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Agrishow seduz empresas da região


Marcelo de Paula
Do Diário do Grande ABC

29/04/2008 | 07:06


Considerada a maior feira do setor na América Latina, a Agrishow terá o setor sucroalcooleiro como a vedete do evento deste ano por causa do aumento do interesse mundial pelo etanol. No Brasil, diferente de outros países, o combustível não impacta sobre o preço de alimentos por derivar da cana-de-açúcar. Assim, mostra-se uma boa alternativa em substituição à gasolina.

A expectativa é a que a Agrishow seja visitada por cerca de 135 mil pessoas, sendo 2.500 provenientes de outros países da América Latina, Europa, Ásia, além de potenciais clientes dos Estados Unidos.

Neste ano estão presentes 745 expositores, contra 660 em 2007, sendo 45 do Exterior. A estimativa é de que os visitantes terão contato com cerca de 3.000 produtos.

Haverá também demonstrações de dinâmicas de produtos e técnicas de plantio durante a feira, abrangendo as culturas de café, cana-de-açúcar, milho, feijão e soja.

Cana-de-açúcar é a ‘vedete' dos expositores este ano

A Ford anunciou ontem que a fábrica de Taubaté receberá um investimento de R$ 600 milhões para a produção de uma nova linha de motores, chamada de Sigma. Com isso, a unidade vai quase que dobrar a produção, passando de 250 mil por ano para 500 mil.

A planta do Vale do Paraíba venceu uma disputa entre outras fábricas da montadora na Índia, México e Estados Unidos. "O crescimento da indústria automotiva - para a Ford, o Brasil está em terceiro lugar, só perdendo para os mercados norte-americano e inglês -, os acordos no Mercosul e o investimento em biocombustível motivaram a escolha", explica Rogelio Golfarb.

A produção do novo motor, que já faz parte da plataforma mundial da montadora e é produzido no Reino Unido, será voltado tanto para o mercado brasileiro quanto para exportação. No entanto, Golfarb afirma que não há intenção no momento de aposentar o atual motor Zetec RoCam.

Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, Claudemir Monteiro, não há planos para abertura de novas vagas de trabalho. "O investimento será na modernização e tecnologia, e garante a planta na cidade, assim como o emprego de 1.500 trabalhadores".

O montante provém de recursos do Brasil e precisou de contrapartidas dos empregados para que fosse aprovado, como renovação do banco de horas e realocação de metalúrgicos para a nova linha. Segundo a Ford, alguns processos serão terceirizados, o que liberará funcionários para a produção do Sigma.

Apesar da empresa não confirmar, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC também está em conversa com a montadora sobre a possibilidade da abertura do segundo turno de produção de caminhões na unidade de São Bernardo. Com a ampliação, poderão ser gerados mais de 300 empregos na planta.



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