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Bolsas de NY fecham sem sinal único, com foco em casos da covid-19, dado e Fed

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


18/06/2020 | 17:58


As bolsas de Nova York não registraram sinal único nesta quinta, 18, em sessão volátil. O risco de uma segunda onda de casos da covid-19 impôs certa cautela, com investidores também avaliando um dado modesto do mercado de trabalho americano, mas também os compromissos de manter estímulos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,15%, em 26.080,10 pontos, o Nasdaq subiu 0,33%, a 9.943,05 pontos, e o S&P 500 teve ganho de 0,06%, a 3.115,34 pontos.

O BMO Capital destacou em relatório pela manhã que na China autoridades falaram que o surto recente de novos casos da covid-19 já estava controlado, comparando que os Estados nos EUA "têm sido bem menos agressivos" na resposta a um aumento nos casos da doença, o que poderia explicar certo tom de cautela nos mercados.

Na política monetária, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, afirmou que a política do BC americano precisará continuar a ser acomodatícia "por um bom tempo" para apoiar a recuperação. Já o presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, disse que a retomada depende da política fiscal, da monetária e do quadro na saúde.

Pelosi mostrou hoje compromisso para aprovar mais estímulos fiscais. A presidente da Câmara prometeu avançar com um projeto por mais gastos com infraestrutura e também para realizar mais pagamentos diretos aos cidadãos americanos, a fim de lidar com o quadro de maior desemprego e a paralisação da pandemia. Rival de Pelosi, o presidente Donald Trump voltou a mostrar otimismo sobre o ritmo da retomada econômica, prevendo reação rápida.

Na agenda de indicadores, os novos pedidos de auxílio-desemprego recuaram 58 mil na semana, a 1,508 milhão, quando analistas previam queda maior, a 1,3 milhão. O MUFG destacou em relatório o fato de que os desempregados nos EUA são quase o dobro da última recessão, mas o mercado ainda não teria se dado conta da gravidade do impacto disso na economia real.

Entre ações importantes, Boeing recuou 0,13%, Bank of America subiu 0,16%, Citigroup avançou 0,08%, Caterpillar caiu 0,50% e Goldman Sachs perdeu 1,14%. Apple ficou praticamente estável, em alta de 0,04%, Facebook subiu 0,17% e Microsoft, 1,07%, apoiando o índice Nasdaq.



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Bolsas de NY fecham sem sinal único, com foco em casos da covid-19, dado e Fed


18/06/2020 | 17:58


As bolsas de Nova York não registraram sinal único nesta quinta, 18, em sessão volátil. O risco de uma segunda onda de casos da covid-19 impôs certa cautela, com investidores também avaliando um dado modesto do mercado de trabalho americano, mas também os compromissos de manter estímulos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e da presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,15%, em 26.080,10 pontos, o Nasdaq subiu 0,33%, a 9.943,05 pontos, e o S&P 500 teve ganho de 0,06%, a 3.115,34 pontos.

O BMO Capital destacou em relatório pela manhã que na China autoridades falaram que o surto recente de novos casos da covid-19 já estava controlado, comparando que os Estados nos EUA "têm sido bem menos agressivos" na resposta a um aumento nos casos da doença, o que poderia explicar certo tom de cautela nos mercados.

Na política monetária, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, afirmou que a política do BC americano precisará continuar a ser acomodatícia "por um bom tempo" para apoiar a recuperação. Já o presidente do Fed de Dallas, Robert Kaplan, disse que a retomada depende da política fiscal, da monetária e do quadro na saúde.

Pelosi mostrou hoje compromisso para aprovar mais estímulos fiscais. A presidente da Câmara prometeu avançar com um projeto por mais gastos com infraestrutura e também para realizar mais pagamentos diretos aos cidadãos americanos, a fim de lidar com o quadro de maior desemprego e a paralisação da pandemia. Rival de Pelosi, o presidente Donald Trump voltou a mostrar otimismo sobre o ritmo da retomada econômica, prevendo reação rápida.

Na agenda de indicadores, os novos pedidos de auxílio-desemprego recuaram 58 mil na semana, a 1,508 milhão, quando analistas previam queda maior, a 1,3 milhão. O MUFG destacou em relatório o fato de que os desempregados nos EUA são quase o dobro da última recessão, mas o mercado ainda não teria se dado conta da gravidade do impacto disso na economia real.

Entre ações importantes, Boeing recuou 0,13%, Bank of America subiu 0,16%, Citigroup avançou 0,08%, Caterpillar caiu 0,50% e Goldman Sachs perdeu 1,14%. Apple ficou praticamente estável, em alta de 0,04%, Facebook subiu 0,17% e Microsoft, 1,07%, apoiando o índice Nasdaq.

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