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Agricultores e madeireiros repudiam assassinato de missionária


Da Agência Brasil

14/02/2005 | 17:13


O assassinato da missionária americana Dorothy Stang, no município de Anapu (Pará), foi repudiado em notas divulgadas por sindicatos de agricultores, pecuaristas, madeireiros e pelo Consórcio Belo Monte, que representa os dez municípios da região da Transamazônica e Xingu.

Segundo os empresários rurais da região, foi um "ato de violência intolerável". Em nota oficial, a Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará) coloca-se "à disposição das autoridades para apoiar as investigações" e reforça o pedido para que se apure a responsabilidade pelo assassinato. A nota lembra ainda que "as divergências do setor com a política adotada pelo governo estão sendo manifestadas no foro próprio, que é o Judiciário".

O Simbax (Sindicato da Indústria Madeireira do Baixo e Médio Xingu) e o Sindicorte (Sindicato Paraense da Pecuária de Corte) também divulgaram textos semelhantes, manifestando consternação e repúdio. Já a nota do Consórcio Belo Monte conclama "a todos para que, unidos, digamos não à violência, pois no nosso entender e no entender da maioria da população, não é assim que se resolvem as coisas em um país democrático".

As notas lembram que "a missionária vinha desenvolvendo um grande trabalho social em prol da sustentação da região amazônica, principalmente em defesa dos interesses da população de baixa renda e na defesa da posse da terra".



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Agricultores e madeireiros repudiam assassinato de missionária

Da Agência Brasil

14/02/2005 | 17:13


O assassinato da missionária americana Dorothy Stang, no município de Anapu (Pará), foi repudiado em notas divulgadas por sindicatos de agricultores, pecuaristas, madeireiros e pelo Consórcio Belo Monte, que representa os dez municípios da região da Transamazônica e Xingu.

Segundo os empresários rurais da região, foi um "ato de violência intolerável". Em nota oficial, a Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará) coloca-se "à disposição das autoridades para apoiar as investigações" e reforça o pedido para que se apure a responsabilidade pelo assassinato. A nota lembra ainda que "as divergências do setor com a política adotada pelo governo estão sendo manifestadas no foro próprio, que é o Judiciário".

O Simbax (Sindicato da Indústria Madeireira do Baixo e Médio Xingu) e o Sindicorte (Sindicato Paraense da Pecuária de Corte) também divulgaram textos semelhantes, manifestando consternação e repúdio. Já a nota do Consórcio Belo Monte conclama "a todos para que, unidos, digamos não à violência, pois no nosso entender e no entender da maioria da população, não é assim que se resolvem as coisas em um país democrático".

As notas lembram que "a missionária vinha desenvolvendo um grande trabalho social em prol da sustentação da região amazônica, principalmente em defesa dos interesses da população de baixa renda e na defesa da posse da terra".

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