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‘Boeing Boeing’ é comédia despretensiosa


Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

27/03/2002 | 20:40


O diretor Darson Ribeiro garante: “Boeing Boeing é a peça mais encenada do mundo, está no Guiness Book – O Livro dos Recordes. Está em cartaz em Paris há mais de 20 anos”. O vaudeville (comédia caracterizada por quiprocós) escrito por Marc Camoletti estréia nesta quinta no Teatro Bibi Ferreira. O elenco tem Guilherme Leme, Cássio Scapin e Maria Ceiça – Adriane Galisteu participa em vídeo.

As ações se passam no período que vai do café da manhã ao jantar, no apartamento de Bernardo (Leme), arquiteto que tem três namoradas, todas aeromoças. “Bernardo é o homem-padrão, adora ter várias namoradas. E gosta particularmente de aeromoças”, diz Leme.

Janet (Ceiça) é norte-americana, Judith (Mônica Martelli) é alemã e Jacqueline (Franciely Freduzeski) é francesa. Para evitar confusões, Bernardo estuda as rotas das companhias aéreas.

Certo dia, porém, problemas com os vôos fazem com que as três apareçam no apartamento dele. A chegada de Roberto (Scapin), amigo do polígamo, “agrava” o quadro, completado por Berta (Anja Bittencourt), a empregada de Bernardo.

A presença de Roberto, que vê vantagens em constituir família, representa um conflito entre estilos de vida. “Roberto é tímido, quer casar e ter filhos. Bernardo debocha disso”, afirma o diretor. A peça critica o “falso moralismo” e se move no sentido da “elucidação da honestidade”.

São 50 cenas em 80 minutos de espetáculo. “Há um entra e sai de portas, telefone que toca, empregada que faz a comida e tem de desfazer porque uma das aeromoças chega inesperadamente. O ritmo é alucinante e conquista a cumplicidade do público. Não há palavrão, mulher pelada, bunda de fora”, afirma o diretor.

Eduardo Dussek assina a trilha sonora especialmente composta. “Além das músicas, há vinhetas que mostram o pensamento ou o tipo de reação que o personagem deveria ter. Mas de uma forma divertida e dinâmica, não psicológica”, diz Ribeiro.

Estrelada por Luciano Szafir e Raul Gazolla, a montagem carioca mais recente de Boeing Boeing entrou em cartaz no ano passado. “A primeira montagem brasileira, de 1966, estreou no Rio com Eva Wilma, John Herbert e Jardel Filho, substituído por Francisco Cuoco na temporada paulistana”, afirma o diretor.



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