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'Coração Vagabundo' expõe fragilidades de Caetano


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

24/07/2009 | 07:00


Registro dos bastidores da turnê "A Foreign Sound", realizada pelo cantor e compositor Caetano Veloso entre 2003 e 2005, o filme "Coração Vagabundo" chega hoje às telonas. Dirigida por Fernando Grostein Andrade, a produção não adota tom documental e expõe de maneira sensível as fragilidades do artista.

"Minha intenção não foi fazer um filme biográfico para definir o Caetano, porque isso é uma tarefa impossível. Quis fazer apenas um recorte dessas viagens dele pelo mundo", explicou Andrade na coletiva de imprensa promovida em shopping paulistano, no dia 14.

Na ocasião, o músico disse que não gosta de ser filmado, mas apreciou o resultado obtido pelo diretor. "Fico um pouco envergonhado de me ver falando tanto, mas acho que o filme foi feito de uma maneira que não me desagradou. Ele é despretensioso, mas não é superficial."

À VONTADE - Em quartos de hotéis de São Paulo, Estados Unidos e Japão, o tropicalista aparece nu, enquanto faz a barba. Contorna com bom humor a crise de ciúmes da então mulher, a empresária e co-produtora do longa, Paula Lavigne, que implicou com o fato de o marido ter pedido a ela o telefone de Gisele Bündchen. A supermodel derreteu-se em elogios ao ídolo, em depoimento ao diretor.

Aliás, "Coração Vagabundo" pode ser entendido como réquiens de dois casamentos importantes na trajetória de Caetano: além da separação entre ele e Paula Lavigne, houve a interrupção da duradoura parceria com o maestro Jacques Morelembaum, que não participou do trabalho seguinte do músico, "Cê", álbum com acento roqueiro.

No filme, o verborrágico baiano, de 66 anos, aparenta modéstia ao falar sobre suas limitações. Apesar do fascínio pela cultura anglo-saxã e de ter morado em Londres, durante o exílio no início dos anos 1970, ele reconhece que não domina o idioma inglês. Também não se considera bom músico.



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'Coração Vagabundo' expõe fragilidades de Caetano

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

24/07/2009 | 07:00


Registro dos bastidores da turnê "A Foreign Sound", realizada pelo cantor e compositor Caetano Veloso entre 2003 e 2005, o filme "Coração Vagabundo" chega hoje às telonas. Dirigida por Fernando Grostein Andrade, a produção não adota tom documental e expõe de maneira sensível as fragilidades do artista.

"Minha intenção não foi fazer um filme biográfico para definir o Caetano, porque isso é uma tarefa impossível. Quis fazer apenas um recorte dessas viagens dele pelo mundo", explicou Andrade na coletiva de imprensa promovida em shopping paulistano, no dia 14.

Na ocasião, o músico disse que não gosta de ser filmado, mas apreciou o resultado obtido pelo diretor. "Fico um pouco envergonhado de me ver falando tanto, mas acho que o filme foi feito de uma maneira que não me desagradou. Ele é despretensioso, mas não é superficial."

À VONTADE - Em quartos de hotéis de São Paulo, Estados Unidos e Japão, o tropicalista aparece nu, enquanto faz a barba. Contorna com bom humor a crise de ciúmes da então mulher, a empresária e co-produtora do longa, Paula Lavigne, que implicou com o fato de o marido ter pedido a ela o telefone de Gisele Bündchen. A supermodel derreteu-se em elogios ao ídolo, em depoimento ao diretor.

Aliás, "Coração Vagabundo" pode ser entendido como réquiens de dois casamentos importantes na trajetória de Caetano: além da separação entre ele e Paula Lavigne, houve a interrupção da duradoura parceria com o maestro Jacques Morelembaum, que não participou do trabalho seguinte do músico, "Cê", álbum com acento roqueiro.

No filme, o verborrágico baiano, de 66 anos, aparenta modéstia ao falar sobre suas limitações. Apesar do fascínio pela cultura anglo-saxã e de ter morado em Londres, durante o exílio no início dos anos 1970, ele reconhece que não domina o idioma inglês. Também não se considera bom músico.

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