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Por débito com União, Mauá perdeu R$ 42 mi do FPM em 2012


Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

08/03/2013 | 06:46


 

A secretária de Finanças de Mauá, Ruzibel Sena de Carvalho, afirmou que Mauá perdeu aproximadamente R$ 42 milhões de FPM (Fundo de Participação do Município) no ano passado. O número foi apresentado em audiência pública ontem, na Câmara, para debater o quadro financeiro do terceiro quadrimestre de 2012.

Se não fosse o passivo estimado em R$ 430 milhões com o Tesouro Nacional, originado na gestão de Amaury Fioravanti (1989-1992), para canalizar os córregos Corumbé e Bocaina e Rio Tamanduateí, Mauá contaria com R$ 46,5 milhões frutos do FPM em 2012. "Perdemos R$ 42 milhões de repasses que ficaram retidos. Precisamos da liberação para cumprir os nossos compromissos, como com os fornecedores. Mas, o governo federal mostrou que as portas estão abertas (para ajuda)", disse Ruzibel.

Durante 30 minutos de audiência, Ruzibel apresentou valores arrecadados em tributos. Nos quatro últimos meses da gestão do ex-prefeito Oswaldo Dias (PT), entraram nos cofres de Mauá R$ 49,6 milhões oriundos do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), R$ 50,9 milhões em ISS (Imposto Sobre Serviços) e R$ 233,7 milhões em ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).

NOVO SECRETÁRIO

Conforme antecipado pelo Diário, Ruzibel deixa o comando da Secretaria de Finanças para assumir o posto de chefe de Gabinete. Ela fez o anúncio durante a audiência pública e começa na nova função a partir de segunda-feira, no lugar de Rômulo Fernandes (PT), que será o responsável pela nova Pasta de Relações Institucionais.

O novo secretário de Finanças será José Roberto da Silva, servidor aposentado da Prefeitura de São Bernardo desde 31 de janeiro, quando exercia o cargo de procurador. Ele também comandou a Secretaria da Fazenda de São José dos Campos, entre 1989 a 1992, e foi assessor financeiro do Paço de Guarulhos em 1993.

"Conversei com a Ruzibel e tenho consciência plena dos problemas que estamos enfrentando. Sobre os restos a pagar (estimados em R$ 126 milhões), temos um plano para reduzir gradativamente esses valores, talvez em dois anos, e vai ser realizado em conjunto com aumento de receita", analisou o futuro secretário.

 

 



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