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Júri condena mãe e companheira no caso da morte do menino Rhuan no DF



27/11/2020 | 09:31


O Tribunal do Júri do Distrito Federal condenou na quarta-feira, 25, Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno pelo assassinato e esquartejamento do filho de Rosana, Rhuan Maycon, de 9 anos. As penas foram estipuladas em 65 anos e 8 meses de prisão para Rosana e 64 anos e 10 meses para Kacyla.

A Justiça condenou as mulheres pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, destruição e ocultação de cadáver e fraude processual.

Elas já respondiam ao processo presas e deverão seguir em regime fechado.

Cabe recurso contra a decisão.

A defesa das mulheres sustenta inocência e pediu absolvição aos jurados.

Rhuan foi atacado pelas mulheres em 31 de maio do ano passado na região administrativa de Samambaia, no Distrito Federal, de acordo com a denúncia apresentada.

O corpo foi encontrado no dia seguinte em uma mala deixada na região.

O Ministério Público sustenta que o crime foi motivado por ódio das mulheres contra a família paterna da vítima.



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Júri condena mãe e companheira no caso da morte do menino Rhuan no DF


27/11/2020 | 09:31


O Tribunal do Júri do Distrito Federal condenou na quarta-feira, 25, Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno pelo assassinato e esquartejamento do filho de Rosana, Rhuan Maycon, de 9 anos. As penas foram estipuladas em 65 anos e 8 meses de prisão para Rosana e 64 anos e 10 meses para Kacyla.

A Justiça condenou as mulheres pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, destruição e ocultação de cadáver e fraude processual.

Elas já respondiam ao processo presas e deverão seguir em regime fechado.

Cabe recurso contra a decisão.

A defesa das mulheres sustenta inocência e pediu absolvição aos jurados.

Rhuan foi atacado pelas mulheres em 31 de maio do ano passado na região administrativa de Samambaia, no Distrito Federal, de acordo com a denúncia apresentada.

O corpo foi encontrado no dia seguinte em uma mala deixada na região.

O Ministério Público sustenta que o crime foi motivado por ódio das mulheres contra a família paterna da vítima.

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