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Cemitério do Curuçá ganhará 3.000 sepulturas até ano que vem

Andréa Iseki/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Aumento equivale a 12% da capacidade atual do espaço, que é o maior de Sto.André


Fabio Munhoz
do Diário do Grande ABC

25/08/2014 | 07:07


Até o fim do primeiro semestre do ano que vem, o Cemitério do Curuçá, em Santo André, terá 3.000 novas sepulturas. A ampliação equivale a 12% da capacidade atual do espaço, que tem 25 mil vagas temporárias, oferecidas para pessoas que não possuem jazigos particulares. O investimento aplicado para a construção de novos túmulos é de R$ 3 milhões. A necrópole foi fundada em 1969 e é a maior da cidade.

O superintendente do Serviço Funerário de Santo André, José Antonio Ferreira, afirma que a obra será dividida em duas etapas, cada uma com 1.500 sepulturas. “A primeira fase será concluída até novembro, enquanto a segunda ficará para o primeiro semestre do ano que vem.” Ele salienta que o recurso para a ampliação foi obtido por meio de convênio com a Smuosp (Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos). Também estão sendo criados 720 nichos – conhecidos como ossários – destinados à colocação dos restos mortais após a exumação do cadáver.

O principal objetivo do aumento de vagas é a alta demanda. “Em Santo André, temos 20 velórios por dia, sendo que 15 são aqui no Curuçá”, diz Ferreira. A grande procura é justificada pela amplitude do atendimento prestado. “Este é o único cemitério do Grande ABC que recebe corpos de pessoas de outros municípios”, explica. Além disso, famílias que comprovarem que não têm condições financeiras podem fazer os velórios e enterros sem custos. Os corpos são mantidos por três anos nos jazigos temporários.

Outra intervenção em andamento no cemitério é a execução de sistema de drenagem. Estão sendo construídos dois tanques para armazenamento de água, um com capacidade para 200 mil litros e outro para 300 mil litros. O objetivo é conter a velocidade do escoamento da água, já que a necrópole está localizada em área de declive. “A enxurrada descia e provocava muitos estragos”, explica. Os piscinões, que serão concluídos ainda neste ano, demandaram investimento de R$ 2,1 milhões. Para essa obra, foi feito convênio com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

O Serviço Funerário está alterando o padrão dos túmulos do Cemitério do Curuçá. Os mais antigos são fechados por placas de concreto, cobertas por terra. O modelo em implantação prevê o fechamento com placa de pedra, sem necessidade de colocação de terra por cima. “Além de não gastar com a grama removida em caso de enterros e exumações, dá um aspecto visual mais agradável aos frequentadores, já que não haverá mais escavações.”

Ferreira afirma que as modificações irão preparar o cemitério para ampliações futuras. “Pretendemos dobrar a capacidade do velório, que atualmente possui 12 salas. Deveremos lançar a licitação no ano que vem”, antecipa. O superintendente afirma que também foram feitas reformas em outros cemitérios da cidade, como os de Camilópolis e Vila Assunção.


Serviço Funerário testa velório com transmissão de imagens on-line

O Serviço Funerário de Santo André iniciou, há cerca de um mês, sistema de transmissão on-line dos velórios da Vila Assunção. A novidade está em fase de testes e, se houver alta procura, será expandida para outros cemitérios da cidade. Essa é a primeira necrópole pública do Grande ABC a desenvolver iniciativa do tipo.

Segundo o superintendente do Serviço Funerário, José Antonio Ferreira, o sistema foi implantado com foco nas pessoas que não têm tempo hábil para chegar à despedida de um amigo ou parente. “Em alguns casos, devido ao estado de decomposição do corpo, o sepultamento tem de ser feito rapidamente. Assim, alguém que está no Interior não teria condições de ir ao velório”, explica.

A família que optar pela transmissão das imagens pela internet deverá solicitar senha à administração do cemitério, que irá orientar todos os passos para que seja feito o acesso. O código, garante Ferreira, será alterado a cada cerimônia, com intuito de evitar invasão de privacidade.

O superintendente do Serviço Funerário salienta que a implantação do sistema não onerou os cofres da repartição. A colocação foi feita pela empresa responsável pelo videomonitoramento do local. Ainda não há data definida para avaliação do modelo e decisão sobre expansão para outras unidades. 



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Cemitério do Curuçá ganhará 3.000 sepulturas até ano que vem

Aumento equivale a 12% da capacidade atual do espaço, que é o maior de Sto.André

Fabio Munhoz
do Diário do Grande ABC

25/08/2014 | 07:07


Até o fim do primeiro semestre do ano que vem, o Cemitério do Curuçá, em Santo André, terá 3.000 novas sepulturas. A ampliação equivale a 12% da capacidade atual do espaço, que tem 25 mil vagas temporárias, oferecidas para pessoas que não possuem jazigos particulares. O investimento aplicado para a construção de novos túmulos é de R$ 3 milhões. A necrópole foi fundada em 1969 e é a maior da cidade.

O superintendente do Serviço Funerário de Santo André, José Antonio Ferreira, afirma que a obra será dividida em duas etapas, cada uma com 1.500 sepulturas. “A primeira fase será concluída até novembro, enquanto a segunda ficará para o primeiro semestre do ano que vem.” Ele salienta que o recurso para a ampliação foi obtido por meio de convênio com a Smuosp (Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos). Também estão sendo criados 720 nichos – conhecidos como ossários – destinados à colocação dos restos mortais após a exumação do cadáver.

O principal objetivo do aumento de vagas é a alta demanda. “Em Santo André, temos 20 velórios por dia, sendo que 15 são aqui no Curuçá”, diz Ferreira. A grande procura é justificada pela amplitude do atendimento prestado. “Este é o único cemitério do Grande ABC que recebe corpos de pessoas de outros municípios”, explica. Além disso, famílias que comprovarem que não têm condições financeiras podem fazer os velórios e enterros sem custos. Os corpos são mantidos por três anos nos jazigos temporários.

Outra intervenção em andamento no cemitério é a execução de sistema de drenagem. Estão sendo construídos dois tanques para armazenamento de água, um com capacidade para 200 mil litros e outro para 300 mil litros. O objetivo é conter a velocidade do escoamento da água, já que a necrópole está localizada em área de declive. “A enxurrada descia e provocava muitos estragos”, explica. Os piscinões, que serão concluídos ainda neste ano, demandaram investimento de R$ 2,1 milhões. Para essa obra, foi feito convênio com o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

O Serviço Funerário está alterando o padrão dos túmulos do Cemitério do Curuçá. Os mais antigos são fechados por placas de concreto, cobertas por terra. O modelo em implantação prevê o fechamento com placa de pedra, sem necessidade de colocação de terra por cima. “Além de não gastar com a grama removida em caso de enterros e exumações, dá um aspecto visual mais agradável aos frequentadores, já que não haverá mais escavações.”

Ferreira afirma que as modificações irão preparar o cemitério para ampliações futuras. “Pretendemos dobrar a capacidade do velório, que atualmente possui 12 salas. Deveremos lançar a licitação no ano que vem”, antecipa. O superintendente afirma que também foram feitas reformas em outros cemitérios da cidade, como os de Camilópolis e Vila Assunção.


Serviço Funerário testa velório com transmissão de imagens on-line

O Serviço Funerário de Santo André iniciou, há cerca de um mês, sistema de transmissão on-line dos velórios da Vila Assunção. A novidade está em fase de testes e, se houver alta procura, será expandida para outros cemitérios da cidade. Essa é a primeira necrópole pública do Grande ABC a desenvolver iniciativa do tipo.

Segundo o superintendente do Serviço Funerário, José Antonio Ferreira, o sistema foi implantado com foco nas pessoas que não têm tempo hábil para chegar à despedida de um amigo ou parente. “Em alguns casos, devido ao estado de decomposição do corpo, o sepultamento tem de ser feito rapidamente. Assim, alguém que está no Interior não teria condições de ir ao velório”, explica.

A família que optar pela transmissão das imagens pela internet deverá solicitar senha à administração do cemitério, que irá orientar todos os passos para que seja feito o acesso. O código, garante Ferreira, será alterado a cada cerimônia, com intuito de evitar invasão de privacidade.

O superintendente do Serviço Funerário salienta que a implantação do sistema não onerou os cofres da repartição. A colocação foi feita pela empresa responsável pelo videomonitoramento do local. Ainda não há data definida para avaliação do modelo e decisão sobre expansão para outras unidades. 

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