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Estação de Tratamento em Mauá já está em operação

Inaugurado em dezembro, equipamento começou a operar em maio no município


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

09/07/2015 | 07:00


A ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) de Mauá, entregue no ano passado como presente de aniversário da cidade – no dia 8 de dezembro –, concluiu sua fase de testes e, em maio, começou a operar efetivamente.

O equipamento, que custou R$ 178 milhões, conta com sistema moderno em três tanques, com vazão média de 375 litros de esgoto por segundo cada, totalizando 1.125 litros por segundo.

Atualmente, a Odebrecht Ambiental, responsável pela ETE, coleta 90% do esgoto produzido pela população. Antes, apenas 5% do volume coletado era tratado, mas, após a inauguração, o diretor de concessão da Odebrecht Ambiental em Mauá, Thadeu Pinto, ressalta que, gradativamente esse índice crescerá, chegando a 100% de tratamento de todo o efluente coletado até o fim do ano. “Assim, em pouco tempo, Mauá será referência em saneamento no Brasil, fator que favorecerá seu crescimento econômico, o meio ambiente e a qualidade de vida da população”, destaca.

A ETE tem ainda como missão contribuir com o Rio Tamanduateí que, conforme expedição realizada pela USCS (Universidade de São Caetano) em parceria com o Diário, concluída neste mês, constatou a situação caótica que se encontra o corpo d’água, com colaboração significativa do esgoto mauaense. “Com a ETE em operação, os nove quilômetros do Rio Tamanduateí, que passam por Mauá, ficarão livres da poluição provocada pelo esgoto doméstico despejado in natura em seu leito. Entendemos que a recuperação deve acontecer em pouco tempo”, fala Pinto.

Na primeira etapa do tratamento, o esgoto bruto coletado é bombeado para a ETE Mauá, onde os resíduos maiores são retidos por meio de um processo chamado gradeamento. Na sequência, o esgoto passa pelo processo de remoção de areia e é encaminhado para os biorreatores, onde os microrganismos se encarregam de eliminar bactérias e poluentes. A parte líquida, já tratada, é separada da parte sólida e lançada no leito do Rio Tamanduateí. O resíduo sólido é encaminhado para o aterro sanitário. Todo o processo, da chegada do esgoto bruto até a saída de efluente despoluído, demora quatro horas. 



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Estação de Tratamento em Mauá já está em operação

Inaugurado em dezembro, equipamento começou a operar em maio no município

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

09/07/2015 | 07:00


A ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) de Mauá, entregue no ano passado como presente de aniversário da cidade – no dia 8 de dezembro –, concluiu sua fase de testes e, em maio, começou a operar efetivamente.

O equipamento, que custou R$ 178 milhões, conta com sistema moderno em três tanques, com vazão média de 375 litros de esgoto por segundo cada, totalizando 1.125 litros por segundo.

Atualmente, a Odebrecht Ambiental, responsável pela ETE, coleta 90% do esgoto produzido pela população. Antes, apenas 5% do volume coletado era tratado, mas, após a inauguração, o diretor de concessão da Odebrecht Ambiental em Mauá, Thadeu Pinto, ressalta que, gradativamente esse índice crescerá, chegando a 100% de tratamento de todo o efluente coletado até o fim do ano. “Assim, em pouco tempo, Mauá será referência em saneamento no Brasil, fator que favorecerá seu crescimento econômico, o meio ambiente e a qualidade de vida da população”, destaca.

A ETE tem ainda como missão contribuir com o Rio Tamanduateí que, conforme expedição realizada pela USCS (Universidade de São Caetano) em parceria com o Diário, concluída neste mês, constatou a situação caótica que se encontra o corpo d’água, com colaboração significativa do esgoto mauaense. “Com a ETE em operação, os nove quilômetros do Rio Tamanduateí, que passam por Mauá, ficarão livres da poluição provocada pelo esgoto doméstico despejado in natura em seu leito. Entendemos que a recuperação deve acontecer em pouco tempo”, fala Pinto.

Na primeira etapa do tratamento, o esgoto bruto coletado é bombeado para a ETE Mauá, onde os resíduos maiores são retidos por meio de um processo chamado gradeamento. Na sequência, o esgoto passa pelo processo de remoção de areia e é encaminhado para os biorreatores, onde os microrganismos se encarregam de eliminar bactérias e poluentes. A parte líquida, já tratada, é separada da parte sólida e lançada no leito do Rio Tamanduateí. O resíduo sólido é encaminhado para o aterro sanitário. Todo o processo, da chegada do esgoto bruto até a saída de efluente despoluído, demora quatro horas. 

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