentável possível e cobrando taxas de administração. As aplicações devem ser, no mínimo, 51% em ações.

Essas são ‘partes' de uma empresa. Portanto quando alguém investe nestes papéis, está comprando uma parcela da companhia e se torna um dos sócios. Automaticamente, lucros e prejuízos são repassados para os acionistas.

Já os fundos de investimentos são como reservatórios de dinheiro, administrados por gestores, com valores mínimos de aplicação provenientes tanto das pessoas, quanto das empresas. Eles podem ter período de vida determinado.

Para Vasco, "a verdade é que ninguém sabe o futuro. Você pode ter valorização de 500% do seu investimento, como pode perder boa parte dele. O importante é traçar o seu perfil de investidor e procurar uma corretora ideal par o seu estilo".

No site Portal do Investidor (www.portaldoinvestidor.gov.br), da CVM, estão informações para aplicadores desde o nível básico até o avançado.

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