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Ato lembra um mês de atropelamento na av.Goiás


Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

11/07/2004 | 19:42


Aproximadamente 50 pessoas, entre familiares e amigos das três vítimas atropeladas e mortas em 6 de junho em um ponto de ônibus na avenida Goiás, Centro de São Caetano, fizeram neste domingo um ato pela vida e paz no trânsito. O objetivo era relembrar um mês da tragédia, conscientizar os motoristas sobre o perigo de dirigir alcoolizado e exigir justiça. No acidente, morreram a aposentada Maria Euza Lourenço de Oliveira, 56 anos, sua afilhada Gabrielle da Silva Martins, 8 anos, e o jardineiro Amilton Alves Toledo, 56 anos.

Segundo a polícia e duas testemunhas, o autor do atropelamento, Sérgio Luís Maturana, 20 anos, dirigia sob efeito de álcool. Antes do acidente, ele havia ultrapassado o sinal vermelho localizado no cruzamento com a rua Oswaldo Cruz com a avenida Goiás. Maturana está preso na cadeia pública de São Caetano e responde processo por triplo homicídio com dolo eventual, ou seja, por ter assumido o risco de matar as vítimas.

O ato foi realizado às 13h30 no próprio ponto de ônibus onde ocorreu o acidente. Os manifestantes fizeram orações, carregaram faixas e ouviram discursos do ministro católico Jorge Souza Santos, da Igreja São Jerônimo Emilliani, localizada no Jardim Santo André, onde moravam Maria e Gabrielle.

“Queremos que não aconteça com outras pessoas o que ocorreu com a gente. Não podemos deixar essa tragédia cair no esquecimento”, falou chorando a professora Vera Lúcia da Silva, mãe de Gabrielle. “A justiça tem de ser feita para que a morte de meu pai não seja em vão”, disse a secretária Irene Toledo, filha do jardineiro.



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Ato lembra um mês de atropelamento na av.Goiás

Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

11/07/2004 | 19:42


Aproximadamente 50 pessoas, entre familiares e amigos das três vítimas atropeladas e mortas em 6 de junho em um ponto de ônibus na avenida Goiás, Centro de São Caetano, fizeram neste domingo um ato pela vida e paz no trânsito. O objetivo era relembrar um mês da tragédia, conscientizar os motoristas sobre o perigo de dirigir alcoolizado e exigir justiça. No acidente, morreram a aposentada Maria Euza Lourenço de Oliveira, 56 anos, sua afilhada Gabrielle da Silva Martins, 8 anos, e o jardineiro Amilton Alves Toledo, 56 anos.

Segundo a polícia e duas testemunhas, o autor do atropelamento, Sérgio Luís Maturana, 20 anos, dirigia sob efeito de álcool. Antes do acidente, ele havia ultrapassado o sinal vermelho localizado no cruzamento com a rua Oswaldo Cruz com a avenida Goiás. Maturana está preso na cadeia pública de São Caetano e responde processo por triplo homicídio com dolo eventual, ou seja, por ter assumido o risco de matar as vítimas.

O ato foi realizado às 13h30 no próprio ponto de ônibus onde ocorreu o acidente. Os manifestantes fizeram orações, carregaram faixas e ouviram discursos do ministro católico Jorge Souza Santos, da Igreja São Jerônimo Emilliani, localizada no Jardim Santo André, onde moravam Maria e Gabrielle.

“Queremos que não aconteça com outras pessoas o que ocorreu com a gente. Não podemos deixar essa tragédia cair no esquecimento”, falou chorando a professora Vera Lúcia da Silva, mãe de Gabrielle. “A justiça tem de ser feita para que a morte de meu pai não seja em vão”, disse a secretária Irene Toledo, filha do jardineiro.

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