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Mais coletâneas de Elvis Presley


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:09


No universo roqueiro, o mais importante posto monárquico é sempre associado a Elvis Presley. Carismático, talentoso e sedutor, o Rei do Rock foi fundamental na popularização do gênero, na década 1950.

Para marcar os 30 anos da morte do artista – vítima de uma parada cardíaca, em 16 de agosto de 1977 –, duas coletâneas dedicadas ao ícone chegam ao mercado. O disco Elvis The King (SonyBMG, R$ 22 em média) reúne sucessos de diversas fases da carreira do cantor.

Há desde a adrenalina contagiante de hinos juvenis como Jailhouse Rock e Hound Dog, até canções lacrimosas como Always on My Mind e It´s Now or Never.

Um aperitivo saboroso é a versão remixada de A Little Less Conversation. Gravada originalmente por Elvis em 1968, no especial de TV que marcou seu retorno triunfal aos holofotes, a canção voltou às paradas de sucesso em 2002, pelas mãos do DJ JXL.

Las Vegas - A coletânea Viva Las Vegas (SonyBMG, R$ 25 em média) é um registro da fase derradeira de Elvis, e de sua relação profissional com a cidade, conhecida mundialmente pelos cassinos. A faixa-título – que também nomeia o filme estrelado pelo cantor em 1963 – é a única que foi produzida em estúdio.

A maior parte do repertório é composta por canções gravadas ao vivo em hotéis como o International e o Las Vegas Hilton, entre 1969 e 1972. Sobram temas açucarados como You’ve Lost That Loving Feeling e You Don’t Have to Say You Love Me.

Merece destaque a dançante Polk Salad Annie, escrita pelo compositor Tony Joe White e interpretada de maneira magistral pelo Rei.

Extravagante - Nesse período, Elvis também começou a se apresentar com os modelitos extravagantes que seriam copiados por milhões de fãs ao redor do mundo. Em seu guarda-roupa, macacões boca-de-sino eram itens obrigatórios.

As extravagâncias do Rei não se limitavam ao visual. Não faltam exemplos no anedotário pop relacionados ao consumo abusivo de comida e entorpecentes que marcaram seus últimos dias de vida.

O fato é que os excessos de Elvis em sua vida particular foram proporcionais ao seu inegável talento.


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Mais coletâneas de Elvis Presley

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

23/09/2007 | 07:09


No universo roqueiro, o mais importante posto monárquico é sempre associado a Elvis Presley. Carismático, talentoso e sedutor, o Rei do Rock foi fundamental na popularização do gênero, na década 1950.

Para marcar os 30 anos da morte do artista – vítima de uma parada cardíaca, em 16 de agosto de 1977 –, duas coletâneas dedicadas ao ícone chegam ao mercado. O disco Elvis The King (SonyBMG, R$ 22 em média) reúne sucessos de diversas fases da carreira do cantor.

Há desde a adrenalina contagiante de hinos juvenis como Jailhouse Rock e Hound Dog, até canções lacrimosas como Always on My Mind e It´s Now or Never.

Um aperitivo saboroso é a versão remixada de A Little Less Conversation. Gravada originalmente por Elvis em 1968, no especial de TV que marcou seu retorno triunfal aos holofotes, a canção voltou às paradas de sucesso em 2002, pelas mãos do DJ JXL.

Las Vegas - A coletânea Viva Las Vegas (SonyBMG, R$ 25 em média) é um registro da fase derradeira de Elvis, e de sua relação profissional com a cidade, conhecida mundialmente pelos cassinos. A faixa-título – que também nomeia o filme estrelado pelo cantor em 1963 – é a única que foi produzida em estúdio.

A maior parte do repertório é composta por canções gravadas ao vivo em hotéis como o International e o Las Vegas Hilton, entre 1969 e 1972. Sobram temas açucarados como You’ve Lost That Loving Feeling e You Don’t Have to Say You Love Me.

Merece destaque a dançante Polk Salad Annie, escrita pelo compositor Tony Joe White e interpretada de maneira magistral pelo Rei.

Extravagante - Nesse período, Elvis também começou a se apresentar com os modelitos extravagantes que seriam copiados por milhões de fãs ao redor do mundo. Em seu guarda-roupa, macacões boca-de-sino eram itens obrigatórios.

As extravagâncias do Rei não se limitavam ao visual. Não faltam exemplos no anedotário pop relacionados ao consumo abusivo de comida e entorpecentes que marcaram seus últimos dias de vida.

O fato é que os excessos de Elvis em sua vida particular foram proporcionais ao seu inegável talento.

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