Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 22 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

A cara do Brasil

USCS debate a imagem do brasileiro no cinema; o
convidado da semana é o professor Roberto Elísio


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

26/05/2010 | 07:00


O cinema brasileiro será pauta da reflexão do "Tubaína Filosófica", encontro que ocorre hoje, às 18h, na USCS (Universidade Municipal de São Caetano). O convidado da semana é o professor Roberto Elísio dos Santos, que conduz debate sobre o tema "A Construção da Imagem do Povo Brasileiro na Produção Fílmica Nacional". A entrada é franca.

"Vamos falar sobre quem é o brasileiro que aparece no cinema. Será que ele está bem representado? Quem é o povo brasileiro?", questiona o professor de Comunicação da USCS, e acrescenta: "O Brasil é tão diferente que fica complicado criar uma única imagem".

A ideia de discutir o tema surgiu quando o professor lembrou de um debate da década de 1980 no qual alguns cineastas brasileiros apontaram a importância de o povo se ver nas telas. Para ilustrar as questões, imagens de diversos filmes - entre eles obras da década de 1920, trabalhos de Glauber Rocha (1939-1981), do cinema novo, e exemplares da nova safra - serão apresentadas.

O palestrante de São Caetano explica que os anos 1980 marcaram uma nova maneira de caracterizar o público. "Diferentes tipos de brasileiros começaram a ser mostrados na tela. A partir da redemocratização, os cineastas quiseram descobrir que País era aquele", explica.

Entre algumas das produções está o popular "Bye Bye Brasil" (1979), de Cacá Diegues. Outro que desponta como uma das principais produções nacionais é "Bete Balanço" (1984), do diretor Lael Rodrigues.

A conversa também aborda a atual fase adolescente do cinema. Longas como As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodansky, e Sonhos Roubados, de Sandra Werneck, serão usados para lembrar que a faixa etária começa a ganhar atenção.

Para o palestrante, em termos de abrangência de público, a TV tem sido mais eficiente que o cinema. "É importante falar para diferentes públicos e a TV tem conseguido fazer isso. Temos uma diversificação de traços e comportamentos que precisamos discutir", afirma.

Tubaína Filosófica - Debate sobre cinema. Hoje, às 18h. No campus 1 da USCS - Av. Goiás, 3.400, São Caetano. Tel.: 4239-3259. Entrada franca.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

A cara do Brasil

USCS debate a imagem do brasileiro no cinema; o
convidado da semana é o professor Roberto Elísio

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

26/05/2010 | 07:00


O cinema brasileiro será pauta da reflexão do "Tubaína Filosófica", encontro que ocorre hoje, às 18h, na USCS (Universidade Municipal de São Caetano). O convidado da semana é o professor Roberto Elísio dos Santos, que conduz debate sobre o tema "A Construção da Imagem do Povo Brasileiro na Produção Fílmica Nacional". A entrada é franca.

"Vamos falar sobre quem é o brasileiro que aparece no cinema. Será que ele está bem representado? Quem é o povo brasileiro?", questiona o professor de Comunicação da USCS, e acrescenta: "O Brasil é tão diferente que fica complicado criar uma única imagem".

A ideia de discutir o tema surgiu quando o professor lembrou de um debate da década de 1980 no qual alguns cineastas brasileiros apontaram a importância de o povo se ver nas telas. Para ilustrar as questões, imagens de diversos filmes - entre eles obras da década de 1920, trabalhos de Glauber Rocha (1939-1981), do cinema novo, e exemplares da nova safra - serão apresentadas.

O palestrante de São Caetano explica que os anos 1980 marcaram uma nova maneira de caracterizar o público. "Diferentes tipos de brasileiros começaram a ser mostrados na tela. A partir da redemocratização, os cineastas quiseram descobrir que País era aquele", explica.

Entre algumas das produções está o popular "Bye Bye Brasil" (1979), de Cacá Diegues. Outro que desponta como uma das principais produções nacionais é "Bete Balanço" (1984), do diretor Lael Rodrigues.

A conversa também aborda a atual fase adolescente do cinema. Longas como As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodansky, e Sonhos Roubados, de Sandra Werneck, serão usados para lembrar que a faixa etária começa a ganhar atenção.

Para o palestrante, em termos de abrangência de público, a TV tem sido mais eficiente que o cinema. "É importante falar para diferentes públicos e a TV tem conseguido fazer isso. Temos uma diversificação de traços e comportamentos que precisamos discutir", afirma.

Tubaína Filosófica - Debate sobre cinema. Hoje, às 18h. No campus 1 da USCS - Av. Goiás, 3.400, São Caetano. Tel.: 4239-3259. Entrada franca.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;