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Triste fim de vida


Do Diário OnLine

18/09/2015 | 07:00


José Maria Marin está vivendo o inferno astral e real. Às vezes também se acha no purgatório. O ex-presidente da CBF deixou a barba crescer. E nem se preocupa com tinta corante, como nos tempos de liberdade. Seus raros cabelos eram vistos periodicamente com cores diferentes.

Marin já está achando que se for extraditado para os Estados Unidos poderá fazer um acordo com a Justiça e aguardar seu julgamento final no apartamento que tem na Quinta Avenida, no Trump Building.

Enquanto isso, Marco Polo Del Nero está capitulando. Orientado por seus advogados, ele deverá sair da vitrine, licenciar-se na presidência da CBF e tentar não ser transferido para os Estados Unidos. Ele nega isso em público, mas sabe que a possibilidade de ser indiciado pela Justiça norte-americana é muito grande.

Marin foi pego com a boca na botija. Conversa pouco lisonjeira entre ele e J.Havilla foi gravada e o CD está no inquérito. Em relação a Del Nero só há especulações. Mas quem está por dentro do assunto garante que existem contundentes provas contra ele.

Cuidado

É fácil chamar qualquer juiz de ladrão. Mãe de juiz então nem liga para as homenagens da torcida. Mas a coisa fica séria quando um treinador ou dirigente apela feio contra a arbitragem.

Sem querer entrar no mérito de um lance ou de um jogo, o que se sabe é que não existe desonestidade. Os erros, alguns grosseiros, são humanos. E o árbitro não tem várias câmeras para frisar imagens e decidir corretamente.

Alguns cartolas falaram pesadamente de árbitros e auxiliares. E se o time deles conseguir uma classificação ou sair campeão? Vai pegar mal e mostrar incoerência.

Músicas para Olimpíada

O Comitê Olímpico do Brasil quer que a torcida cante várias músicas durante os jogos e competições olímpicas. “Sou brasileiro, com muito orgulho...” ganhará outros hinos de apoio. O próprio COB vai incentivar a diversificação.



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Triste fim de vida

Do Diário OnLine

18/09/2015 | 07:00


José Maria Marin está vivendo o inferno astral e real. Às vezes também se acha no purgatório. O ex-presidente da CBF deixou a barba crescer. E nem se preocupa com tinta corante, como nos tempos de liberdade. Seus raros cabelos eram vistos periodicamente com cores diferentes.

Marin já está achando que se for extraditado para os Estados Unidos poderá fazer um acordo com a Justiça e aguardar seu julgamento final no apartamento que tem na Quinta Avenida, no Trump Building.

Enquanto isso, Marco Polo Del Nero está capitulando. Orientado por seus advogados, ele deverá sair da vitrine, licenciar-se na presidência da CBF e tentar não ser transferido para os Estados Unidos. Ele nega isso em público, mas sabe que a possibilidade de ser indiciado pela Justiça norte-americana é muito grande.

Marin foi pego com a boca na botija. Conversa pouco lisonjeira entre ele e J.Havilla foi gravada e o CD está no inquérito. Em relação a Del Nero só há especulações. Mas quem está por dentro do assunto garante que existem contundentes provas contra ele.

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É fácil chamar qualquer juiz de ladrão. Mãe de juiz então nem liga para as homenagens da torcida. Mas a coisa fica séria quando um treinador ou dirigente apela feio contra a arbitragem.

Sem querer entrar no mérito de um lance ou de um jogo, o que se sabe é que não existe desonestidade. Os erros, alguns grosseiros, são humanos. E o árbitro não tem várias câmeras para frisar imagens e decidir corretamente.

Alguns cartolas falaram pesadamente de árbitros e auxiliares. E se o time deles conseguir uma classificação ou sair campeão? Vai pegar mal e mostrar incoerência.

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