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Promotor se irrita com atitude de advogados de Suzane Richthofen


Do Diário OnLine

05/06/2006 | 18:14


O promotor Roberto Tardelli se mostrou indignado nesta segunda-feira com a atitude dos advogados de defesa de Suzane von Richthofen, ré confessa no processo em que é acusada de planejar a morte dos próprios pais em 2002.

Ao perceberem a ausência de Geraldo Jabur, advogado dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos que também já confessaram participação no crime, eles pediram ao juiz que o julgamento da ex-universitária também fosse adiado. Com a negativa, eles simplesmente abandonaram o júri.

A ausência dos defensores da jovem obrigou o juiz a adiar o julgamento dela, que acontecerá no dia 17 de julho junto com os irmãos Cravinhos. Se alguém se recusar a participar do julgamento nesta nova data, um substituto já foi providenciado.

Tardelli considerou absurdo tanto o adiamento da sessão como a postura dos advogados, que terão suas condutas analisadas pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).  

O promotor ainda declarou que os defensores de Suzane não levaram o júri a sério e tiraram sarro de todos os presentes no local.

Assassinato - O crime que matou o casal Manfred e Marísia Richthofen aconteceu dentro da casa deles, na Zona Sul de São Paulo, em outubro de 2002. Segundo o depoimento dos acusados à polícia, Suzane levou o irmão Andreas, então com 15 anos, a uma lan house. Em seguida, a estudante e o namorado encontraram Christian e seguiram para a residência da família.

Suzane foi para o quarto dos pais constatar que eles dormiam e deixou o caminho livre para os irmãos Cravinhos. Manfred e Marísia foram golpeados com barras de ferro. A casa ainda foi revirada para simular um assalto. Christian levou o dinheiro guardado no local.

Após se livrarem das armas do crime, Suzane e Daniel foram para um motel onde ficaram por duas horas, para simular um álibi. Depois eles pegaram Andreas e seguiram para a casa, onde encontraram os corpos e chamaram a polícia. Dois dias após o assassinato, foi descoberto que a jovem era a mandante das mortes.

O crime teria sido motivado pela proibição do namoro de Suzane e Daniel pelos pais, além da herança que seria herdada com a morte deles. Os três acusados vão responder por duplo homicídio qualificado.


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