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Homens azuis cheios de surpresas


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

02/09/2009 | 07:00


Um dos grandes símbolos da cultura pop mundial são os grandes concertos de rock. Filho dessa cultura, o Blue Man Group (grupo homens azuis) retorna hoje a São Paulo para minitemporada no Credicard Hall até o dia 13. Os ingressos custam de R$ 60 a R$ 260.

As apresentações fazem parte da turnê Megastar World Tour, na qual o trio faz homenagem aos shows de rock. "Há seis anos, nos perguntamos o que aconteceria se o Blue Man Group estivesse em um concerto de rock. Nos baseamos na sensação de quando éramos garotos e fomos a apresentações desse tipo", diz Ryan Scott, quarto componente do grupo e atual diretor de elenco do espetáculo.

"Somos um grupo de teatro, mas o que apresentamos é a mistura de grande concerto de rock ‘n' roll com comédia. É uma espécie de sátira desse tipo de vida."

Scott trabalha na atração há 12 anos e comecou como um dos atores no palco. Depois, passou para a direção e hoje recruta e treina aspirantes a Blue Man. A formação dura em torno de seis a oito semanas e o diretor busca atores e músicos de qualidade, com boa expressão corporal e carisma.

Os ingredientes são encontrados no misterioso trio de performers. Em curta sessão para a imprensa, eles demonstraram como a criatividade e o apelo visual garantem experiência de entretenimento única.

O início é marcado por um intrigante jogo de luz e brincadeiras com sombras em um gigante pano que cobre o palco.

A música agitada, mantida por uma banda e dois cantores, se mistura com incomuns sons que o divertido trio retira de instrumentos feitos de PVC, antenas de fibra de vidro, cítaras, pianos desmontados e outros criados pelo próprio grupo.

Há ainda tambores que jorram tinta quando batucados. As apresentações abarcam música, vídeo, pintura, circo, teatro, animação, vaudeville e performance.

Sempre sérios e pintados por uma tinta azul especial - que aparenta estar fresca o tempo todo - fazem do olhar dos atores o principal meio de contato com o público.

Segundo Scott, o público de cada país tem uma maneira de lidar com o trabalho. "Causa sensações diferentes em cada um. Nós buscamos essa conexão e tem sido gratificante."

Em sua segunda passagem pelo Brasil, o grupo prepara surpresas para quem assistir ao espetáculo.

O quarto integrante revela que todos estão empolgados com o regresso para o País após dois anos e que decidiram nos homenagear.

"Conhecemos a música brasileira e trabalhamos com ela. Vamos fazer um tributo a Roberto Carlos e à Copa do Mundo, que é uma das paixões do Brasil."

Como eles irão incorporar os 50 anos de carreira do Rei e a paixão dos brasileiros pelo futebol a seu espetáculo ainda não se sabe, mas a competência para os criadores de uma das melhores performances do mundo faz com que a curiosidade seja mais um motivo para assisti-los ao vivo.



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