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Recall não afeta confiança do setor de brinquedos


Verônica Lima
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:22


Mesmo com o tumulto que agitou o mercado de brinquedos nas últimas semanas, as indústrias do setor estão otimistas com o Dia das Crianças.

A Gulliver, por exemplo, que enfrentou o recall do brinquedo Magnetix, pretende lançar para a data uma nova coleção das bonecas Bratz, brinquedos da coleção Transformers, nova coleção de fadas, as bonecas Yummi-Land e o Pônei de um metro de altura da coleção Furreal. “Com esses lançamentos esperamos um crescimento de 32% em nosso faturamento até o fim do ano”, disse o diretor comercial Gulliver, Paulo Benzatti.

Grow - A Grow vai apresentar em outubro 140 novos brinquedos. De acordo com o gerente de produto da empresa, Gustavo Arruda, as duas linhas que prometem impulsionar em até 15% as vendas no período são: a Battle Cars (carrinhos especiais de combate), e no caso das meninas, a linha My Little Pony.

Completando 70 anos em 2007, a Estrela projeta investimentos em jogos, novos carrinhos e a remodelação da boneca Susi, com o objetivo de alavancar as vendas em até 10%.

Aires Leal Fernandes, diretor de marketing da companhia, afirma que dos 245 novos itens lançados neste ano, estão guardados quase uma centena para o período do Dia das Crianças. “Cerca de R$ 5 milhões foram investidos em ações e outros R$ 8 milhões nos produtos”, declarou Fernandes.

O diretor de marketing da Estrela assegura que a maioria dos brinquedos é produzido nas duas fábricas brasileiras e apenas 40% são importados da China.

No entanto, antes de ocupar as prateleiras das lojas, os artigos são testados e recebem o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia). “As fábricas no Interior de São Paulo (Itapira) e em Minas Gerais (Três Pontas) são responsáveis por 65% da linha de produção”, explica Fernandes.

Já a Lego deverá superar o resultado do ano passado em 15%. De acordo com as previsões do diretor de operações, Robério Esteves, o preço mais baixo dos lançamentos programados pela empresa para este ano será apenas um dos responsáveis por esse aumento.

“Em um momento em que a geração mais jovem está cada vez mais voltada à tecnologia, a fábrica ganha espaço e consumidores por manter a sua filosofia e desenvolver o raciocínio lógico e a criatividade das crianças por um bom custo”, conta Esteves.

A Lego, que completa 75 anos de atividades lidera o ranking anual do levantamento americano, Reputation Institute, como a empresa mais respeitada do mundo pelos consumidores.


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Recall não afeta confiança do setor de brinquedos

Verônica Lima
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:22


Mesmo com o tumulto que agitou o mercado de brinquedos nas últimas semanas, as indústrias do setor estão otimistas com o Dia das Crianças.

A Gulliver, por exemplo, que enfrentou o recall do brinquedo Magnetix, pretende lançar para a data uma nova coleção das bonecas Bratz, brinquedos da coleção Transformers, nova coleção de fadas, as bonecas Yummi-Land e o Pônei de um metro de altura da coleção Furreal. “Com esses lançamentos esperamos um crescimento de 32% em nosso faturamento até o fim do ano”, disse o diretor comercial Gulliver, Paulo Benzatti.

Grow - A Grow vai apresentar em outubro 140 novos brinquedos. De acordo com o gerente de produto da empresa, Gustavo Arruda, as duas linhas que prometem impulsionar em até 15% as vendas no período são: a Battle Cars (carrinhos especiais de combate), e no caso das meninas, a linha My Little Pony.

Completando 70 anos em 2007, a Estrela projeta investimentos em jogos, novos carrinhos e a remodelação da boneca Susi, com o objetivo de alavancar as vendas em até 10%.

Aires Leal Fernandes, diretor de marketing da companhia, afirma que dos 245 novos itens lançados neste ano, estão guardados quase uma centena para o período do Dia das Crianças. “Cerca de R$ 5 milhões foram investidos em ações e outros R$ 8 milhões nos produtos”, declarou Fernandes.

O diretor de marketing da Estrela assegura que a maioria dos brinquedos é produzido nas duas fábricas brasileiras e apenas 40% são importados da China.

No entanto, antes de ocupar as prateleiras das lojas, os artigos são testados e recebem o selo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia). “As fábricas no Interior de São Paulo (Itapira) e em Minas Gerais (Três Pontas) são responsáveis por 65% da linha de produção”, explica Fernandes.

Já a Lego deverá superar o resultado do ano passado em 15%. De acordo com as previsões do diretor de operações, Robério Esteves, o preço mais baixo dos lançamentos programados pela empresa para este ano será apenas um dos responsáveis por esse aumento.

“Em um momento em que a geração mais jovem está cada vez mais voltada à tecnologia, a fábrica ganha espaço e consumidores por manter a sua filosofia e desenvolver o raciocínio lógico e a criatividade das crianças por um bom custo”, conta Esteves.

A Lego, que completa 75 anos de atividades lidera o ranking anual do levantamento americano, Reputation Institute, como a empresa mais respeitada do mundo pelos consumidores.

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