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Pasta de Coordenação
Governamental é mantida

Secretaria terá Orçamento de R$ 1,5 milhão em 2014 e pode ficar nas mãos do PSB


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

27/05/2013 | 07:22


Ao contrário do que estava previsto, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), não vai extinguir a Secretaria de Coordenação Governamental. A Pasta terá Orçamento de R$ 1,5 milhão em 2014, previsto na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) aprovada pela Câmara na semana passada.

Marinho desconversou sobre quem assumirá a Pasta. "Por enquanto, eu tomo conta", disse o petista.

Quando apresentou o secretariado para o segundo mandato em janeiro, Marinho revelou que a Secretaria de Obras seria extinta e que o setor de Coordenação Governamental também poderia ser desativado.

O departamento era chefiado por Tarcísio Secolli, que foi transferido para gerenciar a Pasta de Serviços Urbanos. A mudança teve o objetivo de deixar Tarcísio num posto de maior visibilidade e contato com a população para que tenha mais visibilidade política.

Setores do PT são-bernardense o credenciam como nome para disputar a sucessão de Marinho em 2016.

Um dos principais projetos do setor é a implantação de uma usina do lixo no Grande Alvarenga, prevista para começar a funcionar em 2015.

O chefe do Executivo trabalha sob sigilo numa reforma administrativa para realocar aliados e reformular a estrutura da administração petista.

Quem deve se beneficiar com isso é o PSB, sigla que deve herdar o comando da Secretaria de Coordenação Governamental. Rivais históricos do PT, os socialistas aderiram ao projeto de reeleição do prefeito, mas não foram agraciados com o comando de nenhuma Pasta.

O ex-vereador Ary de Oliveira pleiteou o comando da Subprefeitura do Rudge Ramos, mas a autarquia continuou sobre o comando do ex-deputado estadual Ramiro Meves (PEN).

O desfecho da reformulação promovida por Marinho está previsto para ser encaminhado à Câmara no segundo semestre, com promessa de intenso debate entre os parlamentares. Comenta-se nos corredores do Paço que o texto terá influência direta na atuação da Câmara.



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Pasta de Coordenação
Governamental é mantida

Secretaria terá Orçamento de R$ 1,5 milhão em 2014 e pode ficar nas mãos do PSB

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

27/05/2013 | 07:22


Ao contrário do que estava previsto, o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), não vai extinguir a Secretaria de Coordenação Governamental. A Pasta terá Orçamento de R$ 1,5 milhão em 2014, previsto na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) aprovada pela Câmara na semana passada.

Marinho desconversou sobre quem assumirá a Pasta. "Por enquanto, eu tomo conta", disse o petista.

Quando apresentou o secretariado para o segundo mandato em janeiro, Marinho revelou que a Secretaria de Obras seria extinta e que o setor de Coordenação Governamental também poderia ser desativado.

O departamento era chefiado por Tarcísio Secolli, que foi transferido para gerenciar a Pasta de Serviços Urbanos. A mudança teve o objetivo de deixar Tarcísio num posto de maior visibilidade e contato com a população para que tenha mais visibilidade política.

Setores do PT são-bernardense o credenciam como nome para disputar a sucessão de Marinho em 2016.

Um dos principais projetos do setor é a implantação de uma usina do lixo no Grande Alvarenga, prevista para começar a funcionar em 2015.

O chefe do Executivo trabalha sob sigilo numa reforma administrativa para realocar aliados e reformular a estrutura da administração petista.

Quem deve se beneficiar com isso é o PSB, sigla que deve herdar o comando da Secretaria de Coordenação Governamental. Rivais históricos do PT, os socialistas aderiram ao projeto de reeleição do prefeito, mas não foram agraciados com o comando de nenhuma Pasta.

O ex-vereador Ary de Oliveira pleiteou o comando da Subprefeitura do Rudge Ramos, mas a autarquia continuou sobre o comando do ex-deputado estadual Ramiro Meves (PEN).

O desfecho da reformulação promovida por Marinho está previsto para ser encaminhado à Câmara no segundo semestre, com promessa de intenso debate entre os parlamentares. Comenta-se nos corredores do Paço que o texto terá influência direta na atuação da Câmara.

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