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Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com 52 livros escritos, andreense Cláudio
Feldman utiliza a persistência ao seu favor


Vanessa Ratti
Do Diário do Grande ABC

01/02/2016 | 07:02


 Escrever livros não é a única habilidade de Cláudio Feldman. Bem-humorado, simples e poético, o andreense também sabe – e gosta – de vender seu ‘peixe’. Com 72 anos de idade e 52 livros no currículo, faz questão de apresentar seus novos trabalhos em filas de teatro, exposições e cinemas. Já é figura cativa e conhecida na região. “Não faço isso só por conta do dinheiro e, sim, para conhecerem meu trabalho, saberem quem sou”, diz.

Feldman nasceu em Bauru em 1944 e se mudou para Santo André 15 anos depois, quando seu pai, que era cinegrafista, buscava melhores oportunidades de trabalho no Grande ABC. A partir deste momento começavam a surgir suas mais de 1.000 facetas como comunicador. Primeiro se formou em Letras. Depois, trabalhou como ator de comerciais e peças, dirigiu filmes e iniciou sua extensa lista de livros, entre crônicas, poesias, contos, romances e histórias infantis.

Para adultos, fez livros que contam nas entrelinhas seus ‘causos’ de infância. Já os direcionados às crianças têm tramas inspiradas nos filhos e netos. Com dois quartinhos cheios de obras em sua casa, Feldman encara a vida de artista com paixão e deseja chamar atenção do público pela linguagem bem-humorada que faz questão de usar. “Vou pela famosa linha do Monteiro Lobato; comunicação com humor e poesia”, conta.

Os livros infantis também são recheados de rimas e figuras. E tudo indica que ele cativa mesmo os leitores mirins. “Um menino que comprou um de meus livros (A Baleia) gostou tanto que passou a dormir com ele embaixo do travesseiro”. O escritor acredita que isso acontece porque ao escrever faz como se estivesse contando histórias para seus próprios filhos. “Tinha que criar aventuras para que eles comessem, dormissem. Assim surgiu a ideia de escrever livros infantis”, complementa Feldman.

Além de A Baleia – com 30 edições –, os preferidos da criançada são Rabelo Ganhou um Camelo e Mário Ganhou um Canário. Os três foram inspirados na infância dos filhos do autor. Já a última publicação do escritor, Caixinha de Risos e Rimas (Editora Taturana, 31 págs. R$ 20, em média), é homenagem aos netos.

Sobre as obras com foco em adultos, Feldman tem apreço por alguns. Rua do Gato Mourisco, relembrando sua infância em Bauru, e o Rapto da Mulher Barbada, do gênero policial, estão no topo da lista. Claro que não dá para esquecer de algo importante: além de prêmios por suas obras, Cláudio Feldman também já lançou livros em bienais. E ele quer mais.



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Paixão por conhecimento

Com 52 livros escritos, andreense Cláudio
Feldman utiliza a persistência ao seu favor

Vanessa Ratti
Do Diário do Grande ABC

01/02/2016 | 07:02


 Escrever livros não é a única habilidade de Cláudio Feldman. Bem-humorado, simples e poético, o andreense também sabe – e gosta – de vender seu ‘peixe’. Com 72 anos de idade e 52 livros no currículo, faz questão de apresentar seus novos trabalhos em filas de teatro, exposições e cinemas. Já é figura cativa e conhecida na região. “Não faço isso só por conta do dinheiro e, sim, para conhecerem meu trabalho, saberem quem sou”, diz.

Feldman nasceu em Bauru em 1944 e se mudou para Santo André 15 anos depois, quando seu pai, que era cinegrafista, buscava melhores oportunidades de trabalho no Grande ABC. A partir deste momento começavam a surgir suas mais de 1.000 facetas como comunicador. Primeiro se formou em Letras. Depois, trabalhou como ator de comerciais e peças, dirigiu filmes e iniciou sua extensa lista de livros, entre crônicas, poesias, contos, romances e histórias infantis.

Para adultos, fez livros que contam nas entrelinhas seus ‘causos’ de infância. Já os direcionados às crianças têm tramas inspiradas nos filhos e netos. Com dois quartinhos cheios de obras em sua casa, Feldman encara a vida de artista com paixão e deseja chamar atenção do público pela linguagem bem-humorada que faz questão de usar. “Vou pela famosa linha do Monteiro Lobato; comunicação com humor e poesia”, conta.

Os livros infantis também são recheados de rimas e figuras. E tudo indica que ele cativa mesmo os leitores mirins. “Um menino que comprou um de meus livros (A Baleia) gostou tanto que passou a dormir com ele embaixo do travesseiro”. O escritor acredita que isso acontece porque ao escrever faz como se estivesse contando histórias para seus próprios filhos. “Tinha que criar aventuras para que eles comessem, dormissem. Assim surgiu a ideia de escrever livros infantis”, complementa Feldman.

Além de A Baleia – com 30 edições –, os preferidos da criançada são Rabelo Ganhou um Camelo e Mário Ganhou um Canário. Os três foram inspirados na infância dos filhos do autor. Já a última publicação do escritor, Caixinha de Risos e Rimas (Editora Taturana, 31 págs. R$ 20, em média), é homenagem aos netos.

Sobre as obras com foco em adultos, Feldman tem apreço por alguns. Rua do Gato Mourisco, relembrando sua infância em Bauru, e o Rapto da Mulher Barbada, do gênero policial, estão no topo da lista. Claro que não dá para esquecer de algo importante: além de prêmios por suas obras, Cláudio Feldman também já lançou livros em bienais. E ele quer mais.

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