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Vendas dos supermercados sobem 14%


Verônica Lima
Do Diário do Grande ABC

24/04/2008 | 07:00


As vendas do setor supermercadista cresceram quase 14% (13,84%) em março na comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o índice do mês passado, divulgado ontem, é o melhor resultado desde 2003 - período em que a metodologia da pesquisa foi revisada.

 Para o presidente da entidade, Sussumu Honda, um dos principais fatores que estimulou o bom desempenho nas vendas foi o efeito calendário, já que a Páscoa, segunda melhor data em negócios para os supermercados, ocorreu no terceiro mês do ano, em vez de em abril, como em 2007.

"Além da diferença de calendário, também é possível notar que o ambiente econômico se mantém positivo. Isso se reflete no aumento do consumo das famílias e, conseqüentemente, em uma maior venda de alimentos", afirma Honda.

Os negócios no varejo supermercadista apresentaram expansão também em comparação com o mês anterior, de 16,70%. E no primeiro trimestre do ano o setor fechou com alta de 10,26%.

Para este mês, o presidente da Abras prevê ligeira queda no resultado, já que o período deste ano não comportará as compras sazonais de Páscoa, como os ovos de chocolates e colomba pascal.

Já para o acumulado dos 12 meses de 2008, a entidade arrisca dizer que o índice previsto no início do ano entre 4% a 4,5% poderá ser revisto se o consumidor continuar saindo dos supermercados com as sacolas cheias, como fez no três primeiros meses do ano. "O consumo realmente está muito forte. Nem mesmo o reajuste dos juros deve influenciar o avanço do setor", comenta Honda.

CESTA BÁSICA

O índice AbrasMercado, cesta de 35 produtos (alimentos, limpeza e beleza) analisado pela GfK Indicator, apresentou em março variação de 9,58% em relação ao mesmo mês do ano passado. O valor da cesta passou de R$ 202,70, em março de 2007, para R$ 232,62.

Já em comparação a fevereiro de 2008, o conjunto de primeira necessidade apresentou queda de 0,12%. As maiores altas no mês passado ficaram com tomate (30,63%), óleo de soja (8,88%) e biscoitos maisena (7,22%). Entretanto, mais em conta ficou o preço do corte traseiro da carne bovina (6,30%), da batata (2,77%) e do desinfetante (1,83%).



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