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Adote um Sorriso busca voluntários


Fabio Leite
Especial para o Diário

11/09/2005 | 07:34


Deitado na cadeira da dentista, Patric dos Santos, 5 anos, faz questão de abrir a boca e mostrar os dentes para quem os cuida há mais de um ano. Não esboça medo algum. Já perdeu as contas de quantas vezes visitou o consultório da doutora Sabrina Bonillo Parra, em Santo André, e sabe que se não fosse ela seu sorriso ainda estaria órfão.

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No caso de Patric, o tratamento com dez restaurações e dez canais, além do aparelho de dente não sairia por menos de R$ 2 mil, valor muito longe da realidade do aposentado Carlos José dos Santos, pai do garoto. "Se não fosse o programa ia ser muito difícil de cuidar dos dentes dele", afirma.

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O programa, que existe desde 1996, propõe criar um elo entre profissionais que desejam atender voluntariamente crianças e adolescentes de famílias de baixa renda até que eles cheguem à maioridade. Em sua maioria, o Adotei um Sorriso fecha uma parceria com creches e orfanatos para atender suas crianças. No Grande ABC, são 157. Contudo, esse número poderia ser ainda mais representativo se houvesse uma participação mais expressiva dos profissionais da região. Hoje eles são em apenas 125 voluntários. Para se ter uma idéia, só em Santo André existem 1.594 registros de dentistas, mas apenas 47 deles estão cadastrados no programa, dos quais somente 15 estão na ativa. "A gente está tentando mobilizar mais os profissionais, mas ainda têm poucos dentistas participando do projeto", completa a dentista.

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Além dos profissionais de Santo André, também estão cadastrados no programa dentistas de São Bernardo (30), Diadema (19), São Caetano (15) e Mauá (6), sendo que nem todos estão atendendo no momento. Os dentistas interessados em participar do programa devem se cadastrar no site da Fundação Abrinq (",1]);//-->

Até ser apresentado aos aparelhos odontológicos, Patric não tinha nenhum dente na parte superior da boca. A cárie generalizada e as freqüentes dores de dente sensibilizaram Sabrina. Em julho do ano passado, por meio do programa Adotei um Sorriso, da Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), ela iniciou um tratamento completamente gratuito no garoto. "No começo ele não deixava tratar. Sentia muita dor e não dava nem para aplicar anestesia. Depois de umas cinco consultas, já estava se sentindo em casa", conta Sabrina, coordenadora do projeto em Santo André.

No caso de Patric, o tratamento com dez restaurações e dez canais, além do aparelho de dente não sairia por menos de R$ 2 mil, valor muito longe da realidade do aposentado Carlos José dos Santos, pai do garoto. "Se não fosse o programa ia ser muito difícil de cuidar dos dentes dele", afirma.

O programa, que existe desde 1996, propõe criar um elo entre profissionais que desejam atender voluntariamente crianças e adolescentes de famílias de baixa renda até que eles cheguem à maioridade. Em sua maioria, o Adotei um Sorriso fecha uma parceria com creches e orfanatos para atender suas crianças. No Grande ABC, são 157. Contudo, esse número poderia ser ainda mais representativo se houvesse uma participação mais expressiva dos profissionais da região. Hoje eles são em apenas 125 voluntários. Para se ter uma idéia, só em Santo André existem 1.594 registros de dentistas, mas apenas 47 deles estão cadastrados no programa, dos quais somente 15 estão na ativa. "A gente está tentando mobilizar mais os profissionais, mas ainda têm poucos dentistas participando do projeto", completa a dentista.

Além dos profissionais de Santo André, também estão cadastrados no programa dentistas de São Bernardo (30), Diadema (19), São Caetano (15) e Mauá (6), sendo que nem todos estão atendendo no momento. Os dentistas interessados em participar do programa devem se cadastrar no site da Fundação Abrinq ( www.fundabrinq.org.br). A iniciativa também se estende para profissionais de outras áreas como psicologia, fonoaudiologia, pediatria, enfermagem, nutrição e advocacia.



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Adote um Sorriso busca voluntários

Fabio Leite
Especial para o Diário

11/09/2005 | 07:34


Deitado na cadeira da dentista, Patric dos Santos, 5 anos, faz questão de abrir a boca e mostrar os dentes para quem os cuida há mais de um ano. Não esboça medo algum. Já perdeu as contas de quantas vezes visitou o consultório da doutora Sabrina Bonillo Parra, em Santo André, e sabe que se não fosse ela seu sorriso ainda estaria órfão.

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No caso de Patric, o tratamento com dez restaurações e dez canais, além do aparelho de dente não sairia por menos de R$ 2 mil, valor muito longe da realidade do aposentado Carlos José dos Santos, pai do garoto. "Se não fosse o programa ia ser muito difícil de cuidar dos dentes dele", afirma.

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O programa, que existe desde 1996, propõe criar um elo entre profissionais que desejam atender voluntariamente crianças e adolescentes de famílias de baixa renda até que eles cheguem à maioridade. Em sua maioria, o Adotei um Sorriso fecha uma parceria com creches e orfanatos para atender suas crianças. No Grande ABC, são 157. Contudo, esse número poderia ser ainda mais representativo se houvesse uma participação mais expressiva dos profissionais da região. Hoje eles são em apenas 125 voluntários. Para se ter uma idéia, só em Santo André existem 1.594 registros de dentistas, mas apenas 47 deles estão cadastrados no programa, dos quais somente 15 estão na ativa. "A gente está tentando mobilizar mais os profissionais, mas ainda têm poucos dentistas participando do projeto", completa a dentista.

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Além dos profissionais de Santo André, também estão cadastrados no programa dentistas de São Bernardo (30), Diadema (19), São Caetano (15) e Mauá (6), sendo que nem todos estão atendendo no momento. Os dentistas interessados em participar do programa devem se cadastrar no site da Fundação Abrinq (",1]);//-->

Até ser apresentado aos aparelhos odontológicos, Patric não tinha nenhum dente na parte superior da boca. A cárie generalizada e as freqüentes dores de dente sensibilizaram Sabrina. Em julho do ano passado, por meio do programa Adotei um Sorriso, da Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), ela iniciou um tratamento completamente gratuito no garoto. "No começo ele não deixava tratar. Sentia muita dor e não dava nem para aplicar anestesia. Depois de umas cinco consultas, já estava se sentindo em casa", conta Sabrina, coordenadora do projeto em Santo André.

No caso de Patric, o tratamento com dez restaurações e dez canais, além do aparelho de dente não sairia por menos de R$ 2 mil, valor muito longe da realidade do aposentado Carlos José dos Santos, pai do garoto. "Se não fosse o programa ia ser muito difícil de cuidar dos dentes dele", afirma.

O programa, que existe desde 1996, propõe criar um elo entre profissionais que desejam atender voluntariamente crianças e adolescentes de famílias de baixa renda até que eles cheguem à maioridade. Em sua maioria, o Adotei um Sorriso fecha uma parceria com creches e orfanatos para atender suas crianças. No Grande ABC, são 157. Contudo, esse número poderia ser ainda mais representativo se houvesse uma participação mais expressiva dos profissionais da região. Hoje eles são em apenas 125 voluntários. Para se ter uma idéia, só em Santo André existem 1.594 registros de dentistas, mas apenas 47 deles estão cadastrados no programa, dos quais somente 15 estão na ativa. "A gente está tentando mobilizar mais os profissionais, mas ainda têm poucos dentistas participando do projeto", completa a dentista.

Além dos profissionais de Santo André, também estão cadastrados no programa dentistas de São Bernardo (30), Diadema (19), São Caetano (15) e Mauá (6), sendo que nem todos estão atendendo no momento. Os dentistas interessados em participar do programa devem se cadastrar no site da Fundação Abrinq ( www.fundabrinq.org.br). A iniciativa também se estende para profissionais de outras áreas como psicologia, fonoaudiologia, pediatria, enfermagem, nutrição e advocacia.

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